segunda-feira, março 15, 2010

Óbidos



Olha o Festival Internacional de Chocolate!
Vamos ali ver os preços.
Ai é Sábado e não ficamos na fila?
Então vou só ali beber chocolate às colheres e já te digo a cidade medieval.

sexta-feira, março 12, 2010

Owen Pallett

@ Teatro Maria Matos

sexta-feira, março 05, 2010

Pública

A semana foi pública.
Novo estágio.
Novas colegas.
Um motorista.
Novas exposições.
Inauguração IAC da Calçada do Combro.
O halo evidentemente mais claro na parte direita da fotografia surge em torno da cozinheira chefe, quiçá pela qualidade exímia da "Meat Party"!
A ajudante e chefe da loiça não foi afectada pelo dito halo na parte inferior da respectiva fotografia.

segunda-feira, março 01, 2010

Canário


Playa de las Canteras
Calle Triana
Casa do Cólon
Playa de Maspalomas
Playa de los Ingleses

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

Últimas pérolas

Mulher de x anos vigil, colaborante, orientada em todas as referências, mas sem os dois dentes da frente.
- Olá! Bom dia! Eu vim aqui porque ainda não morri.
Não sei se foi o frufru que eu aspirei, mas tenho uma dor que me está a arrapanhar aqui.
Em tempos fui osperadas, fizeram-me um eco e cardiograma e puseram-me duas prostas.
Tenho osteoclerose e tomo centre e um.
Por exemprus , o meu marido tem a doença do frio, a modos que eu passo os dias em casa fechada com o calorífero.
Ai, eu queria tanto desmagrecer.
Eu quero cortisona qu’ assim se morrer da injecção já não morro doutra coisa!

terça-feira, fevereiro 23, 2010

Alemão

Encetei a minha aprendizagem no meu mais recente idioma: o alemão.

E o contexto foi: chego eu 10 minutos atrasada, insegura de ter entrado na sala correcta correspondente ao meu nível de aspirante a principiante e eis que olho para o quadro e vejo já umas 10 frases escritas no dito cujo e uma Frau a explicar o conteúdo destas mesmas frases, tudo em alemão, inclusivé a própria explicação!

Imbuída numa imensa vontade de rir ao pensar que quiçá deveria haver um nível de alemão inferior ao A.1.1. em que estou inscrita, e esse sim, seria um nível adequado para mim: uma espécie de nível A.1.0. ou um A.0.1. que poderia também ter em conta a facilidade que cada indivíduo eventualmente poderá ter em aprender uma língua tão apfelstrudel como o alemão.

Mas esta vontade de rir transformou-se no pânico total ao perceber que passados 10 minutos, em bom modo de roleplay, a senhora dona Frau estava a fazer-nos repetir um a um, cada uma daquelas frases, improvisando com exemplos.
Mas qual foi a parte do "Eu nem sequer sei o que é que aquelas frases querem dizer" é que ela não percebeu?
Quanto mais fazer exemplos com elas!

Ou me ponho a ver rapidamente o “Rex – o cão polícia” ou não há alemão que resista.

Mas o que é que se há-de fazer com este tempo tão mau?
O melhor ainda é aprender alemão.

sexta-feira, fevereiro 19, 2010

O outro lado

Ouve vozes? Vozes que ninguém ouve?
E que lhe dizem? São pessoas conhecidas? Dizem-lhe para fazer coisas feias?

E vê bichos, coisas e animais que mais ninguém vê? Aranhas gigantes na parede?
E às vezes voa? Ladra? E miar, mia?

Anda triste? Dorme bem? Já teve vontade de desaparecer?



Diga-me uma coisa, estamos no Hospital ou no supermercado?


