Nos poucos tempos livres da USF, lá fui conhecendo as zonas de Lisboa ao procurar casa - vi 13!
As zonas variaram desde Campo de Ourique, Rato, Lapa, Graça, São Sebastião da Pedreira (ao lado do Corte Inglés), Rua das Laranjeiras, Intendente, Príncipe Real e Areeiro (não obrigada).
Mas isto aqui tem que se ser rápido.
Entre ver a casa da Graça e gostar dela e a Bia ir vê-la no dia a seguir, a casa já estava alugada.
De resto, é tudo ou meio-velho, ou meio-caro, ou meio-fora-de-mão.
Os dias de trabalho acabaram quase sempre em jantares em casa de amigos, ou no bairro, ou com o pai ou em aniversários.
O ir de um sítio para o outro foi sempre acompanhado pelo, agora meu, novo amigo: GPS Joaquim.
Como tal, só vou a sítios que saiba a morada, para impedir situações como combinar no Marquês, e uma vez que o único resultado encontrado era a Rotunda do Marquês, fiquei, de forma insegura, (qual bolinha pinchona azul elétrica) a dar voltas à rotunda, até saber onde especificamente, e se sempre era na Rotunda do Marquês.
A Sexta foi para café curto no Salto Alto, que foi o máximo que o cansaço permitiu e o Sábado foi para as caipirinhas no Bairro.
Muito bom :)
O Domingo foi para não sair de casa e actualizar a cultura televisa das tardes da SIC.
A busca continua e o Centro de Saúde também..
A ver vamos.
domingo, janeiro 10, 2010
quarta-feira, janeiro 06, 2010
Pérolas Várzea de Sintra
- O Sr. sofre de alguma coisa?
- Já fui operado aos intestinos porque tinha pickles e tenho amororas.
(pickles eram pólipos, mas que sem o Ó em Lisboa, os tais polÍpos soavam antes a pickles. Já as amororas eram claramente as hemorróides)
- Já fui operado aos intestinos porque tinha pickles e tenho amororas.
(pickles eram pólipos, mas que sem o Ó em Lisboa, os tais polÍpos soavam antes a pickles. Já as amororas eram claramente as hemorróides)
segunda-feira, janeiro 04, 2010
Olá lisboa
A viagem
Partida: Alameda Jardins da Arrábida às 16h30, que já foi tarde de si na hora.
Chegada: Rua D. João V 22h00, Lisboa. Mas foi pelas paragens e pela precaução e vá, pela trenguice também.
Personagens Principais: Carro 1 cheiíssimo de malas: Piloto1- Eu, Co-piloto1: Bia; Carro2 não tão cheio de malas: Camila e Maria João.
Figurantes: Encontro com o Carro 3 algarvio (Fernando Jorge e Miguel Costa).
Paragem em Leiria, Aveiras, Olaias e Alfama.
Apesar do GPS ter pifado na entrada em Lisboa e não reconhecer o terreno alfacinha, teve uma prestação razoável.
E lá cheguei ao temporário lar doce lar, com a carne transmontana da Sara à espera. :)
O Hospital (o dia a seguir)
Ir para o Hospital Egas Moniz (HEM) e o GPS pifar a meio da Avenida Infante Santo e dizer: "Você chegou ao seu destino". Ao que eu, inocentemente, abro a janela e tento avistar o HEM e pergunto a uma senhora, e ela me contesta: "Oh menina, tá muito longe! Isso é só em Belém!"
Pânico lançado! Eu no meio de Lisboa, sem um GPS orientado, sem ter a mínima ideia para onde ir. Esquerda? Direita? Marcha-a-trás? Lá tento reanimar a criatura. Mas em vão. Estava por mim. Eu, comigo mesma. Tive que recorrer ao antigo método rupestre de abrir a janela e ir perguntando. Fazer uma ou outra chamada a amigo que percebesse do assunto e procurar lugar para estacionar.
Uma vez chegada ao tão esperado dito cujo, fiz logo 3 amiguinhos (dois que já eram amigos-de-amigos-de-amiga e a outra que era, ela própria, amiga deles): a Luísa, o João Nuno e a Rita.
Burocracias e papeladas, e escolha de rotações.
Sendo que fui a ante-penúltima a escolher, fiquei na Unidade de Saúde Familiar de Sintra: sozinha!
Que é como quem diz, queres ir para Lisboa, queres? Ai não tens casa ainda? Então toma lá Sintra a ver se gostas das lezírias.
Partida: Alameda Jardins da Arrábida às 16h30, que já foi tarde de si na hora.
Chegada: Rua D. João V 22h00, Lisboa. Mas foi pelas paragens e pela precaução e vá, pela trenguice também.
Personagens Principais: Carro 1 cheiíssimo de malas: Piloto1- Eu, Co-piloto1: Bia; Carro2 não tão cheio de malas: Camila e Maria João.
Figurantes: Encontro com o Carro 3 algarvio (Fernando Jorge e Miguel Costa).
Paragem em Leiria, Aveiras, Olaias e Alfama.
Apesar do GPS ter pifado na entrada em Lisboa e não reconhecer o terreno alfacinha, teve uma prestação razoável.
E lá cheguei ao temporário lar doce lar, com a carne transmontana da Sara à espera. :)
O Hospital (o dia a seguir)
Ir para o Hospital Egas Moniz (HEM) e o GPS pifar a meio da Avenida Infante Santo e dizer: "Você chegou ao seu destino". Ao que eu, inocentemente, abro a janela e tento avistar o HEM e pergunto a uma senhora, e ela me contesta: "Oh menina, tá muito longe! Isso é só em Belém!"
Pânico lançado! Eu no meio de Lisboa, sem um GPS orientado, sem ter a mínima ideia para onde ir. Esquerda? Direita? Marcha-a-trás? Lá tento reanimar a criatura. Mas em vão. Estava por mim. Eu, comigo mesma. Tive que recorrer ao antigo método rupestre de abrir a janela e ir perguntando. Fazer uma ou outra chamada a amigo que percebesse do assunto e procurar lugar para estacionar.
Uma vez chegada ao tão esperado dito cujo, fiz logo 3 amiguinhos (dois que já eram amigos-de-amigos-de-amiga e a outra que era, ela própria, amiga deles): a Luísa, o João Nuno e a Rita.
Burocracias e papeladas, e escolha de rotações.
Sendo que fui a ante-penúltima a escolher, fiquei na Unidade de Saúde Familiar de Sintra: sozinha!
Que é como quem diz, queres ir para Lisboa, queres? Ai não tens casa ainda? Então toma lá Sintra a ver se gostas das lezírias.
sábado, janeiro 02, 2010
segunda-feira, dezembro 21, 2009
México e Cuba
1ª etapa - Partida
Escala em Madrid. Conversas com a Nuria e a Lucia. Voo para Havana. Dormir aos bocadinhos.
2ª etapa - Chegada a Cuba.
Muito calor e era uma vez uma camisola a menos. A funcionária que dá apenas um quadradinho de papel higiénico. O cartaz e o Vicente à espera. A Casa da Aidita. Sair à Zorra y el Cuervo. 2 daikiris e 1 charuto.
Acordar com o Super desayuno das frutas do Carlos. Cambio para pesos convertíveis. A seca da internet no Presidente. Sandálias trocadas. De volta ao aeroporto, mas sem saber da taxa aeroportuária. Quase mesmo correr e os altifalantes.
3ª etapa – México. Cidade do México.
Jantar sandes picantes, seguidas pelo Furioso. Em busca da Nancy (Calle Navarra 232). Passeios pela noite. Plaza Garibaldi e os Mariachis. Cerveja com sal e limão (michelada). Em busca do Hotel, mas só há para dois. Descobrir o TV Color (Hotel Santo António).
As baratas. Acordar cedo. Tomar o “Eje”. Palácio das Bellas Artes. Os quadros e as visitas com as crianças. Almoçar no Taco Inn. Passeios pela zona dos vestidos de noiva. Museu José Luis Cuevas. Zócalo. Plaza de la Costituición. Catedral. Templo Mayor e as ruínas. Subir o mirador da Torre Latina. Tentar telefonar à Nancy e o indicativo. O chinês e as diarreias.
Estação Norte. Autocarro até Teotihuacán. A t-shirt da mexicana. A pirâmide do Sol. A pirâmide da Lua. Muito Sol. Não há água. As criancinhas da escola. As fotografias aos portugueses. A calçada dos mortos. Voltar ao DF. Bolos mexicanos. Nancy bate à porta do quarto errado. Passeios por Coyoacan. Comer milho. A casa onde bailava ballet. Cerveja com a prima. Jantar no típico mexicano “chic”.
Metro e mudança de planos. Museu Nacional de Antropologia. Muitas salas com as culturas e as eras. Parque de Chapultepec. Hamburgueres Hawaianos. Zoológico. Os pandas. A lontra e os pinguins. Castelo Chapultepec. Levantar dinheiro, mas afinal os estudantes não pagam. Zona rosa. Lanchar e jantar. Sair à noite. As danças e a banda.
Desayuno com a Nancy no mexicano “Sanborns” em Coyoacan. Casa da Frida Kahlo e do Diego Riviera. Taxi 38 pesos. Casa da Nancy, o ananás e sua família. Pai Nancy deixa-nos no metro. Primeira experiência com o ar-condicionado dos autocarros da ADO.
4ª etapa – Puebla
Hermillo e Edwin. Sangria no último andar do Hotel. Jantar tacos mexicanos típicos.
Cholula e a pirâmide. A Universidade do Hermilo. Almoço no coze-o-que-pedimos. Passeios pelo centro. Artesanato nas ruas. Bares alternativos e Martini de chocolate de menta. Jantar no sushi.
Casa de câmbio. Almoçar no animado “La ciudad”. Compras no supermercado. Noite da Francesinha. Sair. Garrafa da Bacardi.
Despedida. Autocarro da ADO e as pelis.
5ª etapa – Oaxaca
Hostel “El Quijote”. Passear. Mercado do Artesanato. Mercado da Comida. Almoço no Mercado. A Catedral. Correio. Jantar quase por engano chapolinos (gafanhotos).
O Tour. Amigos Mijke e Reto. Arbol de Tule (Maior árvore do Mundo). Teotitlán del Valle (Fiar os Tapetes). Hierve el agua (cascata calcificada). Mitla (ruínas). El Mezcal (bebida). Jantar no Italiano. Muita Salsa e as garrafas.
