quinta-feira, dezembro 28, 2006

Impressive Instant



I like to singy singy singy
Like a bird on a wingy wingy wingy
I like to rhumba rhumba rhumba
Dance to a samba samba samba


É ideal para toda a fera natalícia interessada em corromper os melodiosos Jingle Bells e optar antes por lixo e barulho ou outro tipo de loucura congénere.
Só resulta se for ouvida BEM ALTO...!

segunda-feira, dezembro 25, 2006

Este Natal foi diferente

Como manda a tradição familiar, o Natal é todos os anos em minha casa.

Mas isto não se traduz apenas no evento físico do Natal SER AQUI EM CASA, mas como é óbvio, a todas as complicações inerentes a receber TODA A FAMÍLIA numa casa e, acreditem que é muita, com um leque de gerações e interesses vasto desde os primos pequeninos que fazem questão de deitar ao chão tudo o que está aparentemente arrumado, ao bisavô cheio de histórias para contar...

Tudo começou (não há 2006 anos numa noite em Belém, mas cá por casa) há duas semanas com a compra dos cozinhados, dos ananases, do bacalhau e do perú... e, de repente aquele lugar do frigorífico reservado para guardar as coisas normais do quotidiano era um lugar subordinado a toda a matéria prima que um dia (ontem e hoje) , seria o exímio gourmet natalício.

Mas este Natal foi diferente!

A minha mãe é médica-legista e estava de serviço de urgência à chamada, isto traduzindo em miúdos, se houvesse uma morte com suspeita de homicídio na Consoada de Natal, era a ela que cabia a tarefa de ir ao local certificar o óbito.
O que acontece é que, quando não há suspeita de crime é o Delegado de Saúde que está de urgência que vai ao local certificar o óbito.

Como era Natal, ao que parece este Delegado não atendeu o telemóvel (...) e, apesar de não haver suspeita crime, a minha progenitora foi chamada.

Grande azáfama na mesa de jantar.
"Mas e, tens mesmo de ir? E as prendas? E as sobremesas? Como vai ser o resto do Natal sem a matriarca da família? " foram algumas das preocupações que se puderam ouvir ontem à mesa.

Após longa espera, a polícia veio buscar a médica-legista de serviço e a sua mais recente auxiliar, aluna de Medicina do 4ºano, eu própria.

E assim fomos, mãe e filha!


Depois voltámos para casa, para a família e para as prendas, noite dentro...

Parece que o Natal é mais para uns, do que para outros...

sexta-feira, dezembro 22, 2006

At milano


Há quem perca a camioneta...
Há quem vá de boleia...
E há quem vá a Milão!
Maaaaaaaannnnnnnnnndaaaaaaaaaaa birriiiiiiiiiiiiiiiiii! :)
Grazie mile. Prego due mile.

quarta-feira, dezembro 13, 2006

Mini me


Só porque me apeteceu.
The very begining of little chicken of the coast.

sábado, dezembro 09, 2006

Adultos

Será que as crianças apreciam tanto a infância, como os adultos apreciam o adultério?

Pensamento que surge numa baralhação de ideias:

1) o ENEM que já foi (ou antes INEM) - a todos os seus minutos, à vaca verde, à tampa para lá, ao 4ºano, às guerras de comida, à 2ª noite, (ao R. ,S. e M. etc...), às tardes a ressacar sem fazer nenhum... a todas as pessoas que me fizeram RIR muito!
2) Amigos - que fazem surpresa e voltam, aos que dão ideias, aos que reaparecem e aos novos!
3) Trocas de prendas no Natal - à excitação de comprar uma, e à artimanha de aldrabar a prenda que nos vai sair!
4) Responsabilidades - que me tiram a beleza, noites de sono e neurónios - off the record, está se a tornar marianamente complicado e que me oferecem olheiras, aulas nem vê-las e amnésia.
5) Viagens - a todas as que se querem fazer, à loucura da caça à viagem barata, que é muito, muito mais barata do que a que não sei quem comprou.

E isto tudo para se ser adulto...