domingo, fevereiro 01, 2015
quinta-feira, janeiro 29, 2015
terça-feira, dezembro 23, 2014
sábado, novembro 29, 2014
sábado, novembro 15, 2014
sexta-feira, novembro 14, 2014
sábado, novembro 08, 2014
quarta-feira, outubro 22, 2014
sábado, outubro 11, 2014
sábado, outubro 04, 2014
terça-feira, setembro 30, 2014
sexta-feira, setembro 19, 2014
segunda-feira, setembro 08, 2014
sábado, agosto 02, 2014
segunda-feira, junho 30, 2014
quarta-feira, junho 25, 2014
sábado, junho 07, 2014
quinta-feira, junho 05, 2014
sexta-feira, maio 30, 2014
Prisional
Aqui ninguém gosta de peixe
E alguns ainda têm mãos de cola.
Dos chocolates que entram aproveita-se a prata
Mas a Hepatite C não entra na cozinha.
Copofonia e vai se bebendo álcool
E ser caranguejo é ter HIV.
Mas o telemóvel fica a carregar no descanso
Além do vegetariano e da paranóia moderna.
O psicótico matou a mãe.
O marido bateu na mulher.
O condutor sem carta, bebeu.
Mas tem medida para tomar medicação e
ora b(vi)olas, ora
Prisão por dias livres.
E alguns ainda têm mãos de cola.
Dos chocolates que entram aproveita-se a prata
Mas a Hepatite C não entra na cozinha.
Copofonia e vai se bebendo álcool
E ser caranguejo é ter HIV.
Mas o telemóvel fica a carregar no descanso
Além do vegetariano e da paranóia moderna.
O psicótico matou a mãe.
O marido bateu na mulher.
O condutor sem carta, bebeu.
Mas tem medida para tomar medicação e
ora b(vi)olas, ora
Prisão por dias livres.
sábado, maio 24, 2014
domingo, maio 04, 2014
quarta-feira, abril 30, 2014
domingo, abril 27, 2014
quinta-feira, abril 03, 2014
quarta-feira, abril 02, 2014
sexta-feira, março 14, 2014
De volta ao(s) mais velho(s)
"É preciso coragem para ser diferente e muita competência para fazer a diferença"
quinta-feira, março 06, 2014
Last will - first day
Learn everyday
Today's state of knowledge is just transitional
Do not believe overmuch in authorities or teachers
Everything which looks simple is probably wrong and much more complex
Dare to go against the flow and have new ideas (think outside the box)
Always be aware that life is a historical process
Enjoy life and work
Today's state of knowledge is just transitional
Do not believe overmuch in authorities or teachers
Everything which looks simple is probably wrong and much more complex
Dare to go against the flow and have new ideas (think outside the box)
Always be aware that life is a historical process
Enjoy life and work
quarta-feira, fevereiro 26, 2014
N(O) limite
Tudo termina (pelo joelho): do cassequel, à arrumação, às ofertas!
(check-lists compridos: prendas trazidas - livros e prendas compradas - quadros).
A reflexão ficará certamente para depois.
(check-lists compridos: prendas trazidas - livros e prendas compradas - quadros).
A reflexão ficará certamente para depois.
sábado, fevereiro 22, 2014
quinta-feira, fevereiro 20, 2014
Caxito
A propósito da visita, da gasolina e das viagens sem lanchinho, retiro como ensinamento que:
"O problema não é da caixa de chocolates - é dos chocolates."
E fico sem visor doravante.
"O problema não é da caixa de chocolates - é dos chocolates."
E fico sem visor doravante.
domingo, fevereiro 09, 2014
Me no Namib(e)(ia)
- Mussúlo
Espera de 2 horas: mas tostas mistas e pregos não "vão vir" porque "já não há pão"
- Missa
Da Sagrada Família
Da Sagrada Família
Encontro a Menina do coro da farmácia
E os Mosquitos encontram-me a mim e depois ao repelente.
E os Mosquitos encontram-me a mim e depois ao repelente.
- Namibe
Está a Deodeth, a Binaíze.
E apenas mais o caranguejo, pelo
E apenas mais o caranguejo, pelo
Clube Náutico, Praia Amélia e Solar do paraíso.
Aqui não há energia mas há deserto, onde
a Welwitschia mirabilis não é assim tão carnívora e
Aqui não há energia mas há deserto, onde
a Welwitschia mirabilis não é assim tão carnívora e
a Omatapalo constrói.
Nas curvas da Serra da Leba reza-se
até se chegar ao aeroporto do Lubango
onde caso falte a carta, há multa.
até se chegar ao aeroporto do Lubango
onde caso falte a carta, há multa.
- Namíbia
Chego a Windoek onde encontro o Miguel e o
Artesanato. Para ter dólares namibianos, sofro de clonagem do cartão,
Com o apoio do Dr Pascoal, Marlene e Sofia
E a passagem na Polícia onde no diálogo da queixa me cai uma barata na cabeça.
Com o apoio do Dr Pascoal, Marlene e Sofia
E a passagem na Polícia onde no diálogo da queixa me cai uma barata na cabeça.
No Joe´s Beer House come-se crocodilo, zebra e oryx
Qual convívio entre a Embaixada de Angola em Portugal antes
Qual convívio entre a Embaixada de Angola em Portugal antes
da diversão no Warehouse.
Finda-se com um safari, no qual se descansa
E apenas se vê o crocodilo (come, come, baza) e a girafa.
- Pesca de competição.
Enjoa-se, dorme-se e pesca-se dourada
Terminando no fim: 3-0
Finda-se com um safari, no qual se descansa
E apenas se vê o crocodilo (come, come, baza) e a girafa.
- Pesca de competição.
Enjoa-se, dorme-se e pesca-se dourada
Terminando no fim: 3-0
[De pausa na quadra feriado]
sábado, fevereiro 01, 2014
História
"O sol nasce só para os acordados"
"Vamos engolindo sapos, mas depois ficamos com uma lagoa"
"Vamos engolindo sapos, mas depois ficamos com uma lagoa"
sexta-feira, janeiro 31, 2014
Marginal
Para recordar:
- "Não fala, mas entende"
Explico:
-"Temos boca para falar na televisão"
Em semana de voltar para trás,
Dar consultas como médica,
tratar,
malária,
também.
mais um centro,
agora também com a independência de candungueiro,
que termina pelo 4 de Fevereiro.
- "Não fala, mas entende"
Explico:
-"Temos boca para falar na televisão"
Em semana de voltar para trás,
Dar consultas como médica,
tratar,
malária,
também.
mais um centro,
agora também com a independência de candungueiro,
que termina pelo 4 de Fevereiro.
