Fui-me despedir dela.
Agarrou-me na mão a choramingar, e disse que era cruel a sentença, a doença.
Como havia de dizer aos seus filhos, que para ela já não havia esperança?
Depois perguntou-me que tipo de médica é que eu queria ser. E brincou que havia de ser minha doente: “Sim, porque entre estas coisas todas, eu tenho uma depressão.”
Ela que um dia me disse que parecia mais velha, mais cientista e mais Médica de óculos!
Fechei a porta.
Era o seu último dia ali. E o meu também.
quinta-feira, agosto 12, 2010
segunda-feira, agosto 09, 2010
segunda-feira, julho 26, 2010
terça-feira, julho 20, 2010
Noite na Cirurgia
segunda-feira, julho 19, 2010
The Temper Trap
Luzes verdes e fluorescentes. Mesmo ali. A reproduzir o que já foi um grande momento.
@SBSR
domingo, julho 11, 2010
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