segunda-feira, março 22, 2010

Entretanto: pido adelante!

Com os Alfacinhas


Aeroporto. Mapas. Casa das Tulipas. Chiado. Rossio. Praça da Figueira. Hospital São José. Campo dos Mártires da Pátria. Terraço das Freiras. Ginginha. Santa Apolónia. Alfama. Casa do Miguel. Jantar na Tasquinha.Concerto. Lux. Pavilhão Chinês. Panteão Nacional. Mosteiro de São Vicente de Fora. Sé. Castelo de São Jorge. Elevador de Santa Justa. Ruínas do Convento do Carmo. Fábulas no Chiado. Sul no Bairo Alto. Caipirinha XXL. Pastéis de Belém. Mosteiro dos Jerónimos. Palácio Nacional de Belém. Torre de Belém. Hospital Egas Moniz. Hard Rock Café.

Centro
Rissóis típicos na Mealhada

Com os Tripeiros




Jantar e Botellon no D. Capipirinhas no Molhe. Plano B. Leça. Fuzelhas. Guerra de Peixe. Banho. Ribeira. Francesinha. Caves de Vinho do Porto. Cais de Gaia. Alfaiate. Galerias. Casa da Música. Clubbing. Pitch. Serralves. Jantar na Açoreana. Licores. Passeios. 5 no mini. Pido adelante! Lateral. Lateral. Puff nel medio. Santa Catarina. Teatro São João. Sé. Ponte D. Luis. Estação de São Bento. Aliados. Torre dos Clérigos. Livraria Lello. ICBAS. Teatro Anatómico. Dia Internacional da Água. Aeroporto.

quinta-feira, março 18, 2010

Beach House

@ Lux

segunda-feira, março 15, 2010

Yo La Tengo

@ Aula Magna

Óbidos



Olha o Festival Internacional de Chocolate!
Vamos ali ver os preços.
Ai é Sábado e não ficamos na fila?
Então vou só ali beber chocolate às colheres e já te digo a cidade medieval.

sexta-feira, março 12, 2010

Owen Pallett

@ Teatro Maria Matos

sexta-feira, março 05, 2010

Pública

A semana foi pública.
Novo estágio.
Novas colegas.
Um motorista.
Novas exposições.
Inauguração IAC da Calçada do Combro.
O halo evidentemente mais claro na parte direita da fotografia surge em torno da cozinheira chefe, quiçá pela qualidade exímia da "Meat Party"!
A ajudante e chefe da loiça não foi afectada pelo dito halo na parte inferior da respectiva fotografia.

segunda-feira, março 01, 2010

Canário


Playa de las Canteras
Calle Triana
Casa do Cólon
Playa de Maspalomas
Playa de los Ingleses

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

Últimas pérolas

Mulher de x anos vigil, colaborante, orientada em todas as referências, mas sem os dois dentes da frente.
- Olá! Bom dia! Eu vim aqui porque ainda não morri.
Não sei se foi o frufru que eu aspirei, mas tenho uma dor que me está a arrapanhar aqui.
Em tempos fui osperadas, fizeram-me um eco e cardiograma e puseram-me duas prostas.
Tenho osteoclerose e tomo centre e um.
Por exemprus , o meu marido tem a doença do frio, a modos que eu passo os dias em casa fechada com o calorífero.
Ai, eu queria tanto desmagrecer.
Eu quero cortisona qu’ assim se morrer da injecção já não morro doutra coisa!

terça-feira, fevereiro 23, 2010

Alemão

Encetei a minha aprendizagem no meu mais recente idioma: o alemão.

E o contexto foi: chego eu 10 minutos atrasada, insegura de ter entrado na sala correcta correspondente ao meu nível de aspirante a principiante e eis que olho para o quadro e vejo já umas 10 frases escritas no dito cujo e uma Frau a explicar o conteúdo destas mesmas frases, tudo em alemão, inclusivé a própria explicação!

