Lembras-te do que fizemos na 2ª feira? E na 5ª?
Esta extensa e infindável aventura de duas semanas semi-começou em Siena, com uma curta passagem pela perigosa madrugada de Nápoles e encetou nessa já manhã de
Benevento em que me fui passeando sozinha até encontrar o primeiro bocadinho de Sotão. Com concertos pelo meio, um ou outro grupo turco ou italiano de Teatro à mistura e ainda tempo para um aniversário, lá fomos para a família.
Passeios por
Torrecusa e esperas perturbantes por autocarros inexistentes.
Chegámos a
Nápoles. Que passeios pela noite e almoços inesperados no Presidente.
De regresso a Benevento na loucura da boleia, reencontros e tensão na pré-estreia de Pedras Negras, com direito a posterior folia na Pousada.
E voltámos a Nápoles.
Ora, todos sabemos que a melhor pizza é em Itália; e em Itália onde ela é mesmo boa é em Nápoles e onde ela é mesmo melhor é no Miguel – logo, que comi a melhor Pizza do Mundo!
Com a família Fabris chegámos a
Padova e com a família Lusiani por lá ficámos.
Próxima-paragem:
Bolonha. Ir e vir para a surpresa.
Depois de todas estas indas e vindas, não fosse eu já estar um pouco baralhada com tanta viagem inesperada e sítios lindíssimos que se me iam avizinhando aos olhos, ainda não sabia que me iriam roubar o telemóvel, muito menos que iria ser insultada pelos polícias.
Enfim. E lá fui para
Veneza que acabei por perder muitos comboios com esta história do roubo. Fantástica. As maiores palhaçadas possíveis nesse local estupendo que é a Piazza de S. Marcos à noite, a surpresa do Hospital de Veneza e a Feira de Queijos, que entre gargalhadas desequilibradas e olhares cúmplices, não faziam querer que esta jornada estava a terminar.