Monte Alban. Almoçar na Cantina Mexicana com o canadiano. Passear pelos Mercados. Gelado na Praça. Cocktail de Tequilla. Autocarro.
6ª etapa – Chiapas
San Cristóban de las casas. Desayuno no Hostel “Backpackers” quase com a argentina. Cañon del Sumidero. As lanchas, o gelado, os cabelos e o vento. Autocarro agreste até o centro. Passeio pelos mercados e a Plaza 31 de Marzo. Comprar ingredientes. Cozinhar. Os amigos e a fogueira. Dormir com o frio e a roupa.
Acordar em cima da hora. Os boxers, o sapato da montanha aeiou e o camião. Cascadas de Agua Azul. A molha nas Cascadas de Misol-Há. Ruinas de Palenque. A melhor espetada mexicana. Adeus aos Amigos canadianos na paragem de autocarro (e o perdido francês).
7ª etapa – Tulum
“Maria Sabina” Hostel. Pessoas alternativas. Emoção com a praia. Mais uma maré e menos uns óculos. Andar uns kms para comer. Energia só entre as 19h00 e as 22h00. A escuridão e a cozinha. Conversas e as estrelas na praia. Mosquitos.
Não se dorme, mas há sol pela manhã. Almoçar no centro. Autocarro.
8ª etapa – Playa del Carmen
Civilização again. SuperMenu no McDonalds por 2 euros. O argentino. A grávida dos Hamburguers a 25 pesos. Cocktail nos baloiços. Portugal, ao lado da Nicaragua. Hein? As pulgas.
Parque X-Caret. Nadar no rio com os óculos e a ver peixes. Buffet extra comida e menos vestido. Tartarugas e tubarões no aquário. A casa de banho e os cavalos. Espectáculo mexicano. Já somos amigos dos hamburguers.
Chichen-Itza. Cenote Zaci. A casa do chocolate de Valladolid. As pessoas do ICBAS. Discoteca Coco Bongo. A máscara, os artistas, as bebidas e as acompanhantes.
Esticar o pé na praia da Playa. A Lavandaria e o avião.
9ª etapa – De volta a cuba. Para Varadero.
Dormir em Havana na Aidita. Taxi e as 3 paragens para verificar documentos pelo caminho. Varadero. Hotel Sol Sirenas. Os passarinhos a voar no Buffet. Não encontrar as pessoas na praia. Reencontros. Juntar-nos à viajem de finalistas. Jantar. Festa no Resort. Piñacolada com Rum. Club Sandwich.
Praia. A água é quente. Sair à Casa da Música. Os refreguetons dos espectáculos cubanos na Casa da Música.
A chuva. Mercado de Artesanato. Passeio no Cadilac. A argolada da inauguração do Restaurante Oriental. Última Noite.
10ª etapa – Alugar carro em Cuba
Partida de Varadero no Peugeot 206 azul, T21664 na matícula vermelha. Dar boleia à Mãe cubana até Perico. As estradas cubanas que atravessam as cidades. Cólon. Los Arabos. Santo Domingo. Santa Clara. Reorientações. Perdidos again. Maricaragua. Curvas perigosas e enjoos nos Topes de Collants. Trinidad. Sr Bêbado a procurar casa. Os dois e a clandestina.
Passeios. Casa da Cultura. Tocar piano. Mas não querem uma aula de salsa? Mercado. Casa da Música e a demonstração do CD. Playa Ancón. Cienfuegos. Voltas by night. Perrito caliente. Não querem comer em casa dos cubanos?
A mensagem com as colocações do Ano Comum. Café Telegrafo. Internet lenta em frente ao Hotel Union. Banco. Playa Girón deserta. Hamburgueres falsos, tortillas e pastas no sítio vazio. Playa Larga. A rolote e o rum. O Hotel. Água de coco. Tomar banho by night. Até Havana.
11ª etapa – Havana
Olá Aidita. E o passaporte?
Embaixada de Portugal. Desayuno. Aquário Nacional de Cuba. Golfinhos e beijo dos leões marinhos. Deixar carro no Habana Libre. Passear e comer 5 gelados. Habana Vieja. Jantar típico cubano.
SuperDesayuno. Compras no Mercado. Capitolio. Particularidades do Museu de Arte Colonial. Os Mojitos na Bodeguita del Medio. Jantar cubano em casa. Aprender a dançar salsa com o DVD. Os 14 CUCs e sair à noite na garajem.
Museu do Ron Havana Club. Almoço típico. Os livros cubanos. A internet do Parque central. Lanche cubano em casa. O casal velho e a boleia para o aeroporto. A neve em Madrid e o voo que está 8 horas atrasado. Dormir, comer o esparguete sem lentes e continuar a dormir. Afinal não perdemos o outro avião em Madrid.
12ª etapa - Voltar
Escala em Madrid. Conversas com a Nuria e a Lucia. Voo para Havana. Dormir aos bocadinhos.
2ª etapa - Chegada a Cuba.
Muito calor e era uma vez uma camisola a menos. A funcionária que dá apenas um quadradinho de papel higiénico. O cartaz e o Vicente à espera. A Casa da Aidita. Sair à Zorra y el Cuervo. 2 daikiris e 1 charuto.
Acordar com o Super desayuno das frutas do Carlos. Cambio para pesos convertíveis. A seca da internet no Presidente. Sandálias trocadas. De volta ao aeroporto, mas sem saber da taxa aeroportuária. Quase mesmo correr e os altifalantes.
3ª etapa – México. Cidade do México.
Jantar sandes picantes, seguidas pelo Furioso. Em busca da Nancy (Calle Navarra 232). Passeios pela noite. Plaza Garibaldi e os Mariachis. Cerveja com sal e limão (michelada). Em busca do Hotel, mas só há para dois. Descobrir o TV Color (Hotel Santo António).
As baratas. Acordar cedo. Tomar o “Eje”. Palácio das Bellas Artes. Os quadros e as visitas com as crianças. Almoçar no Taco Inn. Passeios pela zona dos vestidos de noiva. Museu José Luis Cuevas. Zócalo. Plaza de la Costituición. Catedral. Templo Mayor e as ruínas. Subir o mirador da Torre Latina. Tentar telefonar à Nancy e o indicativo. O chinês e as diarreias.
Estação Norte. Autocarro até Teotihuacán. A t-shirt da mexicana. A pirâmide do Sol. A pirâmide da Lua. Muito Sol. Não há água. As criancinhas da escola. As fotografias aos portugueses. A calçada dos mortos. Voltar ao DF. Bolos mexicanos. Nancy bate à porta do quarto errado. Passeios por Coyoacan. Comer milho. A casa onde bailava ballet. Cerveja com a prima. Jantar no típico mexicano “chic”.
Metro e mudança de planos. Museu Nacional de Antropologia. Muitas salas com as culturas e as eras. Parque de Chapultepec. Hamburgueres Hawaianos. Zoológico. Os pandas. A lontra e os pinguins. Castelo Chapultepec. Levantar dinheiro, mas afinal os estudantes não pagam. Zona rosa. Lanchar e jantar. Sair à noite. As danças e a banda.
Desayuno com a Nancy no mexicano “Sanborns” em Coyoacan. Casa da Frida Kahlo e do Diego Riviera. Taxi 38 pesos. Casa da Nancy, o ananás e sua família. Pai Nancy deixa-nos no metro. Primeira experiência com o ar-condicionado dos autocarros da ADO.
4ª etapa – Puebla
Hermillo e Edwin. Sangria no último andar do Hotel. Jantar tacos mexicanos típicos.
Cholula e a pirâmide. A Universidade do Hermilo. Almoço no coze-o-que-pedimos. Passeios pelo centro. Artesanato nas ruas. Bares alternativos e Martini de chocolate de menta. Jantar no sushi.
Casa de câmbio. Almoçar no animado “La ciudad”. Compras no supermercado. Noite da Francesinha. Sair. Garrafa da Bacardi.
Despedida. Autocarro da ADO e as pelis.
5ª etapa – Oaxaca
Hostel “El Quijote”. Passear. Mercado do Artesanato. Mercado da Comida. Almoço no Mercado. A Catedral. Correio. Jantar quase por engano chapolinos (gafanhotos).
O Tour. Amigos Mijke e Reto. Arbol de Tule (Maior árvore do Mundo). Teotitlán del Valle (Fiar os Tapetes). Hierve el agua (cascata calcificada). Mitla (ruínas). El Mezcal (bebida). Jantar no Italiano. Muita Salsa e as garrafas.
Monte Alban. Almoçar na Cantina Mexicana com o canadiano. Passear pelos Mercados. Gelado na Praça. Cocktail de Tequilla. Autocarro.
6ª etapa – Chiapas
San Cristóban de las casas. Desayuno no Hostel “Backpackers” quase com a argentina. Cañon del Sumidero. As lanchas, o gelado, os cabelos e o vento. Autocarro agreste até o centro. Passeio pelos mercados e a Plaza 31 de Marzo. Comprar ingredientes. Cozinhar. Os amigos e a fogueira. Dormir com o frio e a roupa.
Acordar em cima da hora. Os boxers, o sapato da montanha aeiou e o camião. Cascadas de Agua Azul. A molha nas Cascadas de Misol-Há. Ruinas de Palenque. A melhor espetada mexicana. Adeus aos Amigos canadianos na paragem de autocarro (e o perdido francês).
7ª etapa – Tulum
“Maria Sabina” Hostel. Pessoas alternativas. Emoção com a praia. Mais uma maré e menos uns óculos. Andar uns kms para comer. Energia só entre as 19h00 e as 22h00. A escuridão e a cozinha. Conversas e as estrelas na praia. Mosquitos.
Não se dorme, mas há sol pela manhã. Almoçar no centro. Autocarro.
8ª etapa – Playa del Carmen
Civilização again. SuperMenu no McDonalds por 2 euros. O argentino. A grávida dos Hamburguers a 25 pesos. Cocktail nos baloiços. Portugal, ao lado da Nicaragua. Hein? As pulgas.
Parque X-Caret. Nadar no rio com os óculos e a ver peixes. Buffet extra comida e menos vestido. Tartarugas e tubarões no aquário. A casa de banho e os cavalos. Espectáculo mexicano. Já somos amigos dos hamburguers.
Chichen-Itza. Cenote Zaci. A casa do chocolate de Valladolid. As pessoas do ICBAS. Discoteca Coco Bongo. A máscara, os artistas, as bebidas e as acompanhantes.
Esticar o pé na praia da Playa. A Lavandaria e o avião.
9ª etapa – De volta a cuba. Para Varadero.