E eu quem sou?

terça-feira, fevereiro 16, 2010

Carnaval

Porque não ir à…?
Primeiro começámos a pensar no tema da máscara. Queríamos um disfarce conjunto que se enquadrasse neste Carnaval alface.
Cada cidade brinca da sua maneira, cada grupo estipula as suas regras, cada qual tem os seus costumes. E nós queríamos um disfarce colectivo, que fosse suficientemente concretizável e real, não sendo demasiado virtual e imaginário.
Este ano não queríamos ser vampiras, nem minies, nem brancas de neve, nem os sete anões.
Nada disso. Isso foi nos outros carnavais.
Queríamos ser qualquer coisa que de facto desse para ser, mas que por acaso, não somos. Personificar alguém do dia-a-dia razoavelmente colorido, para ser temático, embora cuja essência fosse autêntica.
E assim foi: fomos à cabeleireiras!

domingo, fevereiro 14, 2010

Fiz anos

em Lisboa
e
no Porto, claro!

sexta-feira, fevereiro 12, 2010

Time off

Esta semana foi para aproveitar os entretantos para fazer Turismo.

Em Lisboa:
Primeira vez no elétrico

Primeira vez no Pirata

Em Sintra:
Palácio da Pena

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

3 + 1 grande

1. Visita da Partner
2. Jantar de Varsóvia ponto pt
3. Cheese and Wine Party em Alfama- IACs
1 grande. Urgência de Psiquiatria! :)

domingo, janeiro 31, 2010

Mudanças

Com o primeiro ordenado vieram as primeiras coisas.
O primeiro casaco - foi o primeiro gasto (que já andava de baixo de olho desde ainda antes do Natal; mas há alguém que acredite que é o meu primeiro casaco?!)
O primeiro candeeiro (Mr.Pee - sou apaixonada desde os 12 anos quando o vi uma vez em Amesterdão; acende e apaga no sítio onde vocês um dia irão ver)
O primeiro Teatro ("La Musica" no CCB de Margarite Duras)
O primeiro Fado (no Bartô do Chapitô)
E depois vieram os pais e o Campo Pequeno e o Aqui há peixe.
E no fim fisicamente as mudanças.
O taxi parado e o elétrico a querer passar! Que filme!

quinta-feira, janeiro 21, 2010

VZ na Várzea

E foi assim que o azulzinho morreu.
Ali. Em linha recta, no meio de Sintra, como quem vai para a Várzea.
Sem ACP, sem BMW, sem AXA.
Só eu e o Sr. Joaquim do reboque.
E agora está à espera que alguém o veja na Alameda dos Oceanos.
Só tenho uma coisa a acrescentar sobre hoje: 1237,01 para todos vocês também!

domingo, janeiro 17, 2010

2a semana "Isto é que é!"

A segunda semana “é que é!”
E subitamente tudo parece começar a correr bem.

A semana começou com os famosos Pastéis de Belém, mesmo no sítio onde eles são melhores, tcha-nam: em Belém. Depois o delicioso arroz de atum do Miguel (como se torna diferente o paladar depois de Erasmus, hein?).

Chegou o momento da indecisão da casa: pequenino T2 na Calçada do Combro ao lado do Bairro Alto, a 1 minuto do Chiado ou T2+2 na Rua Dr. Teófilo Braga ao lado do Jardim da Estrela, a 1 minuto da Assembleia da República e do Sr. Primeiro ministro? Queríamos uma casinha ou uma casarona? Carro em cima do passeio ou no parque? Perto ou longe do Metro?
Seguiram-se as indecisões, buscas e procuras, as votações em empate, até chegar à conclusão final: “mais vale uma casa na mão, do que duas a voar”, portanto ficamos com a da Calçada do Combro.
E para celebrar nada como ir ao Jantar dos IACs do Lisboa Central.

Mas nem tudo foram foguetes.
Na Várzea o trabalho continua, e quem não se adaptou muito bem desta vez, à dura realidade foi o meu azulzinho por esses caminhos estranhos, com curvas e contra-curvas em S, de terra batida, rochas a quase-roçar em ambos os lados do carro, mesmo com os espelhos virados para dentro.
Ora, num certo troço do trajecto curvilíneo, vinham dois carros em sentido contrário e lá tive que andar em S, mas desta vez em marcha-a-trás.
Ora, a embraiagem começou a tresandar a queimado e parecia meia solta, tal era a dificuldade e inclinação do caminho e a falta-de-controle sob o carro da condutora. Que susto!