Só gasosa
Mas também há..
Amarula (licor da África do Sul) preparado com creme de leite e suco do fruto (maruleira): 17% de álcool
Kissangua: feita com fuba (farinha de milho) ou abacaxi (casca de) ou massango/massambala que fica a fermentar durante 3 dias para aumentar o teor alcoólico, sendo acrescentado suco de raiz de bundi ou exposta ao sol.
Kimbombo (cachaça): maior tempo de fermentação - mais alcoólico
Marufo (vinho de palma)
Bibidi: aguardente de M'Banza Congo "Cachaça de Caju"
Cachipembe
Capurroto (aguardente do farelo de milho)
Amarula (licor da África do Sul) preparado com creme de leite e suco do fruto (maruleira): 17% de álcool
Kissangua: feita com fuba (farinha de milho) ou abacaxi (casca de) ou massango/massambala que fica a fermentar durante 3 dias para aumentar o teor alcoólico, sendo acrescentado suco de raiz de bundi ou exposta ao sol.
Kimbombo (cachaça): maior tempo de fermentação - mais alcoólico
Marufo (vinho de palma)
Bibidi: aguardente de M'Banza Congo "Cachaça de Caju"
Cachipembe
Capurroto (aguardente do farelo de milho)
domingo, janeiro 26, 2014
Médicos
das Províncias voltaram: Cuanza Sul, Huíge, Namibe e Zaire.
aquando a introdução das Actas,
a falta de água e a necessidade da electrobomba.
Para recordar:
"As pessoas não reconhecem as casas. A cidade muda muito. Há obras e tudo fica diferente"
"O remédio para os ratos primeiro engorda-os e só depois os mata"
Explico:
"desorganização e incumprimento terapêutico"
Assinalada por:
- visita
- congresso
- comunicação oral
- programa social no Cine Tropical
aquando a introdução das Actas,
a falta de água e a necessidade da electrobomba.
Para recordar:
"As pessoas não reconhecem as casas. A cidade muda muito. Há obras e tudo fica diferente"
"O remédio para os ratos primeiro engorda-os e só depois os mata"
Explico:
"desorganização e incumprimento terapêutico"
Assinalada por:
- visita
- congresso
- comunicação oral
- programa social no Cine Tropical
sábado, janeiro 25, 2014
Valores
"Num mundo que almoça valores, janta valores, ceia valores, e os degrada cinicamente, sem qualquer estremecimento da consciência? Peçam-me tudo, menos que tape os olhos."
Miguel Torga
domingo, janeiro 19, 2014
São Paulo
Diferenças:
- mais corridas
- do outro lado da rua da passadeira
- do Lar Kuzola
- de candungueiro
- da Panela de Barro
- da despedida com o funje
Para recordar:
-"A promessa é dívida"
-" Espião não tem cara"
-"Acreditamos no somatório?"
-"Pelas características que apresenta está concebida"
-"É só sumo!"
-"Se eu tenho passaporte?"
Explico:
- A primária vai até ao 6º ano
Em semana de corridas, molas, sopas e frutos secos.
Com a Andreia e o Senhor Lourenço
Nesse bairro operário.
Que finda com a falta de kwanzas, a rainha Ginga e bailes em benfica
- mais corridas
- do outro lado da rua da passadeira
- do Lar Kuzola
- de candungueiro
- da Panela de Barro
- da despedida com o funje
Para recordar:
-"A promessa é dívida"
-" Espião não tem cara"
-"Acreditamos no somatório?"
-"Pelas características que apresenta está concebida"
-"É só sumo!"
-"Se eu tenho passaporte?"
Explico:
- A primária vai até ao 6º ano
Em semana de corridas, molas, sopas e frutos secos.
Com a Andreia e o Senhor Lourenço
Nesse bairro operário.
Que finda com a falta de kwanzas, a rainha Ginga e bailes em benfica
segunda-feira, janeiro 13, 2014
Regresso
Aterrar no 4 de Fevereiro,
E passar,
E respirar,
E descansar.
Regressar para o outro lado da estrada
depois de ficar desalojada.
surge o imprevisto da ausência de água e de luz.
Mas pouco percebendo de mecânica,
a videoconferência,
não é suficiente para restabelecer o gerador.
Trago bolo rei e lembranças,
Do Hospital e de Portugal.
Mas parecendo forçada,
um afasta-se.
A dúvida mantém-se,
Ouvem-se os sinais do corredor e
O mosquito aproxima-se.
Mas nada que canecas e toalhas não resolvam.
- Há Soba. Obrigada.
- Há João. Obrigada.
E o projecto cursará
- com
- graças
- para
mais ou menos tinta.
E passar,
E respirar,
E descansar.
Regressar para o outro lado da estrada
depois de ficar desalojada.
surge o imprevisto da ausência de água e de luz.
Mas pouco percebendo de mecânica,
a videoconferência,
não é suficiente para restabelecer o gerador.
Trago bolo rei e lembranças,
Do Hospital e de Portugal.
Mas parecendo forçada,
um afasta-se.
A dúvida mantém-se,
Ouvem-se os sinais do corredor e
O mosquito aproxima-se.
Mas nada que canecas e toalhas não resolvam.
- Há Soba. Obrigada.
- Há João. Obrigada.
E o projecto cursará
- com
- graças
- para
mais ou menos tinta.
sábado, janeiro 04, 2014
Natal - É melhor não duvidar
"Miss Universo tipo Leila Lopes ...
Não sou de ferro, tenho sentimentos ...
Uma chance doida"
Num Natal quase sem água e sem luz (como já me é familiar)
sábado, dezembro 21, 2013
Continuamos em África
Na Etiópia também é África. É certo que é uma África diferente
com contornos esguios e influência islâmica. Mas é África. Passarei a explicar
o porquê.
Vinda de Luanda pela Ethiopian Airlines com 3 horas de
atraso determinou que também o tempo destinado a disfrutar da Etiópia tivesse
estreitado. Ainda assim, a vontade de abraçar o conhecido e o desconhecido
prevalecia e a passagem pela Etiópia aparentava merecer ser devidamente assinalada
com um possível encontro.
A surpresa dianteira, dado África ser um continente imenso
com temperaturas distintas, é que às 20 horas da noite Adis Ababa com um
vestido fininho sente-se gélido!
Ora uma vez chegada à capital, a natureza surge distinta como
aprumada e a confusão raia restrita às indicações, numa limpeza mais
circunscrita. Procuro a porta de embarque num pequeno ecrã onde sobrevinham vários
voos, inclusive o predestinado Roma daqui a 1 hora e 20 minutos que ainda não anuncia
a sua porta de embarque.