Dormir em Havana na Aidita. Taxi e as 3 paragens para verificar documentos pelo caminho. Varadero. Hotel Sol Sirenas. Os passarinhos a voar no Buffet. Não encontrar as pessoas na praia. Reencontros. Juntar-nos à viajem de finalistas. Jantar. Festa no Resort. Piñacolada com Rum. Club Sandwich.
Praia. A água é quente. Sair à Casa da Música. Os refreguetons dos espectáculos cubanos na Casa da Música.
A chuva. Mercado de Artesanato. Passeio no Cadilac. A argolada da inauguração do Restaurante Oriental. Última Noite.
10ª etapa – Alugar carro em Cuba
Partida de Varadero no Peugeot 206 azul, T21664 na matícula vermelha. Dar boleia à Mãe cubana até Perico. As estradas cubanas que atravessam as cidades. Cólon. Los Arabos. Santo Domingo. Santa Clara. Reorientações. Perdidos again. Maricaragua. Curvas perigosas e enjoos nos Topes de Collants. Trinidad. Sr Bêbado a procurar casa. Os dois e a clandestina.
Passeios. Casa da Cultura. Tocar piano. Mas não querem uma aula de salsa? Mercado. Casa da Música e a demonstração do CD. Playa Ancón. Cienfuegos. Voltas by night. Perrito caliente. Não querem comer em casa dos cubanos?
A mensagem com as colocações do Ano Comum. Café Telegrafo. Internet lenta em frente ao Hotel Union. Banco. Playa Girón deserta. Hamburgueres falsos, tortillas e pastas no sítio vazio. Playa Larga. A rolote e o rum. O Hotel. Água de coco. Tomar banho by night. Até Havana.
11ª etapa – Havana
Olá Aidita. E o passaporte?
Embaixada de Portugal. Desayuno. Aquário Nacional de Cuba. Golfinhos e beijo dos leões marinhos. Deixar carro no Habana Libre. Passear e comer 5 gelados. Habana Vieja. Jantar típico cubano.
SuperDesayuno. Compras no Mercado. Capitolio. Particularidades do Museu de Arte Colonial. Os Mojitos na Bodeguita del Medio. Jantar cubano em casa. Aprender a dançar salsa com o DVD. Os 14 CUCs e sair à noite na garajem.
Museu do Ron Havana Club. Almoço típico. Os livros cubanos. A internet do Parque central. Lanche cubano em casa. O casal velho e a boleia para o aeroporto. A neve em Madrid e o voo que está 8 horas atrasado. Dormir, comer o esparguete sem lentes e continuar a dormir. Afinal não perdemos o outro avião em Madrid.
12ª etapa - Voltar
quinta-feira, novembro 19, 2009
terça-feira, outubro 06, 2009
2 milhões
segunda-feira, setembro 14, 2009
Não Regresso às Aulas
Para muitos, chegou a fase do Setembro dominada pela azáfama do regresso às aulas.
Na trajectória de um estudante, por vezes, tudo é uma gigante dúvida e o futuro pode ser reduzido a um aventureiro e inquietante ponto de interrogação.
Quando há seis anos entrei pela primeira vez no edifício secular do ICBAS, longe estava de adivinhar as implicações que iria ter aquela nova etapa, no meu precurso e projecto de vida.
O eminente átrio e restantes instalações, por vezes insuficientes, desde cedo proporcionaram um intenso contacto entre aqueles que partilhavam este espaço, facilitando o convívio, nomeadamente a diversão nas célebres “Flower Power”.
Por considerar essencial viver intensamente a Universidade, não só a nível do ensino mas também nas actividades associadas, introsei-me em várias delas.
No sentido de tomar conhecimento com o ensino e a prática médica noutras realidades, particularmente no estrangeiro, participei e reparticipei no Programa Erasmus.
A possibilidade de vivenciar estas enriquecedoras experiências permitiu-me enfrentar novos desafios, conviver com diferentes culturas, aprender novas línguas e criar novas amizades.
Chego ao fim desta etapa de estudante, levando comigo não só um diploma, mas uma satisfação pessoal no meu percurso académico, um leque alargado de contactos, colegas e amigos, nacionais e internacionais, que partilharam comigo fases distintas deste meu trajecto.
Em breve inicío a aventura de ser médica, quiçá a nova etapa do resto da minha vida.
Por isso desculpem, mas este ano não regresso às aulas.
Na trajectória de um estudante, por vezes, tudo é uma gigante dúvida e o futuro pode ser reduzido a um aventureiro e inquietante ponto de interrogação.
Quando há seis anos entrei pela primeira vez no edifício secular do ICBAS, longe estava de adivinhar as implicações que iria ter aquela nova etapa, no meu precurso e projecto de vida.
O eminente átrio e restantes instalações, por vezes insuficientes, desde cedo proporcionaram um intenso contacto entre aqueles que partilhavam este espaço, facilitando o convívio, nomeadamente a diversão nas célebres “Flower Power”.
Por considerar essencial viver intensamente a Universidade, não só a nível do ensino mas também nas actividades associadas, introsei-me em várias delas.
No sentido de tomar conhecimento com o ensino e a prática médica noutras realidades, particularmente no estrangeiro, participei e reparticipei no Programa Erasmus.
A possibilidade de vivenciar estas enriquecedoras experiências permitiu-me enfrentar novos desafios, conviver com diferentes culturas, aprender novas línguas e criar novas amizades.
Chego ao fim desta etapa de estudante, levando comigo não só um diploma, mas uma satisfação pessoal no meu percurso académico, um leque alargado de contactos, colegas e amigos, nacionais e internacionais, que partilharam comigo fases distintas deste meu trajecto.
Em breve inicío a aventura de ser médica, quiçá a nova etapa do resto da minha vida.
Por isso desculpem, mas este ano não regresso às aulas.
segunda-feira, agosto 31, 2009
Holidays
-They don’t know how it really feels
They’re just here on holidays
Like dummies filling landscapes
How could they see you cry
Do you remember me?
I was the one that held you through
I held the spotlight when you did that crazy dance
- Ah! E era um sumo de laranja. Mas acabaram as laranjas. Oh vá lá!
- ?!?
quinta-feira, julho 23, 2009
terça-feira, junho 30, 2009
quarta-feira, junho 24, 2009
A Escola
A cadeira tapa a ventoinha, por isso vou abrir a janela.
Os vidros estão sujos.
É dia.
As crianças vão à escola e os pais ainda levam as crianças. Há mais crianças e há mais professores. Todos para a escola. Por isso há mais carros. Mais carros, menos lugares, mais barulho e menos espaço. E mais trânsito, sobretudo mais trânsito. Há menos tempo, menos música e mais pressa.
É noite.
As crianças já sairam da escola e brincam na relva e os adultos passeiam no parque depois de sair do trabalho, que é à mesma hora que se liga o sistema de rega. Os pais chamam as crianças para jantar e só fica um ser pensante debaixo duma árvore.
É tarde.
Vou fechar a janela.
Os vidros continuam sujos.
Os vidros estão sujos.
É dia.
As crianças vão à escola e os pais ainda levam as crianças. Há mais crianças e há mais professores. Todos para a escola. Por isso há mais carros. Mais carros, menos lugares, mais barulho e menos espaço. E mais trânsito, sobretudo mais trânsito. Há menos tempo, menos música e mais pressa.
É noite.
As crianças já sairam da escola e brincam na relva e os adultos passeiam no parque depois de sair do trabalho, que é à mesma hora que se liga o sistema de rega. Os pais chamam as crianças para jantar e só fica um ser pensante debaixo duma árvore.
É tarde.
Vou fechar a janela.
Os vidros continuam sujos.
quarta-feira, junho 10, 2009
.pt
Há aviões que nos teletransportam, levam-nos de uma realidade para outra e há aviões que nos trazem a casa.
Há os que se apanham com adrenalina, nos levam à aventura e os que trepidam e se apanham a medo.
Há aviões directos e aviões com escala.
Há os que nos deixam saudades e outros que juramos não repetir.
Há aviões secretos e aviões públicos.
Há os que têm revistas cor-de-rosa e os que nos trazem o New York Times.
Há aviões extravagantes e coloridos e aviões discretos versão monocor.
Há os que não custam nada e os que nos custam tudo.
Há aviões que nos levam a 17 sítios e há aviões que não nos chegam a levar a lado nenhum.
Há os que se apanham com adrenalina, nos levam à aventura e os que trepidam e se apanham a medo.
Há aviões directos e aviões com escala.
Há os que nos deixam saudades e outros que juramos não repetir.
Há aviões secretos e aviões públicos.
Há aviões extravagantes e coloridos e aviões discretos versão monocor.
Há os que não custam nada e os que nos custam tudo.
Há aviões que nos levam a 17 sítios e há aviões que não nos chegam a levar a lado nenhum.
domingo, maio 31, 2009
Do Widzenia
A de Acordar.
B de Barbecue, Barco e Biblioteca.
C de Cerveja, Checo, Chuva e Concertos.
D de Descobrir e de dúvidas.
E de Escadas e de Esplanadas.
F de Festa, Fonte e Fumo.
G de Gelados.
H de Hanna e Hard Rock.
I de Inundação.
J de Jogo.
K de Kebab.
L de lençóis.
M de Marszalkowska e de Mercados.
N de Noite e Nowy Swiat.
O de Old Town.
P de Pierogis, Pediatria, Piscina, Polaco, Português e Praga. Definitivamente P.