Outra vez momentos de vento em poupa foram o lanche no Chiado, o Blade Runner no Cinemateca por entre dedos e sustos e o Jantar nos Armazéns do Chiado; o Jantar na Pizzaria com o Curry e Vila Franca e os reencontros do Pavilhão Chinês. O pior é sempre o despertador nos dias a seguir.

O fim-de-semana desta vez, teve a base em Alfama.
Na 6ª feira foi Jantar aniversário no Sushi em Cascais, filmes, vinho e o elevador dentro do apartamento. :)
O Sábado foi o dia mais inesperado de sempre. Saímos de casa em busca de nos aventurarmos por essa Lisboa. Assim, tal e qual, sem nada combinado e sem planos. De repente uma mensagem leva-nos a lanchar à Creperie no Chiado, a despedida deixa-nos dentro de uma interessante loja, e essa mesma loja deixa-nos com nova roupa colorida: umas botas brancas psicadélicas e um casaco fofo verde aos quadrados! Somos tão consumistas! Saímos da loja e temos uma mensagem: não querem jantar no Novo Wok? E aqui vamos nós, sempre a adorar os planos inesperados.
Segue-se uma noite muito animada no bairro, que evidentemente não vou descrever, mas que deixo só algumas palavras chave: “Caipirinhas; Poste; Taxi e Chão”
Com esta trapalhada toda, no dia a seguir havia que ir buscar o azulzinho que já estava estacionado em cima da linha do elétrico desde as 17h00 do dia anterior, altura essa em que tínhamos decidido aventurar-nos por Lisboa. Entretanto recebi um telefonema de uma amiga a dizer que ao amigo lhe tinham rebocado o carro. Estava o caldo entornado. Tanto excesso de zelo com o carro na 1ªsemana, tantas horas a fim a pagar em parques e ao primeiro descontrolo, iria eu passar impune? Faria sentido continuar com esperança de passar impune, sendo que o carro estava estacionado há já quase um dia?
Nada como ver para crer, com o coração nas mãos. Quando fui lá ter, reparo que 1)o carro ainda lá estava 2)não tinha sido bloqueado, nem rebocado 3)não tinha multa 4)nem publicidade! Mas que sorte! Vou tão a Fátima em Maio, que já agora fica ali a caminho da Queima das Fitas de Coimbra.
E não fosse eu estar com saudades de Sintra, depois de um Sábado tão agitado, fomos lá no Domingo ver móveis, petiscos e filmes.

E é assim.
Na vida há duas frases que dizes em situações distintas: “Antes é que era!” e “Isto é que é!”.
O lema é fazer muito desta, uma fase “Isto é que é”!

domingo, janeiro 10, 2010

1a semana cá em baixo

Nos poucos tempos livres da USF, lá fui conhecendo as zonas de Lisboa ao procurar casa - vi 13!
As zonas variaram desde Campo de Ourique, Rato, Lapa, Graça, São Sebastião da Pedreira (ao lado do Corte Inglés), Rua das Laranjeiras, Intendente, Príncipe Real e Areeiro (não obrigada).
Mas isto aqui tem que se ser rápido.
Entre ver a casa da Graça e gostar dela e a Bia ir vê-la no dia a seguir, a casa já estava alugada.
De resto, é tudo ou meio-velho, ou meio-caro, ou meio-fora-de-mão.
Os dias de trabalho acabaram quase sempre em jantares em casa de amigos, ou no bairro, ou com o pai ou em aniversários.

O ir de um sítio para o outro foi sempre acompanhado pelo, agora meu, novo amigo: GPS Joaquim.
Como tal, só vou a sítios que saiba a morada, para impedir situações como combinar no Marquês, e uma vez que o único resultado encontrado era a Rotunda do Marquês, fiquei, de forma insegura, (qual bolinha pinchona azul elétrica) a dar voltas à rotunda, até saber onde especificamente, e se sempre era na Rotunda do Marquês.

