sexta-feira, fevereiro 12, 2010

Time off

Esta semana foi para aproveitar os entretantos para fazer Turismo.

Em Lisboa:
Primeira vez no elétrico

Primeira vez no Pirata

Em Sintra:
Palácio da Pena

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

3 + 1 grande

1. Visita da Partner
2. Jantar de Varsóvia ponto pt
3. Cheese and Wine Party em Alfama- IACs
1 grande. Urgência de Psiquiatria! :)

domingo, janeiro 31, 2010

Mudanças

Com o primeiro ordenado vieram as primeiras coisas.
O primeiro casaco - foi o primeiro gasto (que já andava de baixo de olho desde ainda antes do Natal; mas há alguém que acredite que é o meu primeiro casaco?!)
O primeiro candeeiro (Mr.Pee - sou apaixonada desde os 12 anos quando o vi uma vez em Amesterdão; acende e apaga no sítio onde vocês um dia irão ver)
O primeiro Teatro ("La Musica" no CCB de Margarite Duras)
O primeiro Fado (no Bartô do Chapitô)
E depois vieram os pais e o Campo Pequeno e o Aqui há peixe.
E no fim fisicamente as mudanças.
O taxi parado e o elétrico a querer passar! Que filme!

quinta-feira, janeiro 21, 2010

VZ na Várzea

E foi assim que o azulzinho morreu.
Ali. Em linha recta, no meio de Sintra, como quem vai para a Várzea.
Sem ACP, sem BMW, sem AXA.
Só eu e o Sr. Joaquim do reboque.
E agora está à espera que alguém o veja na Alameda dos Oceanos.
Só tenho uma coisa a acrescentar sobre hoje: 1237,01 para todos vocês também!

domingo, janeiro 17, 2010

2a semana "Isto é que é!"

A segunda semana “é que é!”
E subitamente tudo parece começar a correr bem.

A semana começou com os famosos Pastéis de Belém, mesmo no sítio onde eles são melhores, tcha-nam: em Belém. Depois o delicioso arroz de atum do Miguel (como se torna diferente o paladar depois de Erasmus, hein?).

Chegou o momento da indecisão da casa: pequenino T2 na Calçada do Combro ao lado do Bairro Alto, a 1 minuto do Chiado ou T2+2 na Rua Dr. Teófilo Braga ao lado do Jardim da Estrela, a 1 minuto da Assembleia da República e do Sr. Primeiro ministro? Queríamos uma casinha ou uma casarona? Carro em cima do passeio ou no parque? Perto ou longe do Metro?
Seguiram-se as indecisões, buscas e procuras, as votações em empate, até chegar à conclusão final: “mais vale uma casa na mão, do que duas a voar”, portanto ficamos com a da Calçada do Combro.
E para celebrar nada como ir ao Jantar dos IACs do Lisboa Central.

Mas nem tudo foram foguetes.
Na Várzea o trabalho continua, e quem não se adaptou muito bem desta vez, à dura realidade foi o meu azulzinho por esses caminhos estranhos, com curvas e contra-curvas em S, de terra batida, rochas a quase-roçar em ambos os lados do carro, mesmo com os espelhos virados para dentro.
Ora, num certo troço do trajecto curvilíneo, vinham dois carros em sentido contrário e lá tive que andar em S, mas desta vez em marcha-a-trás.
Ora, a embraiagem começou a tresandar a queimado e parecia meia solta, tal era a dificuldade e inclinação do caminho e a falta-de-controle sob o carro da condutora. Que susto!

Outra vez momentos de vento em poupa foram o lanche no Chiado, o Blade Runner no Cinemateca por entre dedos e sustos e o Jantar nos Armazéns do Chiado; o Jantar na Pizzaria com o Curry e Vila Franca e os reencontros do Pavilhão Chinês. O pior é sempre o despertador nos dias a seguir.

