sexta-feira, maio 28, 2010

Snow Patrol


@ RIR

quinta-feira, maio 27, 2010

Grizzly Bear


@Coliseu dos Recreios

De lá de cima, para a fila mesmo atrás.
Todos os joelhos me tocam até alguém enganado trocar de lugar.
E mesmo no fim, apenas a 5 cabeças de distância!

Que inteligente tudo. Mesmo muito bom.

segunda-feira, maio 17, 2010

Runaway



"what makes you think I’m enjoyin' being led to the flood
We got another thing comin' undone
That’s taking forever

We don't bleed when we don't fight"

sábado, maio 15, 2010

Vouga abaixo

A Pediatria do HSFX organizou uma descida do Rio Vouga para os seus funcionários à qual os IAC’s do CHLO, entre outros, prontamente aderiram.
O plano começou quando decidimos não ter plano e simplesmente fazer a mala e partir um dia antes, com tenda e saco cama, prontos a acampar pelo caminho, se não encontrássemos nenhuma pousada de juventude. Contudo, no decorrer do trajecto, a cidade-sabedoria interpelou-nos, o plano foi retraçado, e aí ficámos. Mas tínhamos tudo para acampar se quiséssemos!

No dia seguinte impunha-se madrugar que havia ainda que ir Vouga abaixo.
Com início em Pessegueiro do Vouga e final previsto em Sernada do Vouga, dizia-se que seria uma descida num rio diferente, com forte envolvente natural e com alguma emoção em termos de corrente do rio.



Ora, feitas as explicações iniciais sobre como manejar as pagaias e qual a função do leme e a do motor, havia que distribuir os passageiros dois a dois.
Sendo que as duas pessoas que demonstraram mais receio na canoa ficaram com quem tinha já experiência na canoagem, escusado será dizer que uma delas fui eu.

Contudo, o Enfermeiro Vítor (nome fictício) não era só uma pessoa com experiência, mas alguém que gostava de experimentar os limites por entre os verdes, ir pelos sítios com maior corrente, pelas águas bravas, sempre com grande domínio da canoa, porém induzindo o perigo e a vertigem constante ao passageiro da frente, isto é, a mim.
Já os instrutores da Transerrano (nome fictício também este) vá-se lá saber porquê, achavam muita piada em molhar as pessoas e virar as canoas ao contrário, ao invés de reconfortar os passageiros mais afrontados.
Tinha, pois, sido até então uma primeira etapa particular.



Uma vez feita a pausa para almoço, eu estava já encharcada, embora, apesar da ameaça constante, a minha canoa ainda não tivesse virado, nem sido virada, graças ao domínio do meu parceiro.
Por essa altura, momento de paragem, suspensão e descanso, sentia-me bastante saciada e satisfeita com os 8 km que tinha feito até então. Como se a minha missão já se pudesse dar por cumprida.

Ora, a amiga Joana (nome imaginário também este) estava com frio e não queria continuar, porque já ela, tinha ficado com alguém que acumulava o não dominar a canoa, com o querer ultrapassar os limites e sobrepunha já ter virado a canoa, com ter sido virada, inúmeras vezes.


Foi aí que surgiu a ideia de acabar por ali a nossa jornada.
Retorquiram-nos com provocações infindas se tínhamos a certeza que queríamos Desistir.
Desistir? Não! O que nós queríamos era acabar mais cedo aquele trilho.
Não éramos capazes de continuar? Claro que éramos. Não quisemos porque já não nos apetecia.
Éramos fraquinhas? Não, não éramos. Nem era por continuarmos o itinerário que íamos provar que éramos fortes.
Como não tínhamos que provar nada a ninguém, apesar de lançados os reptos, rematámos ali um destino diferente do grupo, uns kilómetros distintos deste, que não era por ser um rumo prévio, mas por traçarmos objectivos descoincidentes.
Podíamos ter continuado, mas preferimos não continuar.

E o que fizemos nos entretantos?
Tive a guiar o camião com os reboques das canoas. Muito melhor!

sexta-feira, maio 14, 2010

Pelo Papa

O Papa visita Portugal para presidir às celebrações do 13 de Maio em Fátima. O Estado é laico e como tal os funcionários públicos têm tolerância de ponto.
Os limites de circulação na cidade impediram-me de eleger o caminho habitual para o trabalho. Em alternativa, tento fugir aos troços cortados e aos caminhos por onde o Papa iria passar.
Porém, com o predomínio do desconhecimento exacto de quais as tais vias, foi obrigatório o Seu encontro.

Uma vez nas Amoreiras, o semáforo inesperadamente se desliga e o afluxo de carros e pessoas intensifica e abruptamente tudo pára. Claramente algo iria ali suceder, naquele sítio e naquele momento, e tendo em conta a quadra em questão, não era difícil decifrar o que seria.
Pouco depois surge um helicóptero, o que reforçou a perspicácia da conclusão. Estava assente que o Papa iria por ali passar, e que uma vez congestionados também nós iríamos ver o Papa.

