Na época das comemorações do 25 de Abril impõe-se meditar.
Reflectir sobre o significado do Cravo Vermelho.
Ponderar a sua localização estratégica no cano das espingardas.
Congeminar que desde esses dias eclodiu o sentimento revolucionário.
E imaginar que assim desabrochou o movimento que derrubou o regime ditatorial herdado.
Depois de meditares sobre todas estas temáticas, aí sim, recomenda-se visitar o Palácio Nacional de Belém e aconselha-se percorrer o Quartel do Carmo.
(Outros relatos/sugestões aceitam-se, mas só em Abril.)
segunda-feira, abril 26, 2010
terça-feira, abril 20, 2010
Instrumentar
"-Está a jorrar sangue
-Foram atingidas as uterinas
-Passa a hemostática
-Segura no Farabeuf
-Compressas!
...
-Estancou!
...
- O porta-agulhas?"
-Foram atingidas as uterinas
-Passa a hemostática
-Segura no Farabeuf
-Compressas!
...
-Estancou!
...
- O porta-agulhas?"
sexta-feira, abril 16, 2010
terça-feira, abril 13, 2010
segunda-feira, abril 12, 2010
O Tejo é mais belo
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
Alberto Caeiro
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
Alberto Caeiro
quarta-feira, março 31, 2010
Inquéritos - últimas pérolas
- Eu (M.): Olá Bom Dia! Nós estamos a fazer um inquérito sobre a satisfação dos Utentes das diferentes Extensões do Centro de Saúde desta Área. Será que lhe posso fazer umas perguntinhas? É totalmente anónimo.
- A pérola (Resposta): Como? Ó menina, eu não ouço!
- M. : Precisava que me respondesse a umas perguntas, que me classificasse de Muito Bom a Muito Mau os seguintes profissionais.
- R. : Ai não sei se sei responder direito às perguntas.
- M.: Precisava que me desse a sua opinião sobre os diferentes profissionais de Muito Bom a Muito Mau. Comecemos pelo administrativo?
-R.: É. Eu tenho uma doença crónica.
-M.: Pois, mas precisava que me ajudasse e pusesse a cruz num dos quadrados de Muito Bom a Muito Mau. O primeiro profissional é o administrativo.
-R.: É, eu sou muito doente!
-M.: E relativamente ao enfermeiro. Como o classificaria de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Enfermeiro? Eu tive um AVC. E venho cá quando preciso.
-M.: E o médico. Como classifica de Muito Bom a Muito Mau o médico?
-R.: A médica é a Dra Sameiro (nome fictício, evidente).
-M.: Como considera o sistema de classificação de consultas por telefone de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É telefonar para cá.
-M.: Tem conhecimento que pode marcar consultas por internet?
-R.: Eu ouço falar da internet, mas nunca a vi.
-M.: Qual a sua opinião sobre o tempo de espera em relação à marcação de uma consulta de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É 1hora.
-M.: Como classifica o tempo de espera no dia da consulta de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É quando chegar a minha vez.
-M.: Considera que o horário de atendimento aos utentes é adequado às suas necessidades?
-R.: Ah, isso depende! Há pessoas mais simpáticas e outras menos.
-M.: Como classifica as instalações da Unidade de Saúde de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: As instalações são estas!
-M.: Como classifica as condições de higiene e limpeza das instalações sanitárias de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Não.
-M.: Como classifica as condições de conforto da sala de espera de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Ah, isso espera-se muito tempo.
-M.: Tem alguma sugestão?
R.: Gestão de quê?
E dito isto parece-me suficientemente perceptível que foi seriamente difícil efectivar o inquérito e estabelecer o sistema de classificação de Muito Bom a Muito Mau nestas terras.
E mais complicado ainda foi decifrar as respostas e colocar a cruz no quadradinho.
Se calhar foi do meu sotaque que não perceberam.
Ou da falta de pilha no aparelho ou do Arizaímere.
Mas provavelmente é a essência basal do ser.
- A pérola (Resposta): Como? Ó menina, eu não ouço!
- M. : Precisava que me respondesse a umas perguntas, que me classificasse de Muito Bom a Muito Mau os seguintes profissionais.
- R. : Ai não sei se sei responder direito às perguntas.
- M.: Precisava que me desse a sua opinião sobre os diferentes profissionais de Muito Bom a Muito Mau. Comecemos pelo administrativo?
-R.: É. Eu tenho uma doença crónica.
-M.: Pois, mas precisava que me ajudasse e pusesse a cruz num dos quadrados de Muito Bom a Muito Mau. O primeiro profissional é o administrativo.
-R.: É, eu sou muito doente!
-M.: E relativamente ao enfermeiro. Como o classificaria de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Enfermeiro? Eu tive um AVC. E venho cá quando preciso.