O fim-de-semana desta vez, teve a base em Alfama.
Na 6ª feira foi Jantar aniversário no Sushi em Cascais, filmes, vinho e o elevador dentro do apartamento. :)
O Sábado foi o dia mais inesperado de sempre. Saímos de casa em busca de nos aventurarmos por essa Lisboa. Assim, tal e qual, sem nada combinado e sem planos. De repente uma mensagem leva-nos a lanchar à Creperie no Chiado, a despedida deixa-nos dentro de uma interessante loja, e essa mesma loja deixa-nos com nova roupa colorida: umas botas brancas psicadélicas e um casaco fofo verde aos quadrados! Somos tão consumistas! Saímos da loja e temos uma mensagem: não querem jantar no Novo Wok? E aqui vamos nós, sempre a adorar os planos inesperados.
Segue-se uma noite muito animada no bairro, que evidentemente não vou descrever, mas que deixo só algumas palavras chave: “Caipirinhas; Poste; Taxi e Chão”
Com esta trapalhada toda, no dia a seguir havia que ir buscar o azulzinho que já estava estacionado em cima da linha do elétrico desde as 17h00 do dia anterior, altura essa em que tínhamos decidido aventurar-nos por Lisboa. Entretanto recebi um telefonema de uma amiga a dizer que ao amigo lhe tinham rebocado o carro. Estava o caldo entornado. Tanto excesso de zelo com o carro na 1ªsemana, tantas horas a fim a pagar em parques e ao primeiro descontrolo, iria eu passar impune? Faria sentido continuar com esperança de passar impune, sendo que o carro estava estacionado há já quase um dia?
Nada como ver para crer, com o coração nas mãos. Quando fui lá ter, reparo que 1)o carro ainda lá estava 2)não tinha sido bloqueado, nem rebocado 3)não tinha multa 4)nem publicidade! Mas que sorte! Vou tão a Fátima em Maio, que já agora fica ali a caminho da Queima das Fitas de Coimbra.
E não fosse eu estar com saudades de Sintra, depois de um Sábado tão agitado, fomos lá no Domingo ver móveis, petiscos e filmes.

E é assim.
Na vida há duas frases que dizes em situações distintas: “Antes é que era!” e “Isto é que é!”.
O lema é fazer muito desta, uma fase “Isto é que é”!

domingo, janeiro 10, 2010

1a semana cá em baixo

Nos poucos tempos livres da USF, lá fui conhecendo as zonas de Lisboa ao procurar casa - vi 13!
As zonas variaram desde Campo de Ourique, Rato, Lapa, Graça, São Sebastião da Pedreira (ao lado do Corte Inglés), Rua das Laranjeiras, Intendente, Príncipe Real e Areeiro (não obrigada).
Mas isto aqui tem que se ser rápido.
Entre ver a casa da Graça e gostar dela e a Bia ir vê-la no dia a seguir, a casa já estava alugada.
De resto, é tudo ou meio-velho, ou meio-caro, ou meio-fora-de-mão.
Os dias de trabalho acabaram quase sempre em jantares em casa de amigos, ou no bairro, ou com o pai ou em aniversários.

O ir de um sítio para o outro foi sempre acompanhado pelo, agora meu, novo amigo: GPS Joaquim.
Como tal, só vou a sítios que saiba a morada, para impedir situações como combinar no Marquês, e uma vez que o único resultado encontrado era a Rotunda do Marquês, fiquei, de forma insegura, (qual bolinha pinchona azul elétrica) a dar voltas à rotunda, até saber onde especificamente, e se sempre era na Rotunda do Marquês.

A Sexta foi para café curto no Salto Alto, que foi o máximo que o cansaço permitiu e o Sábado foi para as caipirinhas no Bairro.
Muito bom :)
O Domingo foi para não sair de casa e actualizar a cultura televisa das tardes da SIC.
A busca continua e o Centro de Saúde também..
A ver vamos.

quarta-feira, janeiro 06, 2010

Pérolas Várzea de Sintra

- O Sr. sofre de alguma coisa?
- Já fui operado aos intestinos porque tinha pickles e tenho amororas.
(pickles eram pólipos, mas que sem o Ó em Lisboa, os tais polÍpos soavam antes a pickles. Já as amororas eram claramente as hemorróides)

segunda-feira, janeiro 04, 2010

Olá lisboa

A viagem
Partida: Alameda Jardins da Arrábida às 16h30, que já foi tarde de si na hora.
Chegada: Rua D. João V 22h00, Lisboa. Mas foi pelas paragens e pela precaução e vá, pela trenguice também.
Personagens Principais: Carro 1 cheiíssimo de malas: Piloto1- Eu, Co-piloto1: Bia; Carro2 não tão cheio de malas: Camila e Maria João.
Figurantes: Encontro com o Carro 3 algarvio (Fernando Jorge e Miguel Costa).
Paragem em Leiria, Aveiras, Olaias e Alfama.
Apesar do GPS ter pifado na entrada em Lisboa e não reconhecer o terreno alfacinha, teve uma prestação razoável.
E lá cheguei ao temporário lar doce lar, com a carne transmontana da Sara à espera. :)