A Sexta foi para café curto no Salto Alto, que foi o máximo que o cansaço permitiu e o Sábado foi para as caipirinhas no Bairro.
Muito bom :)
O Domingo foi para não sair de casa e actualizar a cultura televisa das tardes da SIC.
A busca continua e o Centro de Saúde também..
A ver vamos.

quarta-feira, janeiro 06, 2010

Pérolas Várzea de Sintra

- O Sr. sofre de alguma coisa?
- Já fui operado aos intestinos porque tinha pickles e tenho amororas.
(pickles eram pólipos, mas que sem o Ó em Lisboa, os tais polÍpos soavam antes a pickles. Já as amororas eram claramente as hemorróides)

segunda-feira, janeiro 04, 2010

Olá lisboa

A viagem
Partida: Alameda Jardins da Arrábida às 16h30, que já foi tarde de si na hora.
Chegada: Rua D. João V 22h00, Lisboa. Mas foi pelas paragens e pela precaução e vá, pela trenguice também.
Personagens Principais: Carro 1 cheiíssimo de malas: Piloto1- Eu, Co-piloto1: Bia; Carro2 não tão cheio de malas: Camila e Maria João.
Figurantes: Encontro com o Carro 3 algarvio (Fernando Jorge e Miguel Costa).
Paragem em Leiria, Aveiras, Olaias e Alfama.
Apesar do GPS ter pifado na entrada em Lisboa e não reconhecer o terreno alfacinha, teve uma prestação razoável.
E lá cheguei ao temporário lar doce lar, com a carne transmontana da Sara à espera. :)

O Hospital (o dia a seguir)
Ir para o Hospital Egas Moniz (HEM) e o GPS pifar a meio da Avenida Infante Santo e dizer: "Você chegou ao seu destino". Ao que eu, inocentemente, abro a janela e tento avistar o HEM e pergunto a uma senhora, e ela me contesta: "Oh menina, tá muito longe! Isso é só em Belém!"
Pânico lançado! Eu no meio de Lisboa, sem um GPS orientado, sem ter a mínima ideia para onde ir. Esquerda? Direita? Marcha-a-trás? Lá tento reanimar a criatura. Mas em vão. Estava por mim. Eu, comigo mesma. Tive que recorrer ao antigo método rupestre de abrir a janela e ir perguntando. Fazer uma ou outra chamada a amigo que percebesse do assunto e procurar lugar para estacionar.
Uma vez chegada ao tão esperado dito cujo, fiz logo 3 amiguinhos (dois que já eram amigos-de-amigos-de-amiga e a outra que era, ela própria, amiga deles): a Luísa, o João Nuno e a Rita.
Burocracias e papeladas, e escolha de rotações.
Sendo que fui a ante-penúltima a escolher, fiquei na Unidade de Saúde Familiar de Sintra: sozinha!
Que é como quem diz, queres ir para Lisboa, queres? Ai não tens casa ainda? Então toma lá Sintra a ver se gostas das lezírias.

sábado, janeiro 02, 2010

Capodanno

segunda-feira, dezembro 21, 2009

México e Cuba

1ª etapa - Partida
Escala em Madrid. Conversas com a Nuria e a Lucia. Voo para Havana. Dormir aos bocadinhos.

2ª etapa - Chegada a Cuba.
Muito calor e era uma vez uma camisola a menos. A funcionária que dá apenas um quadradinho de papel higiénico. O cartaz e o Vicente à espera. A Casa da Aidita. Sair à Zorra y el Cuervo. 2 daikiris e 1 charuto.
Acordar com o Super desayuno das frutas do Carlos. Cambio para pesos convertíveis. A seca da internet no Presidente. Sandálias trocadas. De volta ao aeroporto, mas sem saber da taxa aeroportuária. Quase mesmo correr e os altifalantes.