Q de Quarto e de Querer.
R de Relva.
S de Sol.
T de Terminar e de Tunas.
U de Underground e Universidade.
V de Vodka.
X de nada.
Z de Zloties.
B de Barbecue, Barco e Biblioteca.
C de Cerveja, Checo, Chuva e Concertos.
D de Descobrir e de dúvidas.
E de Escadas e de Esplanadas.
F de Festa, Fonte e Fumo.
G de Gelados.
H de Hanna e Hard Rock.
I de Inundação.
J de Jogo.
K de Kebab.
L de lençóis.
M de Marszalkowska e de Mercados.
N de Noite e Nowy Swiat.
O de Old Town.
P de Pierogis, Pediatria, Piscina, Polaco, Português e Praga. Definitivamente P.
Q de Quarto e de Querer.
R de Relva.
S de Sol.
T de Terminar e de Tunas.
U de Underground e Universidade.
V de Vodka.
X de nada.
terça-feira, maio 19, 2009
Senza Parole
Il treno di Trenitalia con le sue destinazione arriva una altra volta.
A estação de Milão continua em obras, mas tudo parece mudado. Não se avistam as estimadas máquinas amarelas, e mesmo no meio deste clássico, ergue-se um complexo de tapetes rolantes que conectam uns pisos aos outros, em jeito de coisa moderna, mas que repele ao olho intermitentemente nostálgico que nem acerta em adquirir os bilhetes.
Rumo a Pavia onde aparecem no Nico as arcadas da White House Party, saltitando entre o trio Fiume/Universidade/Essalonga e a combinação explosiva pasta/cena/fumo/laura, sem nessuno fermare até ao Dali.
Destino final: o casino máximo do Forno Vecchio de Nápoles. Procuravam-se os amigos na Piazza Lorental e de surpresa se encontravam no Mamamu.
Rotinas no Jogo de Polo Posillipo vs Pro Recco, novidades no Parque da Villa Floridiana e no Perditempo.
Como se constava que já ali tinha estado muitas vezes, o melhor foi apostar na Festa na praia no Arenil e trabalhar para o bronze na spiaggia de Ischia, arregalando a vista nos spots românticos da infância "silviestre" no Lacco Ameno.
Para rematar as indecisões nada como tirar fotos no Nilo por 50 euros e terminar com a pizza da Sorbillo.
Super Bien! Grazzie mille!

