- Eu (M.): Olá Bom Dia! Nós estamos a fazer um inquérito sobre a satisfação dos Utentes das diferentes Extensões do Centro de Saúde desta Área. Será que lhe posso fazer umas perguntinhas? É totalmente anónimo.
- A pérola (Resposta): Como? Ó menina, eu não ouço!
- M. : Precisava que me respondesse a umas perguntas, que me classificasse de Muito Bom a Muito Mau os seguintes profissionais.
- R. : Ai não sei se sei responder direito às perguntas.
- M.: Precisava que me desse a sua opinião sobre os diferentes profissionais de Muito Bom a Muito Mau. Comecemos pelo administrativo?
-R.: É. Eu tenho uma doença crónica.
-M.: Pois, mas precisava que me ajudasse e pusesse a cruz num dos quadrados de Muito Bom a Muito Mau. O primeiro profissional é o administrativo.
-R.: É, eu sou muito doente!
-M.: E relativamente ao enfermeiro. Como o classificaria de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Enfermeiro? Eu tive um AVC. E venho cá quando preciso.
-M.: E o médico. Como classifica de Muito Bom a Muito Mau o médico?
-R.: A médica é a Dra Sameiro (nome fictício, evidente).
-M.: Como considera o sistema de classificação de consultas por telefone de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É telefonar para cá.
-M.: Tem conhecimento que pode marcar consultas por internet?
-R.: Eu ouço falar da internet, mas nunca a vi.
-M.: Qual a sua opinião sobre o tempo de espera em relação à marcação de uma consulta de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É 1hora.
-M.: Como classifica o tempo de espera no dia da consulta de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É quando chegar a minha vez.
-M.: Considera que o horário de atendimento aos utentes é adequado às suas necessidades?
-R.: Ah, isso depende! Há pessoas mais simpáticas e outras menos.
-M.: Como classifica as instalações da Unidade de Saúde de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: As instalações são estas!
-M.: Como classifica as condições de higiene e limpeza das instalações sanitárias de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Não.
-M.: Como classifica as condições de conforto da sala de espera de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Ah, isso espera-se muito tempo.
-M.: Tem alguma sugestão?
R.: Gestão de quê?
E dito isto parece-me suficientemente perceptível que foi seriamente difícil efectivar o inquérito e estabelecer o sistema de classificação de Muito Bom a Muito Mau nestas terras.
E mais complicado ainda foi decifrar as respostas e colocar a cruz no quadradinho.
Se calhar foi do meu sotaque que não perceberam.
Ou da falta de pilha no aparelho ou do Arizaímere.
Mas provavelmente é a essência basal do ser.
quarta-feira, março 31, 2010
segunda-feira, março 29, 2010
Teatro
Este Sábado, 27 de Março, foi o Dia Mundial do Teatro.
E assim sendo, nada melhor do que teatrizá-lo.
Dizia que pareceu (que é mais ou menos um diz que parece no Pretérito Perfeito, porque já passou) que as ruas da Baixa/Chiado iam ter espectáculos à borla.
Encetámos mal. Perdermo-nos por mea culpa e chegámos aos ditos sítios onde ocorriam os espectáculos, sucessivamente, mesmo a tempo de bater palmas, o que equivale a uma parte final não perceptível da representação.
Logo, perdemo-nos por culpa del mapa, uma vez que alguns dos sítios que indicava, como a Rua Garrett e a Rua Augusta, não nos dizia se era em cima ou em baixo ou para a esquerda ou para a direita, respectivamente. E lá percorríamos baixo-cima, direita-esquerda, tentanto procurar personagens diferentes emaranhadas, que a qualquer momento fossem o prelúdio do início de uma nova representação.
Nos entretantos, íamo-nos entretendo com o pífaro dos mexicanos e o acordeão dos ciganos, que ambicionando alguns euros, distraíam os transeuntes que prefeririam um Dia Mundial da Música.
Depois de retraçado um plano de acção para conseguirmos assistir do princípio ao fim aos restantes espectáculos, o preferido foi a “Antígona” com o seu Tic-Tac, que foi todo um preâmbulo do Rei Édipo do dia seguinte, que embora já não fosse o Dia Mundial do Teatro, aí sim, o foi.
E assim sendo, nada melhor do que teatrizá-lo.