Impelia pois averiguar a possibilidade de saída para
assinalar o encontro.
Na Etiópia está previsto em situações de passagem em
trânsito no país por mais de 8 horas nomeadamente com fins turísticos (há ventres
ou falta deles, que um ainda não viu) a prossecução de um visto acessível in
locuo no aeroporto.
Não tendo eu 8 horas, e ficando o turismo para outra altura,
mantinha porém a minha vontade de sair.
Expliquei a minha situação de em trânsito antes do embarque,
a um primeiro segurança que gesticula um breve: “Wait there” enquanto apontava as
portas de embarque aos sedentos em circulação de as apanhar. Reforço a minha questão
e ausculto: “Not possible – going to
board”.
Não satisfeita com algo sentido como descuido e comentário
escasso, decido perguntar a uma segurança, a quem repeti a minha explicação.
Esta, quiçá entre hipoacusica ou talvez com dificuldades de decifrar o meu inglês
num limitado etíope, repontou apenas: “Immigration”
Desço as escadas (e ali estava eu, voluntariamente, pelo meu
próprio pé, a ir no sentido contrário da porta de embarque que me levaria de
volta para essa Europa chamada “casa”).
O andar de baixo ancora um quiosque com 5 seguranças a quem
pergunto “Immigration?”, obtendo o sinal além do outro lado da fila.
Entretanto examino a presente fila com contornos de S’s, atarefada
de todos aqueles que, esses sim, cujas vidas estavam já planeadas para respirar
o ar de Abis Abeba.
Passo por baixo das fitas e chego à imigração. Um balcão
vazio e duas cadeiras. E ninguém. Surge uma segurança que diz: “Next door”. Mas
a porta contígua era um contraplacado labiríntico com vários guichés da tropa
toda do serviço. Estou eu a entrar por lá a dentro no meio do meu pensamento em
curso de: “Será que posso?” e eis que surge um indivíduo que exclama “Hey. Go
out!” E estava a adiantar-se ao meu pedido porque o que eu queria era exatcamente
um visto para sair. Adiante.
À porta do guiché expliquei-lhe a minha situação e a minha
intenção de ter o visto porque tinha um amigo na Etiópia do outro lado do
aeroporto e quem queria cumprimentar. Eis que perscruto: “visa can be for tourism not for meetings”.
Inspirada nas correntes palavras sábias de “ouve mais e fala
menos”, decidi nem falar e até nos pestanejos estava a poupar.
Ele espontaneamente continua: “Wait 2
minuts”.
E era para seguir as indicações à risca, pois em código
africano 2 minutos pode ser sim e pode ser não – nunca se sabe – e sendo que
podia ser – tal significa ser possível e estar ao alcance.
Estava nas mãos dele.
E ali estava eu sentada à espera dos 2 minutos enquanto os
passageiros congéneres tratavam da sua burocracia do visto. Ele, entra no
labirinto e uma vez lá de dentro de um guiché, pede-me o passaporte e vai para
um outro guiché.
De repente ali estava eu, do lado de fora do labirinto,
ainda dentro do aeroporto, sem o que me era importante.
Eis que o senhor regressa, permitindo-me avançar por um
corredor paralelo à saída da emigração e retornar pelo mesmo sítio mas reforça
ter menos de 1 hora, enquanto agita o meu passaporte sinalizando ao outro
colega.
E volta para o seu guiché. Ora entre o inglês parco dele, o
meu módico etíope e a situação surreal em si, mantive-me à porta do guiché.
Pensei que ele iria retroceder quiçá com o meu passaporte e com o visto ou que
definitivamente me proibisse: “Não pode sair”.
Mas ao invés, faz esta proposta, que é um chamado dar e
receber num jogo paralelo que serve aos fins mas não aos procedimentos.
E ali estou eu à porta do guiché. À espera que ele me
deixasse sair com o passaporte e o visto, descansadinha com tudo direitinho ou
que me anunciasse um não. Insisto e pergunto: “My passport?” Ele volta a declarar
o que eu conhecia mas não queria conceber. Pergunto-lhe: “What is your name?
Abraham!” E estou a ouvir o nome dele enquanto lhe agradeço, reforço a
confiança (a minha e a dele) e aponto de punho fechado para o meu coração.
Estava nas minhas mãos.
Saí. Passo pelo tal corredorzinho (embora esteja a utilizar
a primeira pessoa – esta costuma estar associada a uma identidade, o que não
era o caso, essa tinha ficado com o Abraão na fronteira e estava a acreditar
que tanto o Lincoln como o bíblico me estariam a ajudar). Mas eis que surge uma
máquina de raios para analisar as malas perante um tipo sentado na posição de
controle. Expliquei a situação. E ouço um: “Quem é o Abraão?”, “Porque é que
ele te iria ajudar?” - ora aí estavam 2 perguntas que eu também não sabia
responder. Contei voltar para trás e colocá-los em contacto.
Volto a passar o tal corredorzinho (embora ainda não tivesse
cheirado o ar da terra prometida), encontro o Abraão e explico: “I have to pass
the machines and back”. Ao que
contesta: “That’s the only choice”, questiono: “And how can I reenter?”, escutando repetidamente “That-se the only choice.”
Lembrei-me do comentário sábio prévio, associando um
toquezinho pessoal meu de “ninguém vai contigo, nem fazer isso por ti”.
E saí. O homem já não estava no seu posto de controle e eu
passei. Cá para fora.
Tinha de sair ao exterior - ali estava o colega e seu amigo
para abraços e cumprimentos (gélidos e que não foram mais do que 5 minutos) – que logo deixava de ser possível entrar pela mesma passagem. Mas
encontrámo-nos.
E eu regressei pela saída à imigração e ao Abraão, resgatei
o meu self e embarquei para a Europa.
sexta-feira, dezembro 20, 2013
Preparativos
Aniversário mas não sou chinesa
Tenta-se mudar o voo mas não se consegue
Joga-se mas não se celebra
Rondas
Reunião
Aniversários (D e F)
Casa de praia
Mercado
Artesanato
Prendas
Primeiro de Maio
Presépio
Fazer as malas e embrulhar:
Agradecer, preparar e despedir.
Para recordar:
-"Temos muito gosto que o cliente viaje conosco"
- "comprar meio bilhete"
-"Isto é um miminho para cada um, que são meus colegas"
-"Se não levar a palanca e o pensador, tenho um problema de Estado"
-"Não se pode por dados que vêm do céu, tem de se contar"
-"Quero foco zero"
-"Tem água mas não tem copos"
-"Esta simpatia que existe está a evitar as fugas"
Explico:
-"There is a thin line between justice and fidelity"
Tenta-se mudar o voo mas não se consegue
Joga-se mas não se celebra
Rondas
Reunião
Aniversários (D e F)
Casa de praia
Mercado
Artesanato
Prendas
Primeiro de Maio
Presépio
Fazer as malas e embrulhar:
Agradecer, preparar e despedir.
