Quero saber tudo aquilo que não posso perguntar.
Sentir a expectativa dos mais velhos, mas não penso nisso.
Apenas reconheço silenciosamente que há qualquer coisa de diferente, revoltosa e problemática. Um ardor, não de espinho, mas de espuma, de relances equívocos e gestos maliciosos.
Tudo tão prosaico como as lacunas da minha memória.
A desmistificação de disabores, a honestidade e o sentido de humor.
Nem sempre se percebe para onde caminha, mas não fica indiferente.
Gosto, obsessivamente.
Melhor do que já foi vivido é o que falta viver.
E vou descobrir, custe o que custar.
sábado, fevereiro 10, 2007
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