3ª etapa – México. Cidade do México.
Jantar sandes picantes, seguidas pelo Furioso. Em busca da Nancy (Calle Navarra 232). Passeios pela noite. Plaza Garibaldi e os Mariachis. Cerveja com sal e limão (michelada). Em busca do Hotel, mas só há para dois. Descobrir o TV Color (Hotel Santo António).
As baratas. Acordar cedo. Tomar o “Eje”. Palácio das Bellas Artes. Os quadros e as visitas com as crianças. Almoçar no Taco Inn. Passeios pela zona dos vestidos de noiva. Museu José Luis Cuevas. Zócalo. Plaza de la Costituición. Catedral. Templo Mayor e as ruínas. Subir o mirador da Torre Latina. Tentar telefonar à Nancy e o indicativo. O chinês e as diarreias.
Estação Norte. Autocarro até Teotihuacán. A t-shirt da mexicana. A pirâmide do Sol. A pirâmide da Lua. Muito Sol. Não há água. As criancinhas da escola. As fotografias aos portugueses. A calçada dos mortos. Voltar ao DF. Bolos mexicanos. Nancy bate à porta do quarto errado. Passeios por Coyoacan. Comer milho. A casa onde bailava ballet. Cerveja com a prima. Jantar no típico mexicano “chic”.
Metro e mudança de planos. Museu Nacional de Antropologia. Muitas salas com as culturas e as eras. Parque de Chapultepec. Hamburgueres Hawaianos. Zoológico. Os pandas. A lontra e os pinguins. Castelo Chapultepec. Levantar dinheiro, mas afinal os estudantes não pagam. Zona rosa. Lanchar e jantar. Sair à noite. As danças e a banda.
Desayuno com a Nancy no mexicano “Sanborns” em Coyoacan. Casa da Frida Kahlo e do Diego Riviera. Taxi 38 pesos. Casa da Nancy, o ananás e sua família. Pai Nancy deixa-nos no metro. Primeira experiência com o ar-condicionado dos autocarros da ADO.

4ª etapa – Puebla
Hermillo e Edwin. Sangria no último andar do Hotel. Jantar tacos mexicanos típicos.
Cholula e a pirâmide. A Universidade do Hermilo. Almoço no coze-o-que-pedimos. Passeios pelo centro. Artesanato nas ruas. Bares alternativos e Martini de chocolate de menta. Jantar no sushi.
Casa de câmbio. Almoçar no animado “La ciudad”. Compras no supermercado. Noite da Francesinha. Sair. Garrafa da Bacardi.
Despedida. Autocarro da ADO e as pelis.

5ª etapa – Oaxaca
Hostel “El Quijote”. Passear. Mercado do Artesanato. Mercado da Comida. Almoço no Mercado. A Catedral. Correio. Jantar quase por engano chapolinos (gafanhotos).
O Tour. Amigos Mijke e Reto. Arbol de Tule (Maior árvore do Mundo). Teotitlán del Valle (Fiar os Tapetes). Hierve el agua (cascata calcificada). Mitla (ruínas). El Mezcal (bebida). Jantar no Italiano. Muita Salsa e as garrafas.
Monte Alban. Almoçar na Cantina Mexicana com o canadiano. Passear pelos Mercados. Gelado na Praça. Cocktail de Tequilla. Autocarro.

6ª etapa – Chiapas
San Cristóban de las casas. Desayuno no Hostel “Backpackers” quase com a argentina. Cañon del Sumidero. As lanchas, o gelado, os cabelos e o vento. Autocarro agreste até o centro. Passeio pelos mercados e a Plaza 31 de Marzo. Comprar ingredientes. Cozinhar. Os amigos e a fogueira. Dormir com o frio e a roupa.
Acordar em cima da hora. Os boxers, o sapato da montanha aeiou e o camião. Cascadas de Agua Azul. A molha nas Cascadas de Misol-Há. Ruinas de Palenque. A melhor espetada mexicana. Adeus aos Amigos canadianos na paragem de autocarro (e o perdido francês).

