Comecei o novo dia-a-dia por ir ao Arkadia (o Shopping aqui do sítio) comprar algumas coisitas necessárias. Acontece que aqui as coisitnys necessaritsny têm nomes completamente diferentes dos "latinos". Só dou graças a Deus por as marcas serem iguais, senão não ia conseguia destinguir uma pasta de dentes de um creme depilador.
Mesmo os nomes internacionais são muito enganadores. O Tortilla Factory trata-se de um bar e não de um restaurante e a Klinika também não é um Hospital mas sim uma discoteca.
No que toca a provar iguarias polacas, experimentei as "pirocas" num jantar onde 10 raparigas de medicina socializavam com 50 rapazes de engenharia, uma verdadeira FEUP versão polónia.
Já tenho quarto: é o 212 (Carolina Herrera, como dizem as meninas daqui)!
E tambem já tenho um cartão polaco: HEYAH (não, a serio, é o nome da rede)
segunda-feira, setembro 29, 2008
sexta-feira, setembro 26, 2008
Warszawa
Vim!
Depois de uma boa dose de sorte no que se refere ao excesso de peso no Porto e uma passagem muito familiar por Milão, aterrei no aeroporto Frederic Chopin.
O amigo polaco que me ia buscar nunca mais aparecia quando descobri 3 espanhóis com muitas malas e igualmente "perdidos".
Por fim chegou o meu amigo e com ele atravessei Varsóvia por todos os meios possíveis de transporte (metro, tram-via e autocarro) com 2 malas gigantes, que ainda assim vinham acompanhadas por um saco.
Quando encontrámos a residência Karolkowa não havia quarto para mim e decidiram enfiar-me num quarto quádruplo com uma provável conquilina da Malásia.
Após um Varsovia "by night" (a sua cerveja e o seu kebab) descubro que a oriental tinha-se transformado em duas polacas e uma espanhola que ficou logo toda contente quando comecei a hablar .
Já fui à Universidade de Medicina(!) Sim, têm uma Universidade com várias Faculdades de Medicina e não havia filas para nada. Ali estavam 3 funcionárias a tratar só e apenas dos meus papéis Erasmus.
Não se assustem que aqui "Uwaga" é Atenção e "Dziekuje" é Obrigada.
Estão a ver o quão eu não percebo mesmo nada do que esta gente diz! 8)
Depois de uma boa dose de sorte no que se refere ao excesso de peso no Porto e uma passagem muito familiar por Milão, aterrei no aeroporto Frederic Chopin.
O amigo polaco que me ia buscar nunca mais aparecia quando descobri 3 espanhóis com muitas malas e igualmente "perdidos".
Por fim chegou o meu amigo e com ele atravessei Varsóvia por todos os meios possíveis de transporte (metro, tram-via e autocarro) com 2 malas gigantes, que ainda assim vinham acompanhadas por um saco.
Quando encontrámos a residência Karolkowa não havia quarto para mim e decidiram enfiar-me num quarto quádruplo com uma provável conquilina da Malásia.
Após um Varsovia "by night" (a sua cerveja e o seu kebab) descubro que a oriental tinha-se transformado em duas polacas e uma espanhola que ficou logo toda contente quando comecei a hablar .
Já fui à Universidade de Medicina(!) Sim, têm uma Universidade com várias Faculdades de Medicina e não havia filas para nada. Ali estavam 3 funcionárias a tratar só e apenas dos meus papéis Erasmus.
Não se assustem que aqui "Uwaga" é Atenção e "Dziekuje" é Obrigada.
Estão a ver o quão eu não percebo mesmo nada do que esta gente diz! 8)
quinta-feira, setembro 25, 2008
A escolha
Todas as cores são belas,
Todas as formas são boas,
Todos os suportes são adequados.
Resta decidir o formato.
Bernard Villers
Todas as formas são boas,
Todos os suportes são adequados.
Resta decidir o formato.
Bernard Villers
domingo, setembro 21, 2008
quinta-feira, setembro 11, 2008
Cisões
Tinhas esse andar decidido de quem anda à procura do que não sabe.
Não havia varandas, nem cafés, nem cigarros. E agora ouço vespas e zumbidos esquesitos de uma frequência que já não é assim. Se soubesses ao menos que música é esta. Nem sequer sabes o que estou a ouvir.
Que mais hei-de eu fazer ou não fazer? É um desespero que reconhece os seus limites. Um equilíbrio desalinhado. Mas sabes que não existe? São manchas que desaparecem com o tempo. Apenas resta a maçaneta dourada que abre a porta verde e range.
O silêncio cobre-me outra vez e eu já não tenho corpo suficiente para aguentar com este peso. Só quero um bater de pestanas cada vez mais lento, até deixar de ver que aquelas formas já não estão. Nem sequer aquelas. Nem isto.
Não. Preciso gritar mais alto que estas regras que me regulam.
Não havia varandas, nem cafés, nem cigarros. E agora ouço vespas e zumbidos esquesitos de uma frequência que já não é assim. Se soubesses ao menos que música é esta. Nem sequer sabes o que estou a ouvir.
Que mais hei-de eu fazer ou não fazer? É um desespero que reconhece os seus limites. Um equilíbrio desalinhado. Mas sabes que não existe? São manchas que desaparecem com o tempo. Apenas resta a maçaneta dourada que abre a porta verde e range.
O silêncio cobre-me outra vez e eu já não tenho corpo suficiente para aguentar com este peso. Só quero um bater de pestanas cada vez mais lento, até deixar de ver que aquelas formas já não estão. Nem sequer aquelas. Nem isto.
Não. Preciso gritar mais alto que estas regras que me regulam.
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