domingo, setembro 30, 2007

Aventura

Em dois dias tomei a decisão que irá mudar a minha vida!
Enquanto estou em processo de fazer a mala, queria só dizer que adorei todos os bocadinhos que vocês passaram aqui hoje comigo.
Todas as parvoíces que fizemos: especialmente o jogo do galo na cobertura do bolo de chocolate, a emoção de: "Ui, é já amanhã?"; a obsessão por "Roma" e as cusquices da patroa.

Vou dedicar-me à literatura de tudo aquilo que me escreveram amanhã nas longas horas que tenho até chegar a Siena!

May the adventure begin!

domingo, setembro 23, 2007

Congresso Saúde e Sexo


"The only people who never fail, are those who never try!"

domingo, setembro 16, 2007

Festinhas populares

É assim que se constroem noites longas, muitas delas únicas e irrepetíveis a cada ano que passa.

As Festas populares primam pelo seu bairrismo, espontaneidade e a imersão dos que nelas participam e se integram no espírito festeiro dos nativos.
Porque serão elas tão características e mobilizadores da massa humana?
Será porque anunciam o fim do Verão e o regresso a mais um ano de trabalho ou estudo, apresentando-se como a última oportunidade de participar num ambiente de descontracção?

A maior parte destas festas não tem programa rígido. Aparecem informais e espontâneas e vão crescendo aleatoriamente à medida que a noite e o álcool progridem. Os bares estão sempre repletos e há sempre o espaço reservado para a romaria obrigatória. A música “house” transferiu-se dos bares para as ruas ou praias, entretendo o sector mais jovem da sociedade. Mas a verdadeira festa é feita com gente de todas as idades.

Recordo as noites das Feiras Novas onde já vivi peripécias tão peculiares como o bombeiro a subir-nos pela janela porque a chave partiu na porta ou as longas viagens até Valença nesse ano abstémico..
Mas em todas elas, com mais ou menos cansaço ou uma maior ou menor ressaca, a festa durava até à manhã seguinte!

(Só porque este ano conheci a Festa a S.Paio, espreitei a Festa de Nossa Senhora da Ajuda, mas pelo segundo ano consecutivo, faltei às Feiras Novas)

terça-feira, setembro 11, 2007

Aquário

Nunca me tinha acontecido. É como se estivesse sozinha num aquário, turista da minha própria vida.
Todos os dias faço um percurso semelhante, dou voltas e voltas, bato com a parede no vidro, comunico com esses que me rodeiam, mas não saio daqui.
Não estou mais sossegada, nem pressinto que seja agora que a paz venha a reinar dentro de mim.
Simplesmente ganho a consciência de que a vida é uma linha contínua, em que nos vamos conjugando em diferentes tempos verbais, consoante a idade, consoante aquilo que os nossos olhos nos permitem ver e pensar.
Tenho um nó que não me deixa sequer dizer que o nó existe.
Sim, agora gosto de estar sozinha, mas não pela solidão. Prefiro ficar neste mundo em que eu me deixo estar comigo, não sabendo estar com mais ninguém.
Não é um espaço cheio, realmente não. É um espaço que vai ficando por ocupar, dia após dia e cada vez mais.

quarta-feira, setembro 05, 2007

Destination Unknown

Uff..que neura!
Um abraço bem apertado, daqueles que fazem doer as costelas. Vais fazer falta..