sábado, janeiro 31, 2009

Estó, Letó e Lituâ -nia

Tallin
Depois de 19 horas de autocarro, entre jogos de cusquice, berros polacos e sonho pesado, lá chegámos à Euphoria das coroas estonianas.
Noite hippie com chicha e revelações. Manhã de chapéus, postais a medias, massa e pizza. O desconhecido e o ataque ao crepe. Passeio pela passagem de Santa Catarina, Igreja Russa e Praça Principal.

Riga

Chegada de madrugada sem hostel, sem lats e sem nada. Depois de aldrabados e explorados por 3 taxistas, encontrámos um Hostel e fomos recebidos com festa e cerveja na mão.
Uma vez na Letónia, nada como provar comida e chás letónicos seguidos por um tour at night em que fomos deixados no Kabata pela loira. Depois de procurar páginas amarelas, mais vale dançar.
Visitas de dia com outra loira, mas de dentes tortos. A casa dos 3 irmãos. O Palácio do único santo preto que afinal não era preto mas simplesmente moreno. Jogos de mistérios e a procura da festa perdida.


Vilnius

Lá chegamos ao Hostel em que cada cama possuía incontestáveis parecenças com uma Ressonância Magnética. Mercadinho e Colares de Ambar, Jogos da Garrafa. Castelo e Jantar Alemão.
A empregada e o desaparecimento do telemóvel. Queixas do Cartão ISIC, a União Europeia, número de Emergéncia e as fotocópias.

Kaunas


A primeira Guerra Mundial da Neve. O TajMahal e o botellon de batatas fritas no Castelo, entre escorregas e fotos à Inspector Gadget. Até que: Tenho uma coisa para dizer-te, mas não sei como te diga. Achas que o sítio das maletas fecha? Mas são 7pm! Oops. E fechava mesmo às 7h30. Menos mal que não fomos à ilha.
Dzem Pub. O grego e o do pescoço. Até que Tcharan: Ao apanhar o bus nos juntámos com o pessoal do Tour Castillo. Parabéns à 00h00 Lituânica e em seguida na Polaca.

sexta-feira, janeiro 23, 2009

Cirurgia

Semanas diferentes.


As botas de neve são as inimigas do bloco, o Dr. Brzezinski é o mau-da-fita do excelente orientador e as colegas norueguesas aproveitam os entretantos para praticarem os seus dotes na tecelagem.
Integrada no Bloco B, as Reuniões de Serviço, bem como as rondas, apareceram 100% em polaco.
A prática clínica foi obrigada a emergir sobre outros contornos e os meus olhos começaram a reparar muito mais na avaliação do estado físico geral, do que na anamnese (lógico).
As primeiras cobaias da sutura foram as bananas. As segundas os panos. As terceiras os tão esperados pescoços polacos.
A minha presença começa a dar frutos e é engraçado ouvir de dia para dia mais um médico ou um enfermeiro a dirigir-te: Bom Dia ou Obrigado.
Quando chegam as verdadeiras (cirurgias), em todas elas pude de algum modo participar.
Seguramente, muitos estarão interessados em saber que ainda existe aqui um bloco que se encontra encerrado, por falta de enfermeiros.
É sempre uma hipótese. Ainda que seja aqui no frio e com tudo 100% em polaco.

sábado, janeiro 10, 2009

Again

Muito Porto. Toda a gente. Um bocadinho Madrid. Saudades. Pouco Ano Novo. Burnout. Via Paris. Meninos de Pavia. Chateau Rouge. Carla e Canha. Muito frio. Muita neve. Muito vento congelado. Muita guerra de neve. Anos do João.