Já me tinhas dito...
Itália continuará a ser uma outra Itália.
Pero dovresti allontanarse della línea giallia.
A estação de Milão continua em obras, mas tudo parece mudado. Não se avistam as estimadas máquinas amarelas, e mesmo no meio deste clássico, ergue-se um complexo de tapetes rolantes que conectam uns pisos aos outros, em jeito de coisa moderna, mas que repele ao olho intermitentemente nostálgico que nem acerta em adquirir os bilhetes.
Rumo a Pavia onde aparecem no Nico as arcadas da White House Party, saltitando entre o trio Fiume/Universidade/Essalonga e a combinação explosiva pasta/cena/fumo/laura, sem nessuno fermare até ao Dali.
Destino final: o casino máximo do Forno Vecchio de Nápoles. Procuravam-se os amigos na Piazza Lorental e de surpresa se encontravam no Mamamu.
Rotinas no Jogo de Polo Posillipo vs Pro Recco, novidades no Parque da Villa Floridiana e no Perditempo.
Como se constava que já ali tinha estado muitas vezes, o melhor foi apostar na Festa na praia no Arenil e trabalhar para o bronze na spiaggia de Ischia, arregalando a vista nos spots românticos da infância "silviestre" no Lacco Ameno.
Para rematar as indecisões nada como tirar fotos no Nilo por 50 euros e terminar com a pizza da Sorbillo.
Super Bien! Grazzie mille!
Já me tinhas dito...
Itália continuará a ser uma outra Itália.
Pero dovresti allontanarse della línea giallia.
quarta-feira, maio 06, 2009
segunda-feira, abril 27, 2009
Closing doors please
Um dia apetecia-me ouvir o meu nome gritado de uma janela,
subir as escadas de luzes vermelhas e
dançar com a noite em patins.
Que estivesse outra vez nevoeiro,
mas não chovesse,
e pudesse cheirar a roupa, outra vez, limpinha.
Apetecia-me não ser distraída com datas e
ultrapassar as zonas proibidas dos jardins.
Comprar sumo de laranja e queijo para o pequeno-almoço,
sem ter que olhar eternamente para omoletes com cogumelos.
Apetecia-me passar uma manhã na biblioteca e
ter um casaco rosa-choque.
Podia ser que assim nunca me tivesse perdido.
Apetecia-me olhar de lá de cima,
perceber de fotografia,
e ter waffles grátis ao chegar a casa.
Apetecia-me atravessar a ponte,
ir comer ao italiano da esquina,
(sem gritos, nem buzinas),
e ter alguém que me escrevesse poemas.
Apetecia-me ir a Galerias de Arte e
ouvir boa música nas Igrejas.
Escrever muitos recados,
experimentar os melhores gelados e
não parar cada vez que saísse fumo branco.
Apetecia-me ser a cara de um selo,
partilhar um cigarro a quatro e
oferecer dois sorrisos amarelos.
Apetecia-me vistas nocturnas inesquecíveis.
Apetecia-me ouvir a voz da minha vida:
"Stand clear of the closing doors, please!"
subir as escadas de luzes vermelhas e
dançar com a noite em patins.
Que estivesse outra vez nevoeiro,
mas não chovesse,
e pudesse cheirar a roupa, outra vez, limpinha.
Apetecia-me não ser distraída com datas e
ultrapassar as zonas proibidas dos jardins.
Comprar sumo de laranja e queijo para o pequeno-almoço,
sem ter que olhar eternamente para omoletes com cogumelos.
Apetecia-me passar uma manhã na biblioteca e
ter um casaco rosa-choque.
Podia ser que assim nunca me tivesse perdido.
Apetecia-me olhar de lá de cima,
perceber de fotografia,
e ter waffles grátis ao chegar a casa.
Apetecia-me atravessar a ponte,
ir comer ao italiano da esquina,
(sem gritos, nem buzinas),
e ter alguém que me escrevesse poemas.
Apetecia-me ir a Galerias de Arte e
ouvir boa música nas Igrejas.
Escrever muitos recados,
experimentar os melhores gelados e
não parar cada vez que saísse fumo branco.
Apetecia-me ser a cara de um selo,
partilhar um cigarro a quatro e
oferecer dois sorrisos amarelos.
Apetecia-me vistas nocturnas inesquecíveis.
Apetecia-me ouvir a voz da minha vida:
"Stand clear of the closing doors, please!"
domingo, abril 19, 2009
cOuch Surf
Etapa 1. Histerismos no aeroporto. Sofá do Sebastian. Passeio de Barco. A serenita. Parque Tivoli. Correr do autocarro. Sinpa. Cristiânia. Picnic no Parque da encosta. Festa em casa. Bola prateada. Disco. Amigos freak. Armário fechado. Amigo do chão que tira a almofada. Sr dos calçõezinhos. Fábrica da Carlsberg. 2 Cervejas. Zona Red Light. O Kebab. Partir a roda e o tornozelo. Não há botânico.

