Há quem diga que é a idade
mítica, a idade crítica ou a idade máxima.
Modéstia à parte, a celebração deste ano foi
a conta-gotas, qual festa cigana que se anuncia e persiste.
Teve do melhor e do pior, já me
confessaram.
O pior, restaurante Astória e a sopa de sagu, que apesar de terem sido unânimes em sinistros, ainda permitiram
umas salutares risadas.
O melhor, as surpresas, as
meiguices, as prendas e o bolo de chocolate, que não era do melhor do mundo, mas tinha pimenta e rosa, e soube tão bem.
A festa. As festas. O jantar.
Os jantares. O almoço. Os almoços.
Dos amigos. E da família.
Chegou a ter 27 velas que, depois do volume residual a transbordar de completo, foram todas apagadas à segunda vez.
Foi bom. E soube muito bem.
Li num estudo científico que a
velhice começa nesta idade.
Sei igualmente que para alguns é
encarada como um marco negativo,
sem evidência de ciência.
Se os 27 são decisivos por
serem assim, eles que se estreiem!
De longe, como a prenda: lounge
chair.
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