segunda-feira, outubro 30, 2006

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Não tenhas saudades, pó,
De algo que nunca existiu.
Não hás-de deixar em mim
Nada que venha para ficar.
És pó, apenas e só,
Como pude de ti gostar?

1 comentário:

João Filipe Ferreira disse...

esta lindo:)
beijinho