Etapa 2. DFDS Seaways. Jacuzzi. Señorita, press the button. As cervejas. O oceano por detrás. O parque das bolas. O carrinho das compras. Convictos a fumar.
Etapa 3. Karl Johans Gate. Não é o Parlamento? Palácio Real. City Hall. Fortaleza. Sítio da vista. O grito de Munch. Adormecer às 7. Folkemuseum e o desenho, mas ainda não é Maio. How much are the tickets? Coleguinha da volta ao mundo nos lençóis. Bar fofo. Crianças e estátuas de bronze no Vigelandsparken. Fome e as laranjas. Zona alternativa.
Etapa 4. Chegada à Maru. Festa de anos. Porto de Bergen. Flamsbana train. Fiord. Avalanche. Passeios nocturnos. Cerveja no bar. Festa com os mexicanos.

Etapa 5. Tomar banho. Escrever recados. Fechar a porta e... Ir!
Etapa 2. DFDS Seaways. Jacuzzi. Señorita, press the button. As cervejas. O oceano por detrás. O parque das bolas. O carrinho das compras. Convictos a fumar.
Etapa 3. Karl Johans Gate. Não é o Parlamento? Palácio Real. City Hall. Fortaleza. Sítio da vista. O grito de Munch. Adormecer às 7. Folkemuseum e o desenho, mas ainda não é Maio. How much are the tickets? Coleguinha da volta ao mundo nos lençóis. Bar fofo. Crianças e estátuas de bronze no Vigelandsparken. Fome e as laranjas. Zona alternativa.
Etapa 4. Chegada à Maru. Festa de anos. Porto de Bergen. Flamsbana train. Fiord. Avalanche. Passeios nocturnos. Cerveja no bar. Festa com os mexicanos.
Etapa 5. Tomar banho. Escrever recados. Fechar a porta e... Ir!
quinta-feira, abril 09, 2009
quarta-feira, abril 01, 2009
Até Poznan até
Środa: Chegada às 6h à Centralyna. Neve e conversas pela manhã até às 10h. A minha massa com carne. Café no Marriot. Jantar todos no Kulturalna. Palhinhas no Park.
Czwartek: Passeio no Wilanów Palace. Livraria Traffic. Delikatesy (nie ma).Cerveja quente no Lemon (vai e volta). Bifinhos com cogumelos da Ana. Festa Erasmus do Semáforo no Vinyl. Mariana com mel. Preto de Chicago.