Dizia que pareceu (que é mais ou menos um diz que parece no Pretérito Perfeito, porque já passou) que as ruas da Baixa/Chiado iam ter espectáculos à borla.
Encetámos mal. Perdermo-nos por mea culpa e chegámos aos ditos sítios onde ocorriam os espectáculos, sucessivamente, mesmo a tempo de bater palmas, o que equivale a uma parte final não perceptível da representação.
Logo, perdemo-nos por culpa del mapa, uma vez que alguns dos sítios que indicava, como a Rua Garrett e a Rua Augusta, não nos dizia se era em cima ou em baixo ou para a esquerda ou para a direita, respectivamente. E lá percorríamos baixo-cima, direita-esquerda, tentanto procurar personagens diferentes emaranhadas, que a qualquer momento fossem o prelúdio do início de uma nova representação.
Nos entretantos, íamo-nos entretendo com o pífaro dos mexicanos e o acordeão dos ciganos, que ambicionando alguns euros, distraíam os transeuntes que prefeririam um Dia Mundial da Música.
Depois de retraçado um plano de acção para conseguirmos assistir do princípio ao fim aos restantes espectáculos, o preferido foi a “Antígona” com o seu Tic-Tac, que foi todo um preâmbulo do Rei Édipo do dia seguinte, que embora já não fosse o Dia Mundial do Teatro, aí sim, o foi.
sexta-feira, março 26, 2010
segunda-feira, março 22, 2010
Entretanto: pido adelante!
Com os Alfacinhas


Aeroporto. Mapas. Casa das Tulipas. Chiado. Rossio. Praça da Figueira. Hospital São José. Campo dos Mártires da Pátria. Terraço das Freiras. Ginginha. Santa Apolónia. Alfama. Casa do Miguel. Jantar na Tasquinha.Concerto. Lux. Pavilhão Chinês. Panteão Nacional. Mosteiro de São Vicente de Fora. Sé. Castelo de São Jorge. Elevador de Santa Justa. Ruínas do Convento do Carmo. Fábulas no Chiado. Sul no Bairo Alto. Caipirinha XXL. Pastéis de Belém. Mosteiro dos Jerónimos. Palácio Nacional de Belém. Torre de Belém. Hospital Egas Moniz. Hard Rock Café.

Centro
Rissóis típicos na Mealhada
Com os Tripeiros




Jantar e Botellon no D. Capipirinhas no Molhe. Plano B. Leça. Fuzelhas. Guerra de Peixe. Banho. Ribeira. Francesinha. Caves de Vinho do Porto. Cais de Gaia. Alfaiate. Galerias. Casa da Música. Clubbing. Pitch. Serralves. Jantar na Açoreana. Licores. Passeios. 5 no mini. Pido adelante! Lateral. Lateral. Puff nel medio. Santa Catarina. Teatro São João. Sé. Ponte D. Luis. Estação de São Bento. Aliados. Torre dos Clérigos. Livraria Lello. ICBAS. Teatro Anatómico. Dia Internacional da Água. Aeroporto.
Centro
Rissóis típicos na Mealhada
Com os Tripeiros
quinta-feira, março 18, 2010
segunda-feira, março 15, 2010
Óbidos
sexta-feira, março 12, 2010
sexta-feira, março 05, 2010
Pública
A semana foi pública.
Novo estágio.
Novas colegas.
Um motorista.
Novas exposições.
Inauguração IAC da Calçada do Combro.
O halo evidentemente mais claro na parte direita da fotografia surge em torno da cozinheira chefe, quiçá pela qualidade exímia da "Meat Party"!
A ajudante e chefe da loiça não foi afectada pelo dito halo na parte inferior da respectiva fotografia.
Novo estágio.
Novas colegas.
Um motorista.
O halo evidentemente mais claro na parte direita da fotografia surge em torno da cozinheira chefe, quiçá pela qualidade exímia da "Meat Party"!
A ajudante e chefe da loiça não foi afectada pelo dito halo na parte inferior da respectiva fotografia.
segunda-feira, março 01, 2010
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
Últimas pérolas
Mulher de x anos vigil, colaborante, orientada em todas as referências, mas sem os dois dentes da frente.
- Olá! Bom dia! Eu vim aqui porque ainda não morri.
Não sei se foi o frufru que eu aspirei, mas tenho uma dor que me está a arrapanhar aqui.