Imbuída numa imensa vontade de rir ao pensar que quiçá deveria haver um nível de alemão inferior ao A.1.1. em que estou inscrita, e esse sim, seria um nível adequado para mim: uma espécie de nível A.1.0. ou um A.0.1. que poderia também ter em conta a facilidade que cada indivíduo eventualmente poderá ter em aprender uma língua tão apfelstrudel como o alemão.

Mas esta vontade de rir transformou-se no pânico total ao perceber que passados 10 minutos, em bom modo de roleplay, a senhora dona Frau estava a fazer-nos repetir um a um, cada uma daquelas frases, improvisando com exemplos.
Mas qual foi a parte do "Eu nem sequer sei o que é que aquelas frases querem dizer" é que ela não percebeu?
Quanto mais fazer exemplos com elas!

Ou me ponho a ver rapidamente o “Rex – o cão polícia” ou não há alemão que resista.

Mas o que é que se há-de fazer com este tempo tão mau?
O melhor ainda é aprender alemão.

sexta-feira, fevereiro 19, 2010

O outro lado

Ouve vozes? Vozes que ninguém ouve?
E que lhe dizem? São pessoas conhecidas? Dizem-lhe para fazer coisas feias?

E vê bichos, coisas e animais que mais ninguém vê? Aranhas gigantes na parede?
E às vezes voa? Ladra? E miar, mia?

Anda triste? Dorme bem? Já teve vontade de desaparecer?



Diga-me uma coisa, estamos no Hospital ou no supermercado?


E eu quem sou?

terça-feira, fevereiro 16, 2010

Carnaval

Porque não ir à…?
Primeiro começámos a pensar no tema da máscara. Queríamos um disfarce conjunto que se enquadrasse neste Carnaval alface.
Cada cidade brinca da sua maneira, cada grupo estipula as suas regras, cada qual tem os seus costumes. E nós queríamos um disfarce colectivo, que fosse suficientemente concretizável e real, não sendo demasiado virtual e imaginário.
Este ano não queríamos ser vampiras, nem minies, nem brancas de neve, nem os sete anões.
Nada disso. Isso foi nos outros carnavais.
Queríamos ser qualquer coisa que de facto desse para ser, mas que por acaso, não somos. Personificar alguém do dia-a-dia razoavelmente colorido, para ser temático, embora cuja essência fosse autêntica.
E assim foi: fomos à cabeleireiras!

domingo, fevereiro 14, 2010

Fiz anos

em Lisboa
e
no Porto, claro!

sexta-feira, fevereiro 12, 2010

Time off

Esta semana foi para aproveitar os entretantos para fazer Turismo.

Em Lisboa:
Primeira vez no elétrico

Primeira vez no Pirata

Em Sintra:
Palácio da Pena

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

3 + 1 grande

1. Visita da Partner
2. Jantar de Varsóvia ponto pt
3. Cheese and Wine Party em Alfama- IACs
1 grande. Urgência de Psiquiatria! :)

domingo, janeiro 31, 2010

Mudanças

Com o primeiro ordenado vieram as primeiras coisas.
O primeiro casaco - foi o primeiro gasto (que já andava de baixo de olho desde ainda antes do Natal; mas há alguém que acredite que é o meu primeiro casaco?!)
O primeiro candeeiro (Mr.Pee - sou apaixonada desde os 12 anos quando o vi uma vez em Amesterdão; acende e apaga no sítio onde vocês um dia irão ver)
O primeiro Teatro ("La Musica" no CCB de Margarite Duras)
O primeiro Fado (no Bartô do Chapitô)
E depois vieram os pais e o Campo Pequeno e o Aqui há peixe.
E no fim fisicamente as mudanças.
O taxi parado e o elétrico a querer passar! Que filme!

quinta-feira, janeiro 21, 2010

VZ na Várzea

E foi assim que o azulzinho morreu.
Ali. Em linha recta, no meio de Sintra, como quem vai para a Várzea.
Sem ACP, sem BMW, sem AXA.
Só eu e o Sr. Joaquim do reboque.
E agora está à espera que alguém o veja na Alameda dos Oceanos.
Só tenho uma coisa a acrescentar sobre hoje: 1237,01 para todos vocês também!

domingo, janeiro 17, 2010

2a semana "Isto é que é!"