Para recordar:
-"Temos muito gosto que o cliente viaje conosco"
- "comprar meio bilhete"
-"Isto é um miminho para cada um, que são meus colegas"
-"Se não levar a palanca e o pensador, tenho um problema de Estado"
-"Não se pode por dados que vêm do céu, tem de se contar"
-"Quero foco zero"
-"Tem água mas não tem copos"
-"Esta simpatia que existe está a evitar as fugas"
Explico:
-"There is a thin line between justice and fidelity"
sexta-feira, dezembro 13, 2013
Para-resposta
Conversas:
P -O que gostas de fazer? cantar/dançar/pintar/xadrez?
R- Nada
P- Que dia é hoje?
R- Estou um pouco baralhado, não tenho aqui a minha agenda
Para recordar:
-"Vamos acabar com o pátio"
-"Pagar o lanche para desmobilizar-se"
- "A chuva é inevitável"
Explico:
-"A família que cada um não escolhe, mas de onde saiu"
-"Deambular na rua não é sinónimo de doença mental"
-"Os comentários e fofocas são forças de boa ou má intenção contra a verdade"
em semana de agradecimento, celebração, mudança, partilha e propostas
enquanto se planeia a próxima festa!
P -O que gostas de fazer? cantar/dançar/pintar/xadrez?
R- Nada
P- Que dia é hoje?
R- Estou um pouco baralhado, não tenho aqui a minha agenda
Para recordar:
-"Vamos acabar com o pátio"
-"Pagar o lanche para desmobilizar-se"
- "A chuva é inevitável"
Explico:
-"A família que cada um não escolhe, mas de onde saiu"
-"Deambular na rua não é sinónimo de doença mental"
-"Os comentários e fofocas são forças de boa ou má intenção contra a verdade"
em semana de agradecimento, celebração, mudança, partilha e propostas
enquanto se planeia a próxima festa!
terça-feira, dezembro 10, 2013
Celebração
Merengue da Nanny
@HPL depois de maçãs, senos e cosenos
62 fotografias
com uma forte muxima
da pulseira vermelha pelo
Aniversário da Mãe Grande!
@HPL depois de maçãs, senos e cosenos
62 fotografias
com uma forte muxima
da pulseira vermelha pelo
Aniversário da Mãe Grande!
domingo, dezembro 08, 2013
Estamos em África
Mas em África também chove. E o que aprendi aqui é que chuva
não é sinónimo de frio. É sinónimo de lama, de absentismo, de acidentes, de confusão
e de atrasos. Mas frio não.
Ora no Domingo chovia. E em modo ocidental, com receio do
fecho do check-in um par de horas antes do voo, duas colegas antecipando-se,
apanharam um táxi. Eram duas, mas não sendo nós, nenhuma delas era eu. Acreditei
que se todo um grupo espera, se acontecer algo será em grupo, mesmo que tal
seja a perda de um avião. Pouco depois chegou o camugueiro (ou autocarro?) cujo
intuito, destino e missão era conduzir-nos ao aeroporto. Apesar do receio dos
atrasos (receio é uma palavra forte que premiou antes as duas desertadas do que
os restantes estoicos que esperaram o transporte planeado), houve tempo para uma
paragem para comprar fita-cola e morangos (?!) a pedido e pagamento de uma
passageira.
Uma vez no aeroporto, dirijo-me para a fila com as minhas 3 saquitas
(levei apenas uns trapos para a Huíla e regressei com pouco mais do que mais uns
papeis) com a dúvida de despachar alguma delas, embora não estivesse carregada,
mas com as mãos ocupadas: assim não teria de coartar-me (quais tentáculos absorvidos
de um polvo).
Estou eu prestes a ser atendida na fila, quando me salta uma
colega inquieta que esperasse por ela para despachar “20 kg de carne” (e não
estou a falar nem do polvo que eu me sentia, nem da dela, mas) de boi!
Eu, que ia com as minhas três saquinhas apenas, e agora ia
despachar carne, sim C-A-R-N-E, e de B-O-I. Deus! Sim, eu despacho não há
problema! Mas a rapariga ao entrar no início da fila, foi logo atracada e
alertada que carne de boi não é despachada assim do pé para a mão (nem mesmo em
África!). Antes tinha de passar pelo veterinário, (que não ia ressuscitar a
carne depois de morta, mas antes fazer o controle de qualidade) e não havendo
problema então sim, despachava-se. Apesar de me parecer uma ideia excêntrica, pelo
menos a mim que nunca transportei nem sequer um rissol nem um croquete (a não
ser já no estômago), muita gente fina lembrou-se do mesmo (de vir buscar boi ao
Lubango!) e a fila era imensa. Resulta que, perante o olhar do veterinário,
observando por fora a caixa de carne (que era opaca e já estava selada com a
fita-cola momentos antes comprada), cheirando a gasosa, claramente percebeu que
a carne estava impecável e a rapariga regressou à fila (um pouco mais leve de
kwanzas mas mais feliz) para proceder ao registo.
Entretanto já tinha passado uma boa meia hora (e já estávamos
no tempo limite do registo antes do embarque). Já tinham passado por mim no
check-in os passageiros rumo a Luanda em todas as outras companhias, a Cabo
Verde e Moçambique, e eu ia deixando passar as pessoas, com as minhas 3
saquinhas, anunciando a espera de uma colega. Até que apareceu a colega e a
carne, e pensando na insuficiência da justificação do meu bilhete e o dela para
fundamentar o transporte de toda aquela carne, solicitou a um outro potencial passageiro
cedência para colaboração (tinha 44 kg de carne de boi para serem distribuídos
entre os três) – e eu lá continuei a segurar nas minhas 3 saquinhas (acreditando
confiar mais nestas minhas mãozinhas, do que o que segue naquelas asinhas
daqueles aviõezinhos).
Subimos as escadas para a porta de embarque. Ela, assim como
muitos dos passageiros (provavelmente quase todos- consiste invulgar
transportar apenas 3 peças e outras tantas 5 ou 6 folhas) tinham despachado as
malas. Como tal, para muitos, no controle dos Raio-x pouco (ou nada) havia para
passar - o que era bastante conveniente - porque a máquina danificou-se e não
estava a funcionar.