Em tempos fui osperadas, fizeram-me um eco e cardiograma e puseram-me duas prostas.
Tenho osteoclerose e tomo centre e um.
Por exemprus , o meu marido tem a doença do frio, a modos que eu passo os dias em casa fechada com o calorífero.
Ai, eu queria tanto desmagrecer.
Eu quero cortisona qu’ assim se morrer da injecção já não morro doutra coisa!
- Olá! Bom dia! Eu vim aqui porque ainda não morri.
Não sei se foi o frufru que eu aspirei, mas tenho uma dor que me está a arrapanhar aqui.
Em tempos fui osperadas, fizeram-me um eco e cardiograma e puseram-me duas prostas.
Tenho osteoclerose e tomo centre e um.
Por exemprus , o meu marido tem a doença do frio, a modos que eu passo os dias em casa fechada com o calorífero.
Ai, eu queria tanto desmagrecer.
Eu quero cortisona qu’ assim se morrer da injecção já não morro doutra coisa!
terça-feira, fevereiro 23, 2010
Alemão
Encetei a minha aprendizagem no meu mais recente idioma: o alemão.
E o contexto foi: chego eu 10 minutos atrasada, insegura de ter entrado na sala correcta correspondente ao meu nível de aspirante a principiante e eis que olho para o quadro e vejo já umas 10 frases escritas no dito cujo e uma Frau a explicar o conteúdo destas mesmas frases, tudo em alemão, inclusivé a própria explicação!
Imbuída numa imensa vontade de rir ao pensar que quiçá deveria haver um nível de alemão inferior ao A.1.1. em que estou inscrita, e esse sim, seria um nível adequado para mim: uma espécie de nível A.1.0. ou um A.0.1. que poderia também ter em conta a facilidade que cada indivíduo eventualmente poderá ter em aprender uma língua tão apfelstrudel como o alemão.
Mas esta vontade de rir transformou-se no pânico total ao perceber que passados 10 minutos, em bom modo de roleplay, a senhora dona Frau estava a fazer-nos repetir um a um, cada uma daquelas frases, improvisando com exemplos.
Mas qual foi a parte do "Eu nem sequer sei o que é que aquelas frases querem dizer" é que ela não percebeu?
Quanto mais fazer exemplos com elas!
Ou me ponho a ver rapidamente o “Rex – o cão polícia” ou não há alemão que resista.
Mas o que é que se há-de fazer com este tempo tão mau?
O melhor ainda é aprender alemão.
E o contexto foi: chego eu 10 minutos atrasada, insegura de ter entrado na sala correcta correspondente ao meu nível de aspirante a principiante e eis que olho para o quadro e vejo já umas 10 frases escritas no dito cujo e uma Frau a explicar o conteúdo destas mesmas frases, tudo em alemão, inclusivé a própria explicação!
Imbuída numa imensa vontade de rir ao pensar que quiçá deveria haver um nível de alemão inferior ao A.1.1. em que estou inscrita, e esse sim, seria um nível adequado para mim: uma espécie de nível A.1.0. ou um A.0.1. que poderia também ter em conta a facilidade que cada indivíduo eventualmente poderá ter em aprender uma língua tão apfelstrudel como o alemão.
Mas esta vontade de rir transformou-se no pânico total ao perceber que passados 10 minutos, em bom modo de roleplay, a senhora dona Frau estava a fazer-nos repetir um a um, cada uma daquelas frases, improvisando com exemplos.
Mas qual foi a parte do "Eu nem sequer sei o que é que aquelas frases querem dizer" é que ela não percebeu?
Quanto mais fazer exemplos com elas!
Ou me ponho a ver rapidamente o “Rex – o cão polícia” ou não há alemão que resista.
Mas o que é que se há-de fazer com este tempo tão mau?
O melhor ainda é aprender alemão.
sexta-feira, fevereiro 19, 2010
O outro lado
Ouve vozes? Vozes que ninguém ouve?
E que lhe dizem? São pessoas conhecidas? Dizem-lhe para fazer coisas feias?
E vê bichos, coisas e animais que mais ninguém vê? Aranhas gigantes na parede?
E às vezes voa? Ladra? E miar, mia?
Anda triste? Dorme bem? Já teve vontade de desaparecer?

