quarta-feira, setembro 22, 2010

Confúcio

Depois do choque de voltar da China, nada como aprender Chinês como provocação.

O objectivo era aprender a falar e escrever o básico, ou pelo menos compreender e falar um bocadinho de Chinês simplificado, ou cá entre nós mandarim, e reconhecer o máximo de símbolos que depois de um dia de trabalho em Medicina se pode conseguir.
Embora haja mais de 50mil caracteres chineses, se mais de 1 bilião e meio de pessoas do outro lado do mundo consegue ler e falar este idioma, nada como também dar uma oportunidade à língua deste lado do planeta.
E assim me inaugurei no Instituto Confúcio.

Ora, depois de um dia de trabalho, aprender Chinês não só é muito terapêutico, como é de morrer a rir.
A Professora e toda a classe riem-se constantemente dos ruídos e sonidos, que muitas vezes nos saem literalmente ao lado, sempre que alguém tenta com coragem, começar a repetir um dos requisitados sons das várias combinações de iniciais e de finais.
E aí muitas vezes é o pim pam pum. Aprende-se a colocar a língua nos dentes para ser mais chinês e o som sair de uma forma mais autêntica. Mas por vezes torna-se difícil.
A própria professora também se baralha um bocado, mas já ela, é mais no Inglês, porque diz sempre “Do you think so?” quando quer dizer “Don’t you think so?”

Sim, nem sempre se percebe, daí o Chinês ser Chinês.

1 comentário:

N disse...

SAUDADES! E quero ouvir isso tudo ao vivo.