Chega a minha vez para passar e a senhora (segurança?)
profere: “A máquina avariou, vai ser um controle manual”. Está ela a terminar
este anúncio e eu a prever: “Lá vou abrir isto tudo e ter de mostrar a roupa
suja misturada com a roupa limpa que agora parecerá suja e misturada com os
papeis”, rematando no pensamento: “Ora bolas”. E a senhora abre uma saquinha, e
imagino que com a sua visão telepática tenha inferido que dentro da mala estava
tudo bem (porque as coisas nem chegaram a sair da saca e a conhecer o ar
circundante) e ainda extravasa as suas conclusões para as outras duas malas que
nem chegaram a ver o seu fecho-eclair a andar em nenhum dos sentidos –
continuaram fechadas). E eu passei. Sem um toquezinho na pele ou um ou outro apalpãozito.
Foi aqui que me caiu a ficha e pensei: “É pá, estou em África – nunca tinha
viajado sem mostrar a bolsa.”
Lembrei-me logo daquela vez em Londres no controle do
aeroporto que a segurança (nem senhora foi) até me partiu o cartão de crédito
porque me começou a apalpar as banhas (que não tenho obviamente) e nem tive
tempo de abrir a boca para anunciar.
Mas Londres e Lubango em comum só têm o L.
Passado o controle, uma vez na sala de espera, várias
pessoas esticadas e cabisbaixo perante uma televisão que impingia uma
telenovela mexicana – o voo da TAAG que partira pela manhã cedo para Luanda
tinha regressado a terra pelas condições climáticas. Os voos estavam todos
pendentes. Mais informações ainda (não havia).
Ora, a colega de Cabo Verde já bem podia ver o cabo a ficar
mais escuro e mais distante, porque não ia apanhar concerteza o seu avião previsto
em Luanda, rota que parece só haver uma vez por semana. Igualmente os colegas
de Moçambique embora mais amiúde veriam inibida a sua descolagem. Quanto aos
clientes da sonair (a minha companhia, quer dizer antes fosse, mas sim o
bilhete que eu comprei) – a ser cancelado, o próximo voo só na 5ªfeira!
Ora, por muito que eu quisesse conhecer o Lubango (que gostava
de ter tido oportunidade de ver e visitar outros sítios, como a Serra da Leba –
3 dias de turismo de baixo de chuva seria demasiado). E o tempo de dúvida que
iríamos vivenciar no aeroporto era igualmente escusado (já teria dado tempo par
ir meter o olho na Serra da Leba enquanto o aeroporto pensa se chove ou não chove
e se voa ou não).
Entretanto surge um aviso “Senhores passageiros…” e o único
que se ouviu foram estas duas palavras, porque o restante era menos perceptível
que certos fins de discurso que apenas se deixam adivinhar pelo que lhes
antecede.
Pode ter dito qualquer coisa. Ninguém ouviu. Repito ninguém.
Tal significa mais do que eu ou um potencial conjunto de pessoas surdas com um outro
subconjunto de pessoas distraídas com ou sem a novela mexicana que ainda estava
a balbuciar. Ninguém, inclui as atentas que tudo queriam e faziam para tal
ouvir.
Uns pulas, que pensei que eram portugueses mas que ripostaram
ser angolanos (nem todo o branco é português) saíram e foram almoçar. Estamos em
Angola e os voos atrasam, cancelam-se, mas não há recompensa, ninguém pede
desculpa, não há senhas para almoço, nem ninguém paga nada. Mas pode-se ir
comer a casa um funje (apesar do dia dele ser ao sábado), um feijão de óleo de palma
(que eu bem gosto), e um gelado de sapi sapi. Mesmo se houver confusão ou a
casa for um pouco distante. Dá tempo…
Ora, entre os atrasos a amiga ucraniana quis despedir-se e anuncia
a sua incursão ao aeroporto para me dar um abraço. “Que bom!”-pensei,
continuando “O voo ainda está atrasado”. “Mas como vou fazer para sair?”- questionei-me.
Entretanto liga-me ela que já estava no aeroporto com o marido, o filho e umas
frutas para me oferecer. Reforço a minha reflexão - “Mas como vou fazer para
sair do aeroporto?”, avançando: “Direi que vou fumar!” (passou-me antes pela
cabeça invocar a necessidade de querer fazer xixi, mas essa poderia não colar e
não ser verossímil, pois dentro, apesar de não haver autoclismo e se ter de
atirar o balde pela fossa, existe retrete) – vou anunciar a minha necessidade de
ir fumar – é que apesar de estarmos em África é proibido fumar nos aeroportos, embora
não haja uma salinha alternativa para aqueles que queiram inalar).
Ora, estava eu a tentar pedir para ir fumar simulando um bafo
identicamente fumador (a ocultar os cigarros que nem possuo e nem transportava)
e já estava a ucraniana a avançar a sala de embarque a dentro a explicar que me
ia levar só umas frutinhas. E entrou.
Ora bem. Estava perplexa.
Ela com a história dela das frutas (qual salvadora do escorbuto
de uma avitaminose abrupta que me arriscasse dar) e eu a contrapor com uma
falsa vontade de me intoxicar. Estava duplamente incrédula.
E saímos! (longe de vexames)
Entretanto estava a comitiva toda (portanto, a fina flor) da
CO e do CE, cheios de pressa e cheios de bois – com prioridades e urgências,
porque a vida urgia-lhes continuar fosse por ar ou por terra.
Começa um alvoroço de telefonemas: “Freta avião para aqui,
freta avião para ali, aponta aí a lista de passageiros – vamos com o avião até
ao Namibe” isto enquanto se anotavam breves advertências de ciência decisiva
numa simples folhinha. Oh Meu Deus! Assim se decidem os movimentos do mundo.
E eis que surge o: “E ela vai connosco”.
Mas ela agora tem aqui umas frutinhas a mais, a juntar a
umas saquinhas lá dentro à espera. Induzida pela proposta, volto para resgatar
as saquinhas e estender o convite de regresso via Namibe às companheiras. Mas
elas tinham despachado a carne, as malas e a alma e acreditavam que a ida e o
regresso deveriam ser pela mesma rota. Ora como viemos juntas, deveríamos
regressar juntas. Também com a carne. E o autocarro partiu e não fui para o
Namibe.
A ucraniana voltou. As frutas entraram. E as malas passaram.
E nós continuamos a esperar.
O altifalante voltou a dizer qualquer coisa que continuará a
não se deduzir e a telenovela mexicana terminou. Começou a dar o Mr Bean. Ver o
Mr Bean em África faz-nos repensar a comédia, o retraso mental, a cultura, as
etnias, a oligofrenia. Como me ri. Não sabia se ia estar ali até 5ªfeira e a mesma
personalidade que leciona gestão de tempo, estava a ver o Mr Bean (que também
posso ver no meu sofá em casa no Porto) e não estava a ver a Serra Leba – mas estava
a rir-me. E se viemos juntos íamos regressar juntos. Ou mesmo que não regressássemos,
pelo menos juntos estávamos.