Diga-me uma coisa, estamos no Hospital ou no supermercado?

E eu quem sou?
E que lhe dizem? São pessoas conhecidas? Dizem-lhe para fazer coisas feias?
E vê bichos, coisas e animais que mais ninguém vê? Aranhas gigantes na parede?
E às vezes voa? Ladra? E miar, mia?
Anda triste? Dorme bem? Já teve vontade de desaparecer?

Diga-me uma coisa, estamos no Hospital ou no supermercado?

E eu quem sou?
terça-feira, fevereiro 16, 2010
Carnaval
Porque não ir à…?
Primeiro começámos a pensar no tema da máscara. Queríamos um disfarce conjunto que se enquadrasse neste Carnaval alface.
Cada cidade brinca da sua maneira, cada grupo estipula as suas regras, cada qual tem os seus costumes. E nós queríamos um disfarce colectivo, que fosse suficientemente concretizável e real, não sendo demasiado virtual e imaginário.
Este ano não queríamos ser vampiras, nem minies, nem brancas de neve, nem os sete anões.
Nada disso. Isso foi nos outros carnavais.
Queríamos ser qualquer coisa que de facto desse para ser, mas que por acaso, não somos. Personificar alguém do dia-a-dia razoavelmente colorido, para ser temático, embora cuja essência fosse autêntica.
E assim foi: fomos à cabeleireiras!
Primeiro começámos a pensar no tema da máscara. Queríamos um disfarce conjunto que se enquadrasse neste Carnaval alface.
Cada cidade brinca da sua maneira, cada grupo estipula as suas regras, cada qual tem os seus costumes. E nós queríamos um disfarce colectivo, que fosse suficientemente concretizável e real, não sendo demasiado virtual e imaginário.
Este ano não queríamos ser vampiras, nem minies, nem brancas de neve, nem os sete anões.
Nada disso. Isso foi nos outros carnavais.
Queríamos ser qualquer coisa que de facto desse para ser, mas que por acaso, não somos. Personificar alguém do dia-a-dia razoavelmente colorido, para ser temático, embora cuja essência fosse autêntica.
E assim foi: fomos à cabeleireiras!
domingo, fevereiro 14, 2010
sexta-feira, fevereiro 12, 2010
Time off
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
3 + 1 grande
domingo, janeiro 31, 2010
Mudanças
Com o primeiro ordenado vieram as primeiras coisas.
O primeiro casaco - foi o primeiro gasto (que já andava de baixo de olho desde ainda antes do Natal; mas há alguém que acredite que é o meu primeiro casaco?!)
O primeiro candeeiro (Mr.Pee - sou apaixonada desde os 12 anos quando o vi uma vez em Amesterdão; acende e apaga no sítio onde vocês um dia irão ver)
O primeiro Teatro ("La Musica" no CCB de Margarite Duras)
O primeiro Fado (no Bartô do Chapitô)
E depois vieram os pais e o Campo Pequeno e o Aqui há peixe.
E no fim fisicamente as mudanças.
O taxi parado e o elétrico a querer passar! Que filme!
O primeiro casaco - foi o primeiro gasto (que já andava de baixo de olho desde ainda antes do Natal; mas há alguém que acredite que é o meu primeiro casaco?!)
O primeiro candeeiro (Mr.Pee - sou apaixonada desde os 12 anos quando o vi uma vez em Amesterdão; acende e apaga no sítio onde vocês um dia irão ver)
O primeiro Teatro ("La Musica" no CCB de Margarite Duras)
O primeiro Fado (no Bartô do Chapitô)
E depois vieram os pais e o Campo Pequeno e o Aqui há peixe.
E no fim fisicamente as mudanças.
O taxi parado e o elétrico a querer passar! Que filme!
quinta-feira, janeiro 21, 2010
VZ na Várzea
E foi assim que o azulzinho morreu.Ali. Em linha recta, no meio de Sintra, como quem vai para a Várzea.
Sem ACP, sem BMW, sem AXA.
Só eu e o Sr. Joaquim do reboque.
E agora está à espera que alguém o veja na Alameda dos Oceanos.
Só tenho uma coisa a acrescentar sobre hoje: 1237,01 para todos vocês também!
domingo, janeiro 17, 2010
2a semana "Isto é que é!"
A segunda semana “é que é!”
E subitamente tudo parece começar a correr bem.