Piatek: Politecknica. Encontrar o Salva. Almoçar no Bar. Raptar o Salva. Ir a Praga. Igreja Ortodoxa com a Virgem dentro. Oops, afinal esta ainda é a Católica. Sinos da Igreja Ortodoxa. Centro Comercial em Praga. Em busca do sítio da vista. A criatura estranha na barraca com slot-machines. A casa do sem abrigo. Ver a vista através de vidros com pó. Estátua da poetisa. O semáforo mais baixo do mundo. A estátua que é uma banda que mandas uma SMS para um número e cria-se uma festa com música e luzes coloridas. Enfim, muitos momentos patrocinados pelo Livro do Ron. O café com nus na última sala do João (nie ma). Piotr. Tortilla Bar. Nachos. Momento Durão Barroso. Ópera e os tambores. Luzztro. (Dilema pijama de ir ou não logo aos Cartoons).

Sobota: Museu dos Cartoons (nie ma). Faculdade de Belas Artes e a sua exposição. Imagens a 3D da Antártida. O Kebab da Marszalkowska. Super Bolo na Ulica Fantasma e momento de drama. Encontrar a Sereia guerreira à beira Vístula. A busca do sítio-vista que afinal era mesmo em cima da ponte. Apresentar o Pewex. Cerveja no Bar Metal com a Iwona e o amigo. Jantar no sítio Aventura (que é como quem diz: forrar o estômago com paté). Shots. Procurar os 17 m2 da casa da Magda (nie ma). Acabar no Tomba Tomba. O Varão e as 8vodkas. Momento Ana: molhar os pés no Vístula. Momento João: atirarmo-nos para o chão em andamento. Pequeno-almoço muesli. As frutas que mexem. Maratona da Primavera. „You seem that you are having a lot of fun in Warsaw”. Dormir 2 horas.

Niedziela: Thriller Live no Sala Concertowa. Zlote Tarasy. International Dinner (empadão com carne). Conversas no 212.

Poniedzialek: Versão dupla do Arkadia. Cemitério Judeu ao lado de casa. Fazer rolinhos com a roupa que não se conhece. Piotr. Hard Rock Café. Inevitavelmente Nachos. A Magda e o noivo também. 100 zloties porno. Uwaga! 1.000.000.000 zloties. Klub 70’s. Bandeira. Uniforme. Cama.

Wtorek: Centralyna. O Diego com as compras. Últimas coisas a comer. Poznan. Chipiron! Zapiekankas e Kebabs. O Bar Rosa. Os picos e todos para a fonte. Menos um.
Środa: Desayuno. Super Dia de Sol. Pernas ao ar e deitados à frente da Catedral. Pé no Warta. Comida Polaca em frente à câmara municipal. Crepe de Chocolate. Peso e manhas. Concurso de discussões. Casa.