Deixámos o carro e debruçámo-nos sobre o sentido onde iria aparecer. A estrada estava cortada. Como nos filmes. Não se avistava vivalma.
Inesperadamente começou a chover. Mas uma vez ali, e uma vez confinados, e sendo que iríamos ver o Papa, toda a chuva era merecida.
Passa uma moto da polícia. Passam 2. Passam 3. E bruscamente desfilavam muitas, em crescendo, assim como quem desenha um triângulo com as silhuetas das motas de polícia. E depois não sei quantos Mercedes e no meio deles uma mão acenando em concha.
Era o Papa! Tínhamos visto o Papa! Ou pelo menos a mão do Papa que se lhe adivinhava o rosto!

Tal como o Estado é laico mas há tolerância de ponto, nós não queríamos passar pelas ruas congestionadas onde por ventura fosse passar o Papa mas passámos e vimos.

Uma vez no dia 13, havia que empregar a tolerância de um modo católico que não fosse sinónimo de estar engarrafado em multidões. Por isso Fátima não podia ser.
Fomos a Mafra, ao Convento. Não havia trânsito, nem massas, nem nada. O Convento estava fechado!

Plano B? Ericeira.

Vashti Bunyan


@Lux

quarta-feira, maio 05, 2010

Pediatria

É um puto dar-te um pontapé quando lhe pões a espátula na boca.

sexta-feira, abril 30, 2010

Obstetrícia

Pretendia-se desenvolver normas de conduta clínica no âmbito da obstetrícia, imprescindíveis à formação básica, e que seriam úteis no futuro em qualquer área de diferenciação. Ou pelo menos pareceu-me ser esse o objectivo.
A gravidez, e o parto foram as sublimes realidades contempladas e com as quais iniciei a vivência hospitalar no corrente ano no HSFX.
O que trago deste Estágio?
Uma afeição pela obstetrícia, pelo conceito teórico e prático de “por vida no mundo”, a percepção de uma vida profissional dedicada à saúde materno-fetal, uma maior simpatia pela cirurgia, um grande apreço pelo Hospital, pelos colegas, pelas instalações, pela localização e pela vista. E vá, pelo horário!

terça-feira, abril 27, 2010

Carro prá Caparica


"De Lisboa vou fugir, vou para o Sol da Caparica!"

segunda-feira, abril 26, 2010

Os Cravos

Na época das comemorações do 25 de Abril impõe-se meditar.
Reflectir sobre o significado do Cravo Vermelho.
Ponderar a sua localização estratégica no cano das espingardas.
Congeminar que desde esses dias eclodiu o sentimento revolucionário.
E imaginar que assim desabrochou o movimento que derrubou o regime ditatorial herdado.

Depois de meditares sobre todas estas temáticas, aí sim, recomenda-se visitar o Palácio Nacional de Belém e aconselha-se percorrer o Quartel do Carmo.

(Outros relatos/sugestões aceitam-se, mas só em Abril.)

terça-feira, abril 20, 2010

Instrumentar

"-Está a jorrar sangue
-Foram atingidas as uterinas
-Passa a hemostática
-Segura no Farabeuf
-Compressas!
...
-Estancou!
...
- O porta-agulhas?"

sexta-feira, abril 16, 2010

O'QueStrada


@Musicbox

terça-feira, abril 13, 2010

segunda-feira, abril 12, 2010

O Tejo é mais belo

O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.

Alberto Caeiro

quarta-feira, março 31, 2010

Inquéritos - últimas pérolas

- Eu (M.): Olá Bom Dia! Nós estamos a fazer um inquérito sobre a satisfação dos Utentes das diferentes Extensões do Centro de Saúde desta Área. Será que lhe posso fazer umas perguntinhas? É totalmente anónimo.
- A pérola (Resposta): Como? Ó menina, eu não ouço!

- M. : Precisava que me respondesse a umas perguntas, que me classificasse de Muito Bom a Muito Mau os seguintes profissionais.
- R. : Ai não sei se sei responder direito às perguntas.

- M.: Precisava que me desse a sua opinião sobre os diferentes profissionais de Muito Bom a Muito Mau. Comecemos pelo administrativo?
-R.: É. Eu tenho uma doença crónica.

-M.: Pois, mas precisava que me ajudasse e pusesse a cruz num dos quadrados de Muito Bom a Muito Mau. O primeiro profissional é o administrativo.
-R.: É, eu sou muito doente!

-M.: E relativamente ao enfermeiro. Como o classificaria de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Enfermeiro? Eu tive um AVC. E venho cá quando preciso.

-M.: E o médico. Como classifica de Muito Bom a Muito Mau o médico?
-R.: A médica é a Dra Sameiro (nome fictício, evidente).