A semana começou com os famosos Pastéis de Belém, mesmo no sítio onde eles são melhores, tcha-nam: em Belém. Depois o delicioso arroz de atum do Miguel (como se torna diferente o paladar depois de Erasmus, hein?).
Chegou o momento da indecisão da casa: pequenino T2 na Calçada do Combro ao lado do Bairro Alto, a 1 minuto do Chiado ou T2+2 na Rua Dr. Teófilo Braga ao lado do Jardim da Estrela, a 1 minuto da Assembleia da República e do Sr. Primeiro ministro? Queríamos uma casinha ou uma casarona? Carro em cima do passeio ou no parque? Perto ou longe do Metro?
Seguiram-se as indecisões, buscas e procuras, as votações em empate, até chegar à conclusão final: “mais vale uma casa na mão, do que duas a voar”, portanto ficamos com a da Calçada do Combro.
E para celebrar nada como ir ao Jantar dos IACs do Lisboa Central.
Mas nem tudo foram foguetes.
Na Várzea o trabalho continua, e quem não se adaptou muito bem desta vez, à dura realidade foi o meu azulzinho por esses caminhos estranhos, com curvas e contra-curvas em S, de terra batida, rochas a quase-roçar em ambos os lados do carro, mesmo com os espelhos virados para dentro.
Ora, num certo troço do trajecto curvilíneo, vinham dois carros em sentido contrário e lá tive que andar em S, mas desta vez em marcha-a-trás.
Ora, a embraiagem começou a tresandar a queimado e parecia meia solta, tal era a dificuldade e inclinação do caminho e a falta-de-controle sob o carro da condutora. Que susto!
Outra vez momentos de vento em poupa foram o lanche no Chiado, o Blade Runner no Cinemateca por entre dedos e sustos e o Jantar nos Armazéns do Chiado; o Jantar na Pizzaria com o Curry e Vila Franca e os reencontros do Pavilhão Chinês. O pior é sempre o despertador nos dias a seguir.
O fim-de-semana desta vez, teve a base em Alfama.
Na 6ª feira foi Jantar aniversário no Sushi em Cascais, filmes, vinho e o elevador dentro do apartamento. :)
O Sábado foi o dia mais inesperado de sempre. Saímos de casa em busca de nos aventurarmos por essa Lisboa. Assim, tal e qual, sem nada combinado e sem planos. De repente uma mensagem leva-nos a lanchar à Creperie no Chiado, a despedida deixa-nos dentro de uma interessante loja, e essa mesma loja deixa-nos com nova roupa colorida: umas botas brancas psicadélicas e um casaco fofo verde aos quadrados! Somos tão consumistas! Saímos da loja e temos uma mensagem: não querem jantar no Novo Wok? E aqui vamos nós, sempre a adorar os planos inesperados.
Segue-se uma noite muito animada no bairro, que evidentemente não vou descrever, mas que deixo só algumas palavras chave: “Caipirinhas; Poste; Taxi e Chão”
Com esta trapalhada toda, no dia a seguir havia que ir buscar o azulzinho que já estava estacionado em cima da linha do elétrico desde as 17h00 do dia anterior, altura essa em que tínhamos decidido aventurar-nos por Lisboa. Entretanto recebi um telefonema de uma amiga a dizer que ao amigo lhe tinham rebocado o carro. Estava o caldo entornado. Tanto excesso de zelo com o carro na 1ªsemana, tantas horas a fim a pagar em parques e ao primeiro descontrolo, iria eu passar impune? Faria sentido continuar com esperança de passar impune, sendo que o carro estava estacionado há já quase um dia?
Nada como ver para crer, com o coração nas mãos. Quando fui lá ter, reparo que 1)o carro ainda lá estava 2)não tinha sido bloqueado, nem rebocado 3)não tinha multa 4)nem publicidade! Mas que sorte! Vou tão a Fátima em Maio, que já agora fica ali a caminho da Queima das Fitas de Coimbra.
E não fosse eu estar com saudades de Sintra, depois de um Sábado tão agitado, fomos lá no Domingo ver móveis, petiscos e filmes.
E é assim.
Na vida há duas frases que dizes em situações distintas: “Antes é que era!” e “Isto é que é!”.
O lema é fazer muito desta, uma fase “Isto é que é”!