-M.: E o médico. Como classifica de Muito Bom a Muito Mau o médico?
-R.: A médica é a Dra Sameiro (nome fictício, evidente).
-M.: Como considera o sistema de classificação de consultas por telefone de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É telefonar para cá.
-M.: Tem conhecimento que pode marcar consultas por internet?
-R.: Eu ouço falar da internet, mas nunca a vi.
-M.: Qual a sua opinião sobre o tempo de espera em relação à marcação de uma consulta de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É 1hora.
-M.: Como classifica o tempo de espera no dia da consulta de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É quando chegar a minha vez.
-M.: Considera que o horário de atendimento aos utentes é adequado às suas necessidades?
-R.: Ah, isso depende! Há pessoas mais simpáticas e outras menos.
-M.: Como classifica as instalações da Unidade de Saúde de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: As instalações são estas!
-M.: Como classifica as condições de higiene e limpeza das instalações sanitárias de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Não.
-M.: Como classifica as condições de conforto da sala de espera de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Ah, isso espera-se muito tempo.
-M.: Tem alguma sugestão?
R.: Gestão de quê?
E dito isto parece-me suficientemente perceptível que foi seriamente difícil efectivar o inquérito e estabelecer o sistema de classificação de Muito Bom a Muito Mau nestas terras.
E mais complicado ainda foi decifrar as respostas e colocar a cruz no quadradinho.
Se calhar foi do meu sotaque que não perceberam.
Ou da falta de pilha no aparelho ou do Arizaímere.
Mas provavelmente é a essência basal do ser.
segunda-feira, março 29, 2010
Teatro
Este Sábado, 27 de Março, foi o Dia Mundial do Teatro.
E assim sendo, nada melhor do que teatrizá-lo.
Dizia que pareceu (que é mais ou menos um diz que parece no Pretérito Perfeito, porque já passou) que as ruas da Baixa/Chiado iam ter espectáculos à borla.
Encetámos mal. Perdermo-nos por mea culpa e chegámos aos ditos sítios onde ocorriam os espectáculos, sucessivamente, mesmo a tempo de bater palmas, o que equivale a uma parte final não perceptível da representação.
Logo, perdemo-nos por culpa del mapa, uma vez que alguns dos sítios que indicava, como a Rua Garrett e a Rua Augusta, não nos dizia se era em cima ou em baixo ou para a esquerda ou para a direita, respectivamente. E lá percorríamos baixo-cima, direita-esquerda, tentanto procurar personagens diferentes emaranhadas, que a qualquer momento fossem o prelúdio do início de uma nova representação.
Nos entretantos, íamo-nos entretendo com o pífaro dos mexicanos e o acordeão dos ciganos, que ambicionando alguns euros, distraíam os transeuntes que prefeririam um Dia Mundial da Música.
Depois de retraçado um plano de acção para conseguirmos assistir do princípio ao fim aos restantes espectáculos, o preferido foi a “Antígona” com o seu Tic-Tac, que foi todo um preâmbulo do Rei Édipo do dia seguinte, que embora já não fosse o Dia Mundial do Teatro, aí sim, o foi.
E assim sendo, nada melhor do que teatrizá-lo.
Dizia que pareceu (que é mais ou menos um diz que parece no Pretérito Perfeito, porque já passou) que as ruas da Baixa/Chiado iam ter espectáculos à borla.
Encetámos mal. Perdermo-nos por mea culpa e chegámos aos ditos sítios onde ocorriam os espectáculos, sucessivamente, mesmo a tempo de bater palmas, o que equivale a uma parte final não perceptível da representação.
Logo, perdemo-nos por culpa del mapa, uma vez que alguns dos sítios que indicava, como a Rua Garrett e a Rua Augusta, não nos dizia se era em cima ou em baixo ou para a esquerda ou para a direita, respectivamente. E lá percorríamos baixo-cima, direita-esquerda, tentanto procurar personagens diferentes emaranhadas, que a qualquer momento fossem o prelúdio do início de uma nova representação.
Nos entretantos, íamo-nos entretendo com o pífaro dos mexicanos e o acordeão dos ciganos, que ambicionando alguns euros, distraíam os transeuntes que prefeririam um Dia Mundial da Música.
Depois de retraçado um plano de acção para conseguirmos assistir do princípio ao fim aos restantes espectáculos, o preferido foi a “Antígona” com o seu Tic-Tac, que foi todo um preâmbulo do Rei Édipo do dia seguinte, que embora já não fosse o Dia Mundial do Teatro, aí sim, o foi.
sexta-feira, março 26, 2010
segunda-feira, março 22, 2010
Entretanto: pido adelante!
Com os Alfacinhas