Tengo pedo papale! (Apanhar o uniforme)
No se me abrochan las pechugas.
Sabes lo que es una cama?
Quando yo he estado en Erasmus en Siena con mis amigos... bla bla bla... Zzz Zzz
Erasmus fingers (quando estoy cansada, sigo bailando)
En Portugal lo que hay de mejor son los sumos
Quando era pequeña, iba a España a por las galletas Lu.
Tu lo que quieres es apanhar no cu. (Y yo, ver los bisontes).
Eres una chicken: la unica portuguesa que no pone el pié nel Baltico. Bueno, que se joda.
Mi augo! Mi augo! Quiquiriquihaga?
Quemequeme! Quetequete?
Manolo ha rellenado la casa de pinguinos... debajo del tapete, nel corredor...
Que salgamos todos nela foto. Se no, me entristesco.
Can you makes a foto? Just press the big one.
Imajina: es un acontecimento unico y irrepetibile.
12 casas: 1 persona: 1 tren.
Zapraszamy (com la mano nela cara del taxista)
Esther Corazon: Que estava tan a tope en Burgos y nel Colegio Mayor de Estilo Gotico.
Lucia fofiña: Bueno, es un poco mongoloide quando intenta hablar português (desde Pedro)
Irenita: baila siempre robando carteras en Coslada. Quiero morir ya. Que? No me he enterado!
Nuria: Sujeta me. No me acuerdo. Que ha passado? He estado en Zakopane? Y el pendente? Y skio bien?
Alfonsito macho alfa: O pão quente. Troco galletas por sumos. Tu lo que quieres son brasileiras nel Luzztro.
Estoy a ir.
Creo que he posto cara de guarra =)
Hilipoyas

Czwartek: Passeio no Wilanów Palace. Livraria Traffic. Delikatesy (nie ma).Cerveja quente no Lemon (vai e volta). Bifinhos com cogumelos da Ana. Festa Erasmus do Semáforo no Vinyl. Mariana com mel. Preto de Chicago.

Piatek: Politecknica. Encontrar o Salva. Almoçar no Bar. Raptar o Salva. Ir a Praga. Igreja Ortodoxa com a Virgem dentro. Oops, afinal esta ainda é a Católica. Sinos da Igreja Ortodoxa. Centro Comercial em Praga. Em busca do sítio da vista. A criatura estranha na barraca com slot-machines. A casa do sem abrigo. Ver a vista através de vidros com pó. Estátua da poetisa. O semáforo mais baixo do mundo. A estátua que é uma banda que mandas uma SMS para um número e cria-se uma festa com música e luzes coloridas. Enfim, muitos momentos patrocinados pelo Livro do Ron. O café com nus na última sala do João (nie ma). Piotr. Tortilla Bar. Nachos. Momento Durão Barroso. Ópera e os tambores. Luzztro. (Dilema pijama de ir ou não logo aos Cartoons).

Sobota: Museu dos Cartoons (nie ma). Faculdade de Belas Artes e a sua exposição. Imagens a 3D da Antártida. O Kebab da Marszalkowska. Super Bolo na Ulica Fantasma e momento de drama. Encontrar a Sereia guerreira à beira Vístula. A busca do sítio-vista que afinal era mesmo em cima da ponte. Apresentar o Pewex. Cerveja no Bar Metal com a Iwona e o amigo. Jantar no sítio Aventura (que é como quem diz: forrar o estômago com paté). Shots. Procurar os 17 m2 da casa da Magda (nie ma). Acabar no Tomba Tomba. O Varão e as 8vodkas. Momento Ana: molhar os pés no Vístula. Momento João: atirarmo-nos para o chão em andamento. Pequeno-almoço muesli. As frutas que mexem. Maratona da Primavera. „You seem that you are having a lot of fun in Warsaw”. Dormir 2 horas.

Niedziela: Thriller Live no Sala Concertowa. Zlote Tarasy. International Dinner (empadão com carne). Conversas no 212.

Poniedzialek: Versão dupla do Arkadia. Cemitério Judeu ao lado de casa. Fazer rolinhos com a roupa que não se conhece. Piotr. Hard Rock Café. Inevitavelmente Nachos. A Magda e o noivo também. 100 zloties porno. Uwaga! 1.000.000.000 zloties. Klub 70’s. Bandeira. Uniforme. Cama.

Wtorek: Centralyna. O Diego com as compras. Últimas coisas a comer. Poznan. Chipiron! Zapiekankas e Kebabs. O Bar Rosa. Os picos e todos para a fonte. Menos um.

Środa: Desayuno. Super Dia de Sol. Pernas ao ar e deitados à frente da Catedral. Pé no Warta. Comida Polaca em frente à câmara municipal. Crepe de Chocolate. Peso e manhas. Concurso de discussões. Casa.

Tengo pedo papale! (Apanhar o uniforme)
No se me abrochan las pechugas.
Sabes lo que es una cama?
Quando yo he estado en Erasmus en Siena con mis amigos... bla bla bla... Zzz Zzz
Erasmus fingers (quando estoy cansada, sigo bailando)
En Portugal lo que hay de mejor son los sumos
Quando era pequeña, iba a España a por las galletas Lu.
Tu lo que quieres es apanhar no cu. (Y yo, ver los bisontes).
Eres una chicken: la unica portuguesa que no pone el pié nel Baltico. Bueno, que se joda.
Mi augo! Mi augo! Quiquiriquihaga?
Quemequeme! Quetequete?
Manolo ha rellenado la casa de pinguinos... debajo del tapete, nel corredor...
Que salgamos todos nela foto. Se no, me entristesco.
Can you makes a foto? Just press the big one.
Imajina: es un acontecimento unico y irrepetibile.
12 casas: 1 persona: 1 tren.
Zapraszamy (com la mano nela cara del taxista)
Esther Corazon: Que estava tan a tope en Burgos y nel Colegio Mayor de Estilo Gotico.
Lucia fofiña: Bueno, es un poco mongoloide quando intenta hablar português (desde Pedro)
Irenita: baila siempre robando carteras en Coslada. Quiero morir ya. Que? No me he enterado!
Nuria: Sujeta me. No me acuerdo. Que ha passado? He estado en Zakopane? Y el pendente? Y skio bien?
Alfonsito macho alfa: O pão quente. Troco galletas por sumos. Tu lo que quieres son brasileiras nel Luzztro.
Estoy a ir.
Creo que he posto cara de guarra =)
Hilipoyas
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