7ª etapa – Tulum
“Maria Sabina” Hostel. Pessoas alternativas. Emoção com a praia. Mais uma maré e menos uns óculos. Andar uns kms para comer. Energia só entre as 19h00 e as 22h00. A escuridão e a cozinha. Conversas e as estrelas na praia. Mosquitos.
Não se dorme, mas há sol pela manhã. Almoçar no centro. Autocarro.

8ª etapa – Playa del Carmen
Civilização again. SuperMenu no McDonalds por 2 euros. O argentino. A grávida dos Hamburguers a 25 pesos. Cocktail nos baloiços. Portugal, ao lado da Nicaragua. Hein? As pulgas.
Parque X-Caret. Nadar no rio com os óculos e a ver peixes. Buffet extra comida e menos vestido. Tartarugas e tubarões no aquário. A casa de banho e os cavalos. Espectáculo mexicano. Já somos amigos dos hamburguers.
Chichen-Itza. Cenote Zaci. A casa do chocolate de Valladolid. As pessoas do ICBAS. Discoteca Coco Bongo. A máscara, os artistas, as bebidas e as acompanhantes.
Esticar o pé na praia da Playa. A Lavandaria e o avião.

9ª etapa – De volta a cuba. Para Varadero.
Dormir em Havana na Aidita. Taxi e as 3 paragens para verificar documentos pelo caminho. Varadero. Hotel Sol Sirenas. Os passarinhos a voar no Buffet. Não encontrar as pessoas na praia. Reencontros. Juntar-nos à viajem de finalistas. Jantar. Festa no Resort. Piñacolada com Rum. Club Sandwich.
Praia. A água é quente. Sair à Casa da Música. Os refreguetons dos espectáculos cubanos na Casa da Música.
A chuva. Mercado de Artesanato. Passeio no Cadilac. A argolada da inauguração do Restaurante Oriental. Última Noite.

10ª etapa – Alugar carro em Cuba
Partida de Varadero no Peugeot 206 azul, T21664 na matícula vermelha. Dar boleia à Mãe cubana até Perico. As estradas cubanas que atravessam as cidades. Cólon. Los Arabos. Santo Domingo. Santa Clara. Reorientações. Perdidos again. Maricaragua. Curvas perigosas e enjoos nos Topes de Collants. Trinidad. Sr Bêbado a procurar casa. Os dois e a clandestina.
Passeios. Casa da Cultura. Tocar piano. Mas não querem uma aula de salsa? Mercado. Casa da Música e a demonstração do CD. Playa Ancón. Cienfuegos. Voltas by night. Perrito caliente. Não querem comer em casa dos cubanos?
A mensagem com as colocações do Ano Comum. Café Telegrafo. Internet lenta em frente ao Hotel Union. Banco. Playa Girón deserta. Hamburgueres falsos, tortillas e pastas no sítio vazio. Playa Larga. A rolote e o rum. O Hotel. Água de coco. Tomar banho by night. Até Havana.

11ª etapa – Havana
Olá Aidita. E o passaporte?
Embaixada de Portugal. Desayuno. Aquário Nacional de Cuba. Golfinhos e beijo dos leões marinhos. Deixar carro no Habana Libre. Passear e comer 5 gelados. Habana Vieja. Jantar típico cubano.
SuperDesayuno. Compras no Mercado. Capitolio. Particularidades do Museu de Arte Colonial. Os Mojitos na Bodeguita del Medio. Jantar cubano em casa. Aprender a dançar salsa com o DVD. Os 14 CUCs e sair à noite na garajem.
Museu do Ron Havana Club. Almoço típico. Os livros cubanos. A internet do Parque central. Lanche cubano em casa. O casal velho e a boleia para o aeroporto. A neve em Madrid e o voo que está 8 horas atrasado. Dormir, comer o esparguete sem lentes e continuar a dormir. Afinal não perdemos o outro avião em Madrid.

12ª etapa - Voltar

quinta-feira, novembro 19, 2009

Dia H

Podia ser amanhã, se eu desta vez tivesse dormido.
Enfim.