-M.: Como considera o sistema de classificação de consultas por telefone de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É telefonar para cá.

-M.: Tem conhecimento que pode marcar consultas por internet?
-R.: Eu ouço falar da internet, mas nunca a vi.

-M.: Qual a sua opinião sobre o tempo de espera em relação à marcação de uma consulta de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É 1hora.

-M.: Como classifica o tempo de espera no dia da consulta de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É quando chegar a minha vez.

-M.: Considera que o horário de atendimento aos utentes é adequado às suas necessidades?
-R.: Ah, isso depende! Há pessoas mais simpáticas e outras menos.

-M.: Como classifica as instalações da Unidade de Saúde de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: As instalações são estas!

-M.: Como classifica as condições de higiene e limpeza das instalações sanitárias de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Não.

-M.: Como classifica as condições de conforto da sala de espera de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Ah, isso espera-se muito tempo.

-M.: Tem alguma sugestão?
R.: Gestão de quê?

E dito isto parece-me suficientemente perceptível que foi seriamente difícil efectivar o inquérito e estabelecer o sistema de classificação de Muito Bom a Muito Mau nestas terras.
E mais complicado ainda foi decifrar as respostas e colocar a cruz no quadradinho.
Se calhar foi do meu sotaque que não perceberam.
Ou da falta de pilha no aparelho ou do Arizaímere.
Mas provavelmente é a essência basal do ser.

segunda-feira, março 29, 2010

Teatro

Este Sábado, 27 de Março, foi o Dia Mundial do Teatro.
E assim sendo, nada melhor do que teatrizá-lo.
Dizia que pareceu (que é mais ou menos um diz que parece no Pretérito Perfeito, porque já passou) que as ruas da Baixa/Chiado iam ter espectáculos à borla.
Encetámos mal. Perdermo-nos por mea culpa e chegámos aos ditos sítios onde ocorriam os espectáculos, sucessivamente, mesmo a tempo de bater palmas, o que equivale a uma parte final não perceptível da representação.
Logo, perdemo-nos por culpa del mapa, uma vez que alguns dos sítios que indicava, como a Rua Garrett e a Rua Augusta, não nos dizia se era em cima ou em baixo ou para a esquerda ou para a direita, respectivamente. E lá percorríamos baixo-cima, direita-esquerda, tentanto procurar personagens diferentes emaranhadas, que a qualquer momento fossem o prelúdio do início de uma nova representação.
Nos entretantos, íamo-nos entretendo com o pífaro dos mexicanos e o acordeão dos ciganos, que ambicionando alguns euros, distraíam os transeuntes que prefeririam um Dia Mundial da Música.
Depois de retraçado um plano de acção para conseguirmos assistir do princípio ao fim aos restantes espectáculos, o preferido foi a “Antígona” com o seu Tic-Tac, que foi todo um preâmbulo do Rei Édipo do dia seguinte, que embora já não fosse o Dia Mundial do Teatro, aí sim, o foi.

sexta-feira, março 26, 2010

B Fachada

@ ZDB

segunda-feira, março 22, 2010

Entretanto: pido adelante!

Com os Alfacinhas


Aeroporto. Mapas. Casa das Tulipas. Chiado. Rossio. Praça da Figueira. Hospital São José. Campo dos Mártires da Pátria. Terraço das Freiras. Ginginha. Santa Apolónia. Alfama. Casa do Miguel. Jantar na Tasquinha.Concerto. Lux. Pavilhão Chinês. Panteão Nacional. Mosteiro de São Vicente de Fora. Sé. Castelo de São Jorge. Elevador de Santa Justa. Ruínas do Convento do Carmo. Fábulas no Chiado. Sul no Bairo Alto. Caipirinha XXL. Pastéis de Belém. Mosteiro dos Jerónimos. Palácio Nacional de Belém. Torre de Belém. Hospital Egas Moniz. Hard Rock Café.

Centro
Rissóis típicos na Mealhada

Com os Tripeiros




Jantar e Botellon no D. Capipirinhas no Molhe. Plano B. Leça. Fuzelhas. Guerra de Peixe. Banho. Ribeira. Francesinha. Caves de Vinho do Porto. Cais de Gaia. Alfaiate. Galerias. Casa da Música. Clubbing. Pitch. Serralves. Jantar na Açoreana. Licores. Passeios. 5 no mini. Pido adelante! Lateral. Lateral. Puff nel medio. Santa Catarina. Teatro São João. Sé. Ponte D. Luis. Estação de São Bento. Aliados. Torre dos Clérigos. Livraria Lello. ICBAS. Teatro Anatómico. Dia Internacional da Água. Aeroporto.

quinta-feira, março 18, 2010

Beach House

@ Lux

segunda-feira, março 15, 2010

Yo La Tengo

@ Aula Magna