Entretanto aterra um avião era o voo da TAAG que partiu de
manhã que iria sair para Luanda.
Enquanto isto, eu já tinha convivido e recolhido toda uma
lista de contactos dos existentes sentados naqueles bancos da esfera psi.
Surge a informação que o avião da sonair viria.
Eram 16h (já lá estava desde as 8h00, o almoço e o concerto
em Luanda esperavam, pendentes).
Às 17h veio. Em êxtase entrámos no voo (relembro que já
tinha entrado e saído da porta de embarque umas 5 vezes) e desde a última vez
até esta, em que subia paulatinamente as escadinhas da sonair nunca mais
ninguém me pediu o passaporte, o visto ou o bilhete. Eu podia ser o Carlos
Sousa e ter um bilhete para Marraquexe que ali estaria, segura, se calhar também
com uns 20kgs de carne de porco (ou de outra coisa qualquer) na bagageira.
Eu, que tinha vindo preparada com umas folhinhas com
certificado de vacinas, curriculum, vistos, biografia, (só faltava a composição
que tive excelente e fiz na 4ªclasse) e ninguém me pediu nada!
As passageiras levaram em mão as suas malinhas para a asa do
avião, conforme a habitual normalidade.
E eu aprendi que: chuva não é sinónimo de frio, branco não é
sinónimo de português e comprar um bilhete não é sinónimo de mostrá-lo.
Meus amigos, estamos em África.
PS- Da Subida
http://vimeo.com/48872611
(da Huíla a Luanda - desta vez sem passar pelo Namibe)
Lubango
Descrevo:
Sonair - Hospital Central do Lubango (Dermatologia + Psiquiatria) - Chalet (CO)
Aconteceu:
- irmãs na Fenda de Tundavala
- começou a choviscar nas cascatas e os sapatinhos a escorregar
- no Monte do Cristo Rei chovia bem e estava fechado
Vi:
- o arco-íris mais colorido
Participei:
1º Congresso dos Psicólogos
"Quando a vítima se apaixona pelo agressor"
com um moderador experiente em feitiçaria
Conheci:
a Cipri, o Senhor Aires e a Margarida
Fui conhecendo:
o Adriano, a Oksana, Otaua, Elisabete, Alda, Antónia e Josefa.
Que muito agradeço.
Pelo que:
Fui a uma festa de aniversário e um casamento
Jantei com um papagaio
Ouvi:
- É muito rápida
- 1 minuto de silêncio
- Bombardeamento de perguntas
- Os malucos já têm uma Associação em Angola
- Agir de forma pró-activa e creativa na solução de problemas (e não como bombeiros)
- Não obstante ser português, fez um bom trabalho
- Você não vai compreender o feitiço, se não for feitiçeiro
- A mulher pertence ao marido.
- Em Angola todas têm Síndrome de Estocolmo
- Se uma pessoa com HIV tiver relações sexuais com uma pessoa virgem pode curar a SIDA!
- Estamos atentos e vamos necessitar da colaboração de todos (depois de provocação)
- Estamos por cima da bola (do acontecimento)
Para recordar:
- A publicidade do RedBull a propósito de heranças e amantes ("para a menina Jaqueline Monique")
- Convite para alojamento no Hospital!
- De volta ao Chalet descubro que faço parte do Programa científico
- Agradecimento antes da autorização
- Falar pelo skype à chuva
- O Psicólogo é um especialista (tipo médico) em curar os problemas da cabeça (feridas invisíveis) que ficam depois da guerra
- De dia psicólogos, à noite curandeiros
- Festa de aniversário parece um casamento
- E no casamento: a noiva dança kizomba e leiloa-se uma gravata por 500.000kz
Sonair - Hospital Central do Lubango (Dermatologia + Psiquiatria) - Chalet (CO)
Aconteceu:
- irmãs na Fenda de Tundavala
- começou a choviscar nas cascatas e os sapatinhos a escorregar
- no Monte do Cristo Rei chovia bem e estava fechado
Vi:
- o arco-íris mais colorido
Participei:
1º Congresso dos Psicólogos
"Quando a vítima se apaixona pelo agressor"
com um moderador experiente em feitiçaria
Conheci:
a Cipri, o Senhor Aires e a Margarida
Fui conhecendo:
o Adriano, a Oksana, Otaua, Elisabete, Alda, Antónia e Josefa.
Que muito agradeço.
Pelo que:
Fui a uma festa de aniversário e um casamento
Jantei com um papagaio
Ouvi:
- É muito rápida
- 1 minuto de silêncio
- Bombardeamento de perguntas
- Os malucos já têm uma Associação em Angola
- Agir de forma pró-activa e creativa na solução de problemas (e não como bombeiros)
- Não obstante ser português, fez um bom trabalho
- Você não vai compreender o feitiço, se não for feitiçeiro
- A mulher pertence ao marido.
- Em Angola todas têm Síndrome de Estocolmo
- Se uma pessoa com HIV tiver relações sexuais com uma pessoa virgem pode curar a SIDA!
- Estamos atentos e vamos necessitar da colaboração de todos (depois de provocação)
- Estamos por cima da bola (do acontecimento)
Para recordar:
- A publicidade do RedBull a propósito de heranças e amantes ("para a menina Jaqueline Monique")
- Convite para alojamento no Hospital!
- De volta ao Chalet descubro que faço parte do Programa científico
- Agradecimento antes da autorização
- Falar pelo skype à chuva
- O Psicólogo é um especialista (tipo médico) em curar os problemas da cabeça (feridas invisíveis) que ficam depois da guerra
- De dia psicólogos, à noite curandeiros
- Festa de aniversário parece um casamento
- E no casamento: a noiva dança kizomba e leiloa-se uma gravata por 500.000kz
quarta-feira, dezembro 04, 2013
terça-feira, dezembro 03, 2013
O convidado
- Posso contar uma história?
- Era uma vez um menino que foi convidado para jantar em
casa de uns senhores. Era a primeira vez que recebiam visitas de meninos e era
uma casa pobre, em reconstrução, mas os donos convidaram-no para sua casa.
O jantar começou, tudo pronto, de chinelo calçado, a comida
apareceu na mesa, e começaram todos a usar a colher, a conversar, a trocar
histórias, a traduzir expressões, tudo corria bem e desfrutavam de um jantar
agradável.