O Hospital (o dia a seguir)
Ir para o Hospital Egas Moniz (HEM) e o GPS pifar a meio da Avenida Infante Santo e dizer: "Você chegou ao seu destino". Ao que eu, inocentemente, abro a janela e tento avistar o HEM e pergunto a uma senhora, e ela me contesta: "Oh menina, tá muito longe! Isso é só em Belém!"
Pânico lançado! Eu no meio de Lisboa, sem um GPS orientado, sem ter a mínima ideia para onde ir. Esquerda? Direita? Marcha-a-trás? Lá tento reanimar a criatura. Mas em vão. Estava por mim. Eu, comigo mesma. Tive que recorrer ao antigo método rupestre de abrir a janela e ir perguntando. Fazer uma ou outra chamada a amigo que percebesse do assunto e procurar lugar para estacionar.
Uma vez chegada ao tão esperado dito cujo, fiz logo 3 amiguinhos (dois que já eram amigos-de-amigos-de-amiga e a outra que era, ela própria, amiga deles): a Luísa, o João Nuno e a Rita.
Burocracias e papeladas, e escolha de rotações.
Sendo que fui a ante-penúltima a escolher, fiquei na Unidade de Saúde Familiar de Sintra: sozinha!
Que é como quem diz, queres ir para Lisboa, queres? Ai não tens casa ainda? Então toma lá Sintra a ver se gostas das lezírias.

sábado, janeiro 02, 2010

Capodanno

segunda-feira, dezembro 21, 2009

México e Cuba

1ª etapa - Partida
Escala em Madrid. Conversas com a Nuria e a Lucia. Voo para Havana. Dormir aos bocadinhos.

2ª etapa - Chegada a Cuba.
Muito calor e era uma vez uma camisola a menos. A funcionária que dá apenas um quadradinho de papel higiénico. O cartaz e o Vicente à espera. A Casa da Aidita. Sair à Zorra y el Cuervo. 2 daikiris e 1 charuto.
Acordar com o Super desayuno das frutas do Carlos. Cambio para pesos convertíveis. A seca da internet no Presidente. Sandálias trocadas. De volta ao aeroporto, mas sem saber da taxa aeroportuária. Quase mesmo correr e os altifalantes.

3ª etapa – México. Cidade do México.
Jantar sandes picantes, seguidas pelo Furioso. Em busca da Nancy (Calle Navarra 232). Passeios pela noite. Plaza Garibaldi e os Mariachis. Cerveja com sal e limão (michelada). Em busca do Hotel, mas só há para dois. Descobrir o TV Color (Hotel Santo António).
As baratas. Acordar cedo. Tomar o “Eje”. Palácio das Bellas Artes. Os quadros e as visitas com as crianças. Almoçar no Taco Inn. Passeios pela zona dos vestidos de noiva. Museu José Luis Cuevas. Zócalo. Plaza de la Costituición. Catedral. Templo Mayor e as ruínas. Subir o mirador da Torre Latina. Tentar telefonar à Nancy e o indicativo. O chinês e as diarreias.
Estação Norte. Autocarro até Teotihuacán. A t-shirt da mexicana. A pirâmide do Sol. A pirâmide da Lua. Muito Sol. Não há água. As criancinhas da escola. As fotografias aos portugueses. A calçada dos mortos. Voltar ao DF. Bolos mexicanos. Nancy bate à porta do quarto errado. Passeios por Coyoacan. Comer milho. A casa onde bailava ballet. Cerveja com a prima. Jantar no típico mexicano “chic”.
Metro e mudança de planos. Museu Nacional de Antropologia. Muitas salas com as culturas e as eras. Parque de Chapultepec. Hamburgueres Hawaianos. Zoológico. Os pandas. A lontra e os pinguins. Castelo Chapultepec. Levantar dinheiro, mas afinal os estudantes não pagam. Zona rosa. Lanchar e jantar. Sair à noite. As danças e a banda.
Desayuno com a Nancy no mexicano “Sanborns” em Coyoacan. Casa da Frida Kahlo e do Diego Riviera. Taxi 38 pesos. Casa da Nancy, o ananás e sua família. Pai Nancy deixa-nos no metro. Primeira experiência com o ar-condicionado dos autocarros da ADO.