E subitamente tudo parece começar a correr bem.
A semana começou com os famosos Pastéis de Belém, mesmo no sítio onde eles são melhores, tcha-nam: em Belém. Depois o delicioso arroz de atum do Miguel (como se torna diferente o paladar depois de Erasmus, hein?).
Chegou o momento da indecisão da casa: pequenino T2 na Calçada do Combro ao lado do Bairro Alto, a 1 minuto do Chiado ou T2+2 na Rua Dr. Teófilo Braga ao lado do Jardim da Estrela, a 1 minuto da Assembleia da República e do Sr. Primeiro ministro? Queríamos uma casinha ou uma casarona? Carro em cima do passeio ou no parque? Perto ou longe do Metro?
Seguiram-se as indecisões, buscas e procuras, as votações em empate, até chegar à conclusão final: “mais vale uma casa na mão, do que duas a voar”, portanto ficamos com a da Calçada do Combro.
E para celebrar nada como ir ao Jantar dos IACs do Lisboa Central.
Mas nem tudo foram foguetes.
Na Várzea o trabalho continua, e quem não se adaptou muito bem desta vez, à dura realidade foi o meu azulzinho por esses caminhos estranhos, com curvas e contra-curvas em S, de terra batida, rochas a quase-roçar em ambos os lados do carro, mesmo com os espelhos virados para dentro.
Ora, num certo troço do trajecto curvilíneo, vinham dois carros em sentido contrário e lá tive que andar em S, mas desta vez em marcha-a-trás.
Ora, a embraiagem começou a tresandar a queimado e parecia meia solta, tal era a dificuldade e inclinação do caminho e a falta-de-controle sob o carro da condutora. Que susto!
Outra vez momentos de vento em poupa foram o lanche no Chiado, o Blade Runner no Cinemateca por entre dedos e sustos e o Jantar nos Armazéns do Chiado; o Jantar na Pizzaria com o Curry e Vila Franca e os reencontros do Pavilhão Chinês. O pior é sempre o despertador nos dias a seguir.
O fim-de-semana desta vez, teve a base em Alfama.
Na 6ª feira foi Jantar aniversário no Sushi em Cascais, filmes, vinho e o elevador dentro do apartamento. :)
O Sábado foi o dia mais inesperado de sempre. Saímos de casa em busca de nos aventurarmos por essa Lisboa. Assim, tal e qual, sem nada combinado e sem planos. De repente uma mensagem leva-nos a lanchar à Creperie no Chiado, a despedida deixa-nos dentro de uma interessante loja, e essa mesma loja deixa-nos com nova roupa colorida: umas botas brancas psicadélicas e um casaco fofo verde aos quadrados! Somos tão consumistas! Saímos da loja e temos uma mensagem: não querem jantar no Novo Wok? E aqui vamos nós, sempre a adorar os planos inesperados.
Segue-se uma noite muito animada no bairro, que evidentemente não vou descrever, mas que deixo só algumas palavras chave: “Caipirinhas; Poste; Taxi e Chão”
Com esta trapalhada toda, no dia a seguir havia que ir buscar o azulzinho que já estava estacionado em cima da linha do elétrico desde as 17h00 do dia anterior, altura essa em que tínhamos decidido aventurar-nos por Lisboa. Entretanto recebi um telefonema de uma amiga a dizer que ao amigo lhe tinham rebocado o carro. Estava o caldo entornado. Tanto excesso de zelo com o carro na 1ªsemana, tantas horas a fim a pagar em parques e ao primeiro descontrolo, iria eu passar impune? Faria sentido continuar com esperança de passar impune, sendo que o carro estava estacionado há já quase um dia?
Nada como ver para crer, com o coração nas mãos. Quando fui lá ter, reparo que 1)o carro ainda lá estava 2)não tinha sido bloqueado, nem rebocado 3)não tinha multa 4)nem publicidade! Mas que sorte! Vou tão a Fátima em Maio, que já agora fica ali a caminho da Queima das Fitas de Coimbra.
E não fosse eu estar com saudades de Sintra, depois de um Sábado tão agitado, fomos lá no Domingo ver móveis, petiscos e filmes.
E é assim.
Na vida há duas frases que dizes em situações distintas: “Antes é que era!” e “Isto é que é!”.
O lema é fazer muito desta, uma fase “Isto é que é”!
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