Entretanto, chega uma senhora e sussurra à dona da casa que
o convidado não tinha passado pelo controle de segurança. E eis que a dúvida
leva a desconfiança, e antes do convidado ter tempo de se levantar para
fazê-lo, todos começaram a desconfiar que o menino não era um menino, acusando-o de ter colheres
nos bolsos e roubado garfos.
- E tens garfos escondidos nos bolsos?
- Os donos pressentiam sentir alguma vergonha, estando
apreensivos que o convidado pudesse ficar chocado ao ver como viviam e que
passasse informações para fora, mas convidaram-no para sua casa.
domingo, dezembro 01, 2013
sexta-feira, novembro 29, 2013
Tudo volta à normalidade
A quarta, é semana de confusão.
AUDITa-se, mas "só gasosa" e "em casa de cristão do sétimo dia não entra álcool"
faz-se Psiquiatria no B
mas depois de zumzuns.
Trago prendas mas não há ânimo para as oferendas.
O arroz de cabidela é sem sangue, mas com emoção: suor e lágrimas.
Depois de se contar com tudo, incluindo que me "echen (de más o de menos)"
Depois de esforços, fofocas e ficar claro que se veio para ajudar,
Quase se faz uma Psicose por listas,
Quase se pára o estágio,
Mas comida e papel higiénico nem vê-lo,
E pão só ligando
Para a Ma-mate.
Ninguém disse que ia ser fácil.
Quase gótico.
Para recordar:
Reação extrapiramidal sem antipsicótico
Tuberculose regressa à Psiquiatria
"Os bois são meus e os filhos são nossos"
Explico:
No Namibe quando se recebe as visitas o soba indica a casa em que o visitante fica, que dispensa a cama e a mulher.
No Muxico o cumprimento é o beijo na boca.
AUDITa-se, mas "só gasosa" e "em casa de cristão do sétimo dia não entra álcool"
faz-se Psiquiatria no B
mas depois de zumzuns.
Trago prendas mas não há ânimo para as oferendas.
O arroz de cabidela é sem sangue, mas com emoção: suor e lágrimas.
Depois de se contar com tudo, incluindo que me "echen (de más o de menos)"
Depois de esforços, fofocas e ficar claro que se veio para ajudar,
Quase se faz uma Psicose por listas,
Quase se pára o estágio,
Mas comida e papel higiénico nem vê-lo,
E pão só ligando
Para a Ma-mate.
Ninguém disse que ia ser fácil.
Quase gótico.
Para recordar:
Reação extrapiramidal sem antipsicótico
Tuberculose regressa à Psiquiatria
"Os bois são meus e os filhos são nossos"
Explico:
No Namibe quando se recebe as visitas o soba indica a casa em que o visitante fica, que dispensa a cama e a mulher.
No Muxico o cumprimento é o beijo na boca.
terça-feira, novembro 26, 2013
Quando quase se parece uma angolana
e recebes camisa e ofereces sumo de mucua em casa
são necessários mais comprovativos.
são necessários mais comprovativos.
domingo, novembro 24, 2013
Chilar e a muxima
Em dia de confusão, depois da Capricciosa e do empate contra o Nacional, um pouco de Chillout e Jango veleiro.
Um par de horas depois passeio pela Muxima e encontro no Canto do Catete.
Mas no final não há comunicação.
Um par de horas depois passeio pela Muxima e encontro no Canto do Catete.
Mas no final não há comunicação.
sábado, novembro 23, 2013
Na 3ª semana
já parece que estou em casa.
Para recordar:
-"Há aqui uma dose elevada de emoção na discussão - não faz isso"
-"E esse bom dia tão frio é porquê?"
Explico:
-"são seres humanos. são vossas filhas. são vossas irmãs"
Para recordar:
-"Há aqui uma dose elevada de emoção na discussão - não faz isso"
-"E esse bom dia tão frio é porquê?"
Explico:
-"são seres humanos. são vossas filhas. são vossas irmãs"
quinta-feira, novembro 21, 2013
E tudo a máquina limpou
Em caso de toma de comprimido diferente mas da mesma cor,
A bata é a melhor coisa para esta distância,
Antes de se internar doente com epilepsia.
quarta-feira, novembro 20, 2013
Diga não às drogas
"P: Sabes o que um cigarro disse ao homem?
R: Tu me fumas e eu te apago.
P: Sabes o que o álcool disse ao homem?
R: Tu me bebes e eu te afogo."
numa tertúlia com direito a dramatização teatral e vestida de música praticamente despida nesse sítio que é o Epic Sana.
Para recordar:
-"Aqui há o hábito de branqueamento de informação e falsidade"
-"Estão a sabotar o trabalho do Executivo"
Explico:
-"Eu sozinha vou a algum lado? (bato com 1 dedo na mão e quase não se ouve.. bato 2 e ouve-se um pouco mais..e 3..e 4 e com 5, a mão cheia já se ouve!)"
-"A luta é contra as moscas"
R: Tu me fumas e eu te apago.
P: Sabes o que o álcool disse ao homem?
R: Tu me bebes e eu te afogo."
numa tertúlia com direito a dramatização teatral e vestida de música praticamente despida nesse sítio que é o Epic Sana.
Para recordar:
-"Aqui há o hábito de branqueamento de informação e falsidade"
-"Estão a sabotar o trabalho do Executivo"
Explico:
-"Eu sozinha vou a algum lado? (bato com 1 dedo na mão e quase não se ouve.. bato 2 e ouve-se um pouco mais..e 3..e 4 e com 5, a mão cheia já se ouve!)"
-"A luta é contra as moscas"
segunda-feira, novembro 18, 2013
Pós engarrafamento de Luanda
Tensão? Não passa para fora.
Dor de cabeça e rigidez na nuca? O mosquito que pica no meio do pé.
Avaria mecânica? PC de 3 camungueiros.
sábado, novembro 16, 2013
Tuula
Boa companhia da Finlândia para passeio nas redondezas (para se tomar café no Cortiço, ir aos correios e fazer compras no supermercado Martal).
Na semana em que:
- surge uma a mordedura fruto da relação entre as doentes
Para recordar:
-"Honra dá-se a quem tem"
-"A tua ideia é boa"
"Às nossas mamãs matumbas que não sabem ler nem escrever, falta-lhes algum gado?"
Explico:
Olanzapina não é clozapina
Ampicilina não é amoxacilina
E rima... e rima!
Na semana em que:
- surge uma a mordedura fruto da relação entre as doentes
Para recordar:
-"Honra dá-se a quem tem"
-"A tua ideia é boa"
"Às nossas mamãs matumbas que não sabem ler nem escrever, falta-lhes algum gado?"