4ª etapa – Puebla
Hermillo e Edwin. Sangria no último andar do Hotel. Jantar tacos mexicanos típicos.
Cholula e a pirâmide. A Universidade do Hermilo. Almoço no coze-o-que-pedimos. Passeios pelo centro. Artesanato nas ruas. Bares alternativos e Martini de chocolate de menta. Jantar no sushi.
Casa de câmbio. Almoçar no animado “La ciudad”. Compras no supermercado. Noite da Francesinha. Sair. Garrafa da Bacardi.
Despedida. Autocarro da ADO e as pelis.

5ª etapa – Oaxaca
Hostel “El Quijote”. Passear. Mercado do Artesanato. Mercado da Comida. Almoço no Mercado. A Catedral. Correio. Jantar quase por engano chapolinos (gafanhotos).
O Tour. Amigos Mijke e Reto. Arbol de Tule (Maior árvore do Mundo). Teotitlán del Valle (Fiar os Tapetes). Hierve el agua (cascata calcificada). Mitla (ruínas). El Mezcal (bebida). Jantar no Italiano. Muita Salsa e as garrafas.
Monte Alban. Almoçar na Cantina Mexicana com o canadiano. Passear pelos Mercados. Gelado na Praça. Cocktail de Tequilla. Autocarro.

6ª etapa – Chiapas
San Cristóban de las casas. Desayuno no Hostel “Backpackers” quase com a argentina. Cañon del Sumidero. As lanchas, o gelado, os cabelos e o vento. Autocarro agreste até o centro. Passeio pelos mercados e a Plaza 31 de Marzo. Comprar ingredientes. Cozinhar. Os amigos e a fogueira. Dormir com o frio e a roupa.
Acordar em cima da hora. Os boxers, o sapato da montanha aeiou e o camião. Cascadas de Agua Azul. A molha nas Cascadas de Misol-Há. Ruinas de Palenque. A melhor espetada mexicana. Adeus aos Amigos canadianos na paragem de autocarro (e o perdido francês).

7ª etapa – Tulum
“Maria Sabina” Hostel. Pessoas alternativas. Emoção com a praia. Mais uma maré e menos uns óculos. Andar uns kms para comer. Energia só entre as 19h00 e as 22h00. A escuridão e a cozinha. Conversas e as estrelas na praia. Mosquitos.
Não se dorme, mas há sol pela manhã. Almoçar no centro. Autocarro.

8ª etapa – Playa del Carmen
Civilização again. SuperMenu no McDonalds por 2 euros. O argentino. A grávida dos Hamburguers a 25 pesos. Cocktail nos baloiços. Portugal, ao lado da Nicaragua. Hein? As pulgas.
Parque X-Caret. Nadar no rio com os óculos e a ver peixes. Buffet extra comida e menos vestido. Tartarugas e tubarões no aquário. A casa de banho e os cavalos. Espectáculo mexicano. Já somos amigos dos hamburguers.
Chichen-Itza. Cenote Zaci. A casa do chocolate de Valladolid. As pessoas do ICBAS. Discoteca Coco Bongo. A máscara, os artistas, as bebidas e as acompanhantes.
Esticar o pé na praia da Playa. A Lavandaria e o avião.

9ª etapa – De volta a cuba. Para Varadero.
Dormir em Havana na Aidita. Taxi e as 3 paragens para verificar documentos pelo caminho. Varadero. Hotel Sol Sirenas. Os passarinhos a voar no Buffet. Não encontrar as pessoas na praia. Reencontros. Juntar-nos à viajem de finalistas. Jantar. Festa no Resort. Piñacolada com Rum. Club Sandwich.
Praia. A água é quente. Sair à Casa da Música. Os refreguetons dos espectáculos cubanos na Casa da Música.
A chuva. Mercado de Artesanato. Passeio no Cadilac. A argolada da inauguração do Restaurante Oriental. Última Noite.