Aeroporto. Mapas. Casa das Tulipas. Chiado. Rossio. Praça da Figueira. Hospital São José. Campo dos Mártires da Pátria. Terraço das Freiras. Ginginha. Santa Apolónia. Alfama. Casa do Miguel. Jantar na Tasquinha.Concerto. Lux. Pavilhão Chinês. Panteão Nacional. Mosteiro de São Vicente de Fora. Sé. Castelo de São Jorge. Elevador de Santa Justa. Ruínas do Convento do Carmo. Fábulas no Chiado. Sul no Bairo Alto. Caipirinha XXL. Pastéis de Belém. Mosteiro dos Jerónimos. Palácio Nacional de Belém. Torre de Belém. Hospital Egas Moniz. Hard Rock Café.

Centro
Rissóis típicos na Mealhada
Com os Tripeiros




Jantar e Botellon no D. Capipirinhas no Molhe. Plano B. Leça. Fuzelhas. Guerra de Peixe. Banho. Ribeira. Francesinha. Caves de Vinho do Porto. Cais de Gaia. Alfaiate. Galerias. Casa da Música. Clubbing. Pitch. Serralves. Jantar na Açoreana. Licores. Passeios. 5 no mini. Pido adelante! Lateral. Lateral. Puff nel medio. Santa Catarina. Teatro São João. Sé. Ponte D. Luis. Estação de São Bento. Aliados. Torre dos Clérigos. Livraria Lello. ICBAS. Teatro Anatómico. Dia Internacional da Água. Aeroporto.
Centro
Rissóis típicos na Mealhada
Com os Tripeiros
quinta-feira, março 18, 2010
segunda-feira, março 15, 2010
Óbidos
sexta-feira, março 12, 2010
sexta-feira, março 05, 2010
Pública
A semana foi pública.
Novo estágio.
Novas colegas.
Um motorista.
Novas exposições.
Inauguração IAC da Calçada do Combro.
O halo evidentemente mais claro na parte direita da fotografia surge em torno da cozinheira chefe, quiçá pela qualidade exímia da "Meat Party"!
A ajudante e chefe da loiça não foi afectada pelo dito halo na parte inferior da respectiva fotografia.
Novo estágio.
Novas colegas.
Um motorista.
O halo evidentemente mais claro na parte direita da fotografia surge em torno da cozinheira chefe, quiçá pela qualidade exímia da "Meat Party"!
A ajudante e chefe da loiça não foi afectada pelo dito halo na parte inferior da respectiva fotografia.
segunda-feira, março 01, 2010
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
Últimas pérolas
Mulher de x anos vigil, colaborante, orientada em todas as referências, mas sem os dois dentes da frente.
- Olá! Bom dia! Eu vim aqui porque ainda não morri.
Não sei se foi o frufru que eu aspirei, mas tenho uma dor que me está a arrapanhar aqui.
Em tempos fui osperadas, fizeram-me um eco e cardiograma e puseram-me duas prostas.
Tenho osteoclerose e tomo centre e um.
Por exemprus , o meu marido tem a doença do frio, a modos que eu passo os dias em casa fechada com o calorífero.
Ai, eu queria tanto desmagrecer.
Eu quero cortisona qu’ assim se morrer da injecção já não morro doutra coisa!
- Olá! Bom dia! Eu vim aqui porque ainda não morri.
Não sei se foi o frufru que eu aspirei, mas tenho uma dor que me está a arrapanhar aqui.
Em tempos fui osperadas, fizeram-me um eco e cardiograma e puseram-me duas prostas.
Tenho osteoclerose e tomo centre e um.
Por exemprus , o meu marido tem a doença do frio, a modos que eu passo os dias em casa fechada com o calorífero.
Ai, eu queria tanto desmagrecer.
Eu quero cortisona qu’ assim se morrer da injecção já não morro doutra coisa!
terça-feira, fevereiro 23, 2010
Alemão
Encetei a minha aprendizagem no meu mais recente idioma: o alemão.
E o contexto foi: chego eu 10 minutos atrasada, insegura de ter entrado na sala correcta correspondente ao meu nível de aspirante a principiante e eis que olho para o quadro e vejo já umas 10 frases escritas no dito cujo e uma Frau a explicar o conteúdo destas mesmas frases, tudo em alemão, inclusivé a própria explicação!
Imbuída numa imensa vontade de rir ao pensar que quiçá deveria haver um nível de alemão inferior ao A.1.1. em que estou inscrita, e esse sim, seria um nível adequado para mim: uma espécie de nível A.1.0. ou um A.0.1. que poderia também ter em conta a facilidade que cada indivíduo eventualmente poderá ter em aprender uma língua tão apfelstrudel como o alemão.
Mas esta vontade de rir transformou-se no pânico total ao perceber que passados 10 minutos, em bom modo de roleplay, a senhora dona Frau estava a fazer-nos repetir um a um, cada uma daquelas frases, improvisando com exemplos.
Mas qual foi a parte do "Eu nem sequer sei o que é que aquelas frases querem dizer" é que ela não percebeu?
Quanto mais fazer exemplos com elas!
Ou me ponho a ver rapidamente o “Rex – o cão polícia” ou não há alemão que resista.
Mas o que é que se há-de fazer com este tempo tão mau?
O melhor ainda é aprender alemão.
E o contexto foi: chego eu 10 minutos atrasada, insegura de ter entrado na sala correcta correspondente ao meu nível de aspirante a principiante e eis que olho para o quadro e vejo já umas 10 frases escritas no dito cujo e uma Frau a explicar o conteúdo destas mesmas frases, tudo em alemão, inclusivé a própria explicação!
Imbuída numa imensa vontade de rir ao pensar que quiçá deveria haver um nível de alemão inferior ao A.1.1. em que estou inscrita, e esse sim, seria um nível adequado para mim: uma espécie de nível A.1.0. ou um A.0.1. que poderia também ter em conta a facilidade que cada indivíduo eventualmente poderá ter em aprender uma língua tão apfelstrudel como o alemão.
Mas esta vontade de rir transformou-se no pânico total ao perceber que passados 10 minutos, em bom modo de roleplay, a senhora dona Frau estava a fazer-nos repetir um a um, cada uma daquelas frases, improvisando com exemplos.
Mas qual foi a parte do "Eu nem sequer sei o que é que aquelas frases querem dizer" é que ela não percebeu?
Quanto mais fazer exemplos com elas!
Ou me ponho a ver rapidamente o “Rex – o cão polícia” ou não há alemão que resista.
Mas o que é que se há-de fazer com este tempo tão mau?
O melhor ainda é aprender alemão.
sexta-feira, fevereiro 19, 2010
O outro lado
Ouve vozes? Vozes que ninguém ouve?
E que lhe dizem? São pessoas conhecidas? Dizem-lhe para fazer coisas feias?
E vê bichos, coisas e animais que mais ninguém vê? Aranhas gigantes na parede?
E às vezes voa? Ladra? E miar, mia?
Anda triste? Dorme bem? Já teve vontade de desaparecer?