Explico:
Olanzapina não é clozapina
Ampicilina não é amoxacilina
E rima... e rima!
segunda-feira, novembro 11, 2013
Liberdade em Angola
Rio Kwanza.
Parque do Quissama.
Praia do Cabo Ledo.
Feriado.
Viana.
Mas nem sempre.
Para recordar:
-Confusionista (gosta de armar confusão)
-Leave away (trazer para casa)
Parque do Quissama.
Praia do Cabo Ledo.
Feriado.
Viana.
Mas nem sempre.
Para recordar:
-Confusionista (gosta de armar confusão)
-Leave away (trazer para casa)
sábado, novembro 09, 2013
Pela nata da pele
Andei a pé em Luanda até ao Hospital Josina Machel acompanhada da Rosi e
-fiz um passeio pelos Hospitais (Américo Boa Vida, Clínica Sagrada Esperança e Clínica Girassol)
-fui à Sessão de Encerramento do Congresso da Multiperfil (com concerto e sorteio de carro MAS não saiu à assistente do Pedro)
-fui à Educangola
-fui almoçar ao Coconut, à Palanca (não se pode pagar a conta porque não há luz) e jantar ao Lookal.
Para recordar:
-QI: quem indica
-Luanda ou não anda (a ambulância no trânsito)
-comprei recarregamento de telemóvel no trânsito
-fiz um passeio pelos Hospitais (Américo Boa Vida, Clínica Sagrada Esperança e Clínica Girassol)
-fui à Sessão de Encerramento do Congresso da Multiperfil (com concerto e sorteio de carro MAS não saiu à assistente do Pedro)
-fui à Educangola
-fui almoçar ao Coconut, à Palanca (não se pode pagar a conta porque não há luz) e jantar ao Lookal.
Para recordar:
-QI: quem indica
-Luanda ou não anda (a ambulância no trânsito)
-comprei recarregamento de telemóvel no trânsito
sexta-feira, novembro 08, 2013
quarta-feira, novembro 06, 2013
123 Luanda
4 de Novembro foi o meu primeiro dia em Angola
1- Não embarquei no voo previsto comprado pela Iberia (não fui dizer olá à Lucia em Madrid) - MAS
2- Fui prontamente recolocada no voo directo da TAAG Porto-Luanda
3- E alegremente surpreendida e compensada com dupla surpresa: massa!
4- Fiquei na 1ªfila da 2ª classe - MAS
5- o desembarque do avião foi pela porta traseira. Como fui a última a sair
6- desencontrei-me do compatriota, MAS entre malas surgiu o autóctone!
7- Fiquei instalada no Hospital Pediátrico - MAS
8- Fui logo apresentar-me ao Hospital Psiquiátrico e conheci o responsável do Banco de Urgência.
9- Fui almoçar ao Clube Desportivo 1º de Agosto MAS paguei 520kz por uma garrafa de água de 1,5L!
10- Passeei de carro por Luanda e Viana, MAS o que vi, apesar de intenso, foi entre entre microsonos e microdespertares!
A primeira semana no Hospital foi todos os dias no Banco de Urgência
com colegas angolanos e cubanos.
Para recordar:
- o Hospital fornece o pequeno almoço (mata-bicho) e almoço aos funcionários, que, comem juntos (e trazem água para casa)
- CID-10, doseamentos, chinelos e cigarros, congresso da colher
- Depressão pós-alambamento (perceber que o noivo tinha uma REC)
- A propósito da nacionalidade: "Se um filho teu nasce em casa da tua vizinha, ele passa a ser dela então?"
Explico:
Mal se aterra é um cheiro a gasolina. a cidade é o caos quase tanto como o trânsito, onde se vende tudo desde cartões para recarregar o telemóvel, máquinas fotográficas a tampas da retrete com diferentes padrões e vai-se passando por tudo isto enquanto se conduz para o trabalho.
1- Não embarquei no voo previsto comprado pela Iberia (não fui dizer olá à Lucia em Madrid) - MAS
2- Fui prontamente recolocada no voo directo da TAAG Porto-Luanda
3- E alegremente surpreendida e compensada com dupla surpresa: massa!
4- Fiquei na 1ªfila da 2ª classe - MAS
5- o desembarque do avião foi pela porta traseira. Como fui a última a sair
6- desencontrei-me do compatriota, MAS entre malas surgiu o autóctone!
7- Fiquei instalada no Hospital Pediátrico - MAS
8- Fui logo apresentar-me ao Hospital Psiquiátrico e conheci o responsável do Banco de Urgência.
9- Fui almoçar ao Clube Desportivo 1º de Agosto MAS paguei 520kz por uma garrafa de água de 1,5L!
10- Passeei de carro por Luanda e Viana, MAS o que vi, apesar de intenso, foi entre entre microsonos e microdespertares!
A primeira semana no Hospital foi todos os dias no Banco de Urgência
com colegas angolanos e cubanos.
Para recordar:
- o Hospital fornece o pequeno almoço (mata-bicho) e almoço aos funcionários, que, comem juntos (e trazem água para casa)
- CID-10, doseamentos, chinelos e cigarros, congresso da colher
- Depressão pós-alambamento (perceber que o noivo tinha uma REC)
- A propósito da nacionalidade: "Se um filho teu nasce em casa da tua vizinha, ele passa a ser dela então?"
Explico:
Mal se aterra é um cheiro a gasolina. a cidade é o caos quase tanto como o trânsito, onde se vende tudo desde cartões para recarregar o telemóvel, máquinas fotográficas a tampas da retrete com diferentes padrões e vai-se passando por tudo isto enquanto se conduz para o trabalho.
A maior parte das pessoas sai de casa às 5h para começar a trabalhar às 8h!
domingo, novembro 03, 2013
domingo, outubro 13, 2013
quarta-feira, outubro 09, 2013
domingo, outubro 06, 2013
sábado, outubro 05, 2013
sábado, setembro 28, 2013
domingo, setembro 22, 2013
segunda-feira, setembro 09, 2013
terça-feira, agosto 27, 2013
SU Psi
Vão me por medicação na "c*n*"?
cuja combinação de letras exclui:
- cume
- cima
- cana
- cone
...
(by night)
cuja combinação de letras exclui:
- cume
- cima
- cana
- cone
...
(by night)
segunda-feira, agosto 26, 2013
sexta-feira, agosto 09, 2013
A justificação
da prescrição
que apesar de coadjuvada
conjuntamente
a título experimental
não foi ainda completamente aceite.
Até o ser!
que apesar de coadjuvada
conjuntamente
a título experimental
não foi ainda completamente aceite.
Até o ser!
domingo, julho 28, 2013
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