10ª etapa – Alugar carro em Cuba
Partida de Varadero no Peugeot 206 azul, T21664 na matícula vermelha. Dar boleia à Mãe cubana até Perico. As estradas cubanas que atravessam as cidades. Cólon. Los Arabos. Santo Domingo. Santa Clara. Reorientações. Perdidos again. Maricaragua. Curvas perigosas e enjoos nos Topes de Collants. Trinidad. Sr Bêbado a procurar casa. Os dois e a clandestina.
Passeios. Casa da Cultura. Tocar piano. Mas não querem uma aula de salsa? Mercado. Casa da Música e a demonstração do CD. Playa Ancón. Cienfuegos. Voltas by night. Perrito caliente. Não querem comer em casa dos cubanos?
A mensagem com as colocações do Ano Comum. Café Telegrafo. Internet lenta em frente ao Hotel Union. Banco. Playa Girón deserta. Hamburgueres falsos, tortillas e pastas no sítio vazio. Playa Larga. A rolote e o rum. O Hotel. Água de coco. Tomar banho by night. Até Havana.

11ª etapa – Havana
Olá Aidita. E o passaporte?
Embaixada de Portugal. Desayuno. Aquário Nacional de Cuba. Golfinhos e beijo dos leões marinhos. Deixar carro no Habana Libre. Passear e comer 5 gelados. Habana Vieja. Jantar típico cubano.
SuperDesayuno. Compras no Mercado. Capitolio. Particularidades do Museu de Arte Colonial. Os Mojitos na Bodeguita del Medio. Jantar cubano em casa. Aprender a dançar salsa com o DVD. Os 14 CUCs e sair à noite na garajem.
Museu do Ron Havana Club. Almoço típico. Os livros cubanos. A internet do Parque central. Lanche cubano em casa. O casal velho e a boleia para o aeroporto. A neve em Madrid e o voo que está 8 horas atrasado. Dormir, comer o esparguete sem lentes e continuar a dormir. Afinal não perdemos o outro avião em Madrid.

12ª etapa - Voltar

quinta-feira, novembro 19, 2009

Dia H

Podia ser amanhã, se eu desta vez tivesse dormido.
Enfim.

terça-feira, outubro 06, 2009

2 milhões


2 millionth Erasmus student
@ "Erasmus - the way forward and the Green paper on mobility of young people"
Lund, Sweden, 5th and 6th October 2009

segunda-feira, setembro 14, 2009

Não Regresso às Aulas

Para muitos, chegou a fase do Setembro dominada pela azáfama do regresso às aulas.
Na trajectória de um estudante, por vezes, tudo é uma gigante dúvida e o futuro pode ser reduzido a um aventureiro e inquietante ponto de interrogação.

Quando há seis anos entrei pela primeira vez no edifício secular do ICBAS, longe estava de adivinhar as implicações que iria ter aquela nova etapa, no meu precurso e projecto de vida.
O eminente átrio e restantes instalações, por vezes insuficientes, desde cedo proporcionaram um intenso contacto entre aqueles que partilhavam este espaço, facilitando o convívio, nomeadamente a diversão nas célebres “Flower Power”.
Por considerar essencial viver intensamente a Universidade, não só a nível do ensino mas também nas actividades associadas, introsei-me em várias delas.
No sentido de tomar conhecimento com o ensino e a prática médica noutras realidades, particularmente no estrangeiro, participei e reparticipei no Programa Erasmus.
A possibilidade de vivenciar estas enriquecedoras experiências permitiu-me enfrentar novos desafios, conviver com diferentes culturas, aprender novas línguas e criar novas amizades.

Chego ao fim desta etapa de estudante, levando comigo não só um diploma, mas uma satisfação pessoal no meu percurso académico, um leque alargado de contactos, colegas e amigos, nacionais e internacionais, que partilharam comigo fases distintas deste meu trajecto.

Em breve inicío a aventura de ser médica, quiçá a nova etapa do resto da minha vida.
Por isso desculpem, mas este ano não regresso às aulas.

segunda-feira, agosto 31, 2009

Holidays

-They don’t know how it really feels
They’re just here on holidays
Like dummies filling landscapes
How could they see you cry
Do you remember me?
I was the one that held you through
I held the spotlight when you did that crazy dance

- Ah! E era um sumo de laranja. Mas acabaram as laranjas. Oh vá lá!