Diga-me uma coisa, estamos no Hospital ou no supermercado?

E eu quem sou?
E que lhe dizem? São pessoas conhecidas? Dizem-lhe para fazer coisas feias?
E vê bichos, coisas e animais que mais ninguém vê? Aranhas gigantes na parede?
E às vezes voa? Ladra? E miar, mia?
Anda triste? Dorme bem? Já teve vontade de desaparecer?

Diga-me uma coisa, estamos no Hospital ou no supermercado?

E eu quem sou?
terça-feira, fevereiro 16, 2010
Carnaval
Porque não ir à…?
Primeiro começámos a pensar no tema da máscara. Queríamos um disfarce conjunto que se enquadrasse neste Carnaval alface.
Cada cidade brinca da sua maneira, cada grupo estipula as suas regras, cada qual tem os seus costumes. E nós queríamos um disfarce colectivo, que fosse suficientemente concretizável e real, não sendo demasiado virtual e imaginário.
Este ano não queríamos ser vampiras, nem minies, nem brancas de neve, nem os sete anões.
Nada disso. Isso foi nos outros carnavais.
Queríamos ser qualquer coisa que de facto desse para ser, mas que por acaso, não somos. Personificar alguém do dia-a-dia razoavelmente colorido, para ser temático, embora cuja essência fosse autêntica.
E assim foi: fomos à cabeleireiras!
Primeiro começámos a pensar no tema da máscara. Queríamos um disfarce conjunto que se enquadrasse neste Carnaval alface.
Cada cidade brinca da sua maneira, cada grupo estipula as suas regras, cada qual tem os seus costumes. E nós queríamos um disfarce colectivo, que fosse suficientemente concretizável e real, não sendo demasiado virtual e imaginário.
Este ano não queríamos ser vampiras, nem minies, nem brancas de neve, nem os sete anões.
Nada disso. Isso foi nos outros carnavais.
Queríamos ser qualquer coisa que de facto desse para ser, mas que por acaso, não somos. Personificar alguém do dia-a-dia razoavelmente colorido, para ser temático, embora cuja essência fosse autêntica.
E assim foi: fomos à cabeleireiras!
domingo, fevereiro 14, 2010
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