- ?!?

quinta-feira, julho 23, 2009

terça-feira, junho 30, 2009

Control yourself

O que tem princípio, tem fim.

quarta-feira, junho 24, 2009

A Escola

A cadeira tapa a ventoinha, por isso vou abrir a janela.
Os vidros estão sujos.
É dia.
As crianças vão à escola e os pais ainda levam as crianças. Há mais crianças e há mais professores. Todos para a escola. Por isso há mais carros. Mais carros, menos lugares, mais barulho e menos espaço. E mais trânsito, sobretudo mais trânsito. Há menos tempo, menos música e mais pressa.
É noite.
As crianças já sairam da escola e brincam na relva e os adultos passeiam no parque depois de sair do trabalho, que é à mesma hora que se liga o sistema de rega. Os pais chamam as crianças para jantar e só fica um ser pensante debaixo duma árvore.
É tarde.
Vou fechar a janela.
Os vidros continuam sujos.

quarta-feira, junho 10, 2009

.pt

Há aviões que nos teletransportam, levam-nos de uma realidade para outra e há aviões que nos trazem a casa.
Há os que se apanham com adrenalina, nos levam à aventura e os que trepidam e se apanham a medo.
Há aviões directos e aviões com escala.
Há os que nos deixam saudades e outros que juramos não repetir.
Há aviões secretos e aviões públicos.Há os que têm revistas cor-de-rosa e os que nos trazem o New York Times.
Há aviões extravagantes e coloridos e aviões discretos versão monocor.
Há os que não custam nada e os que nos custam tudo.
Há aviões que nos levam a 17 sítios e há aviões que não nos chegam a levar a lado nenhum.

domingo, maio 31, 2009

Do Widzenia

A de Acordar.
B de Barbecue, Barco e Biblioteca.
C de Cerveja, Checo, Chuva e Concertos.
D de Descobrir e de dúvidas.
E de Escadas e de Esplanadas.
F de Festa, Fonte e Fumo.
G de Gelados.
H de Hanna e Hard Rock.
I de Inundação.
J de Jogo.
K de Kebab.
L de lençóis.
M de Marszalkowska e de Mercados.
N de Noite e Nowy Swiat.
O de Old Town.
P de Pierogis, Pediatria, Piscina, Polaco, Português e Praga. Definitivamente P.


Q de Quarto e de Querer.
R de Relva.
S de Sol.
T de Terminar e de Tunas.
U de Underground e Universidade.
V de Vodka.
X de nada.
Z de Zloties.

terça-feira, maio 19, 2009

Senza Parole

Il treno di Trenitalia con le sue destinazione arriva una altra volta.
A estação de Milão continua em obras, mas tudo parece mudado. Não se avistam as estimadas máquinas amarelas, e mesmo no meio deste clássico, ergue-se um complexo de tapetes rolantes que conectam uns pisos aos outros, em jeito de coisa moderna, mas que repele ao olho intermitentemente nostálgico que nem acerta em adquirir os bilhetes.
Rumo a Pavia onde aparecem no Nico as arcadas da White House Party, saltitando entre o trio Fiume/Universidade/Essalonga e a combinação explosiva pasta/cena/fumo/laura, sem nessuno fermare até ao Dali.
Destino final: o casino máximo do Forno Vecchio de Nápoles. Procuravam-se os amigos na Piazza Lorental e de surpresa se encontravam no Mamamu.
Rotinas no Jogo de Polo Posillipo vs Pro Recco, novidades no Parque da Villa Floridiana e no Perditempo.
Como se constava que já ali tinha estado muitas vezes, o melhor foi apostar na Festa na praia no Arenil e trabalhar para o bronze na spiaggia de Ischia, arregalando a vista nos spots românticos da infância "silviestre" no Lacco Ameno.
Para rematar as indecisões nada como tirar fotos no Nilo por 50 euros e terminar com a pizza da Sorbillo.
Super Bien! Grazzie mille!


Já me tinhas dito...
Itália continuará a ser uma outra Itália.
Pero dovresti allontanarse della línea giallia.