A segunda semana “é que é!”
E subitamente tudo parece começar a correr bem.

A semana começou com os famosos Pastéis de Belém, mesmo no sítio onde eles são melhores, tcha-nam: em Belém. Depois o delicioso arroz de atum do Miguel (como se torna diferente o paladar depois de Erasmus, hein?).

Chegou o momento da indecisão da casa: pequenino T2 na Calçada do Combro ao lado do Bairro Alto, a 1 minuto do Chiado ou T2+2 na Rua Dr. Teófilo Braga ao lado do Jardim da Estrela, a 1 minuto da Assembleia da República e do Sr. Primeiro ministro? Queríamos uma casinha ou uma casarona? Carro em cima do passeio ou no parque? Perto ou longe do Metro?
Seguiram-se as indecisões, buscas e procuras, as votações em empate, até chegar à conclusão final: “mais vale uma casa na mão, do que duas a voar”, portanto ficamos com a da Calçada do Combro.
E para celebrar nada como ir ao Jantar dos IACs do Lisboa Central.

Mas nem tudo foram foguetes.
Na Várzea o trabalho continua, e quem não se adaptou muito bem desta vez, à dura realidade foi o meu azulzinho por esses caminhos estranhos, com curvas e contra-curvas em S, de terra batida, rochas a quase-roçar em ambos os lados do carro, mesmo com os espelhos virados para dentro.
Ora, num certo troço do trajecto curvilíneo, vinham dois carros em sentido contrário e lá tive que andar em S, mas desta vez em marcha-a-trás.
Ora, a embraiagem começou a tresandar a queimado e parecia meia solta, tal era a dificuldade e inclinação do caminho e a falta-de-controle sob o carro da condutora. Que susto!

Outra vez momentos de vento em poupa foram o lanche no Chiado, o Blade Runner no Cinemateca por entre dedos e sustos e o Jantar nos Armazéns do Chiado; o Jantar na Pizzaria com o Curry e Vila Franca e os reencontros do Pavilhão Chinês. O pior é sempre o despertador nos dias a seguir.

O fim-de-semana desta vez, teve a base em Alfama.
Na 6ª feira foi Jantar aniversário no Sushi em Cascais, filmes, vinho e o elevador dentro do apartamento. :)
O Sábado foi o dia mais inesperado de sempre. Saímos de casa em busca de nos aventurarmos por essa Lisboa. Assim, tal e qual, sem nada combinado e sem planos. De repente uma mensagem leva-nos a lanchar à Creperie no Chiado, a despedida deixa-nos dentro de uma interessante loja, e essa mesma loja deixa-nos com nova roupa colorida: umas botas brancas psicadélicas e um casaco fofo verde aos quadrados! Somos tão consumistas! Saímos da loja e temos uma mensagem: não querem jantar no Novo Wok? E aqui vamos nós, sempre a adorar os planos inesperados.
Segue-se uma noite muito animada no bairro, que evidentemente não vou descrever, mas que deixo só algumas palavras chave: “Caipirinhas; Poste; Taxi e Chão”
Com esta trapalhada toda, no dia a seguir havia que ir buscar o azulzinho que já estava estacionado em cima da linha do elétrico desde as 17h00 do dia anterior, altura essa em que tínhamos decidido aventurar-nos por Lisboa. Entretanto recebi um telefonema de uma amiga a dizer que ao amigo lhe tinham rebocado o carro. Estava o caldo entornado. Tanto excesso de zelo com o carro na 1ªsemana, tantas horas a fim a pagar em parques e ao primeiro descontrolo, iria eu passar impune? Faria sentido continuar com esperança de passar impune, sendo que o carro estava estacionado há já quase um dia?
Nada como ver para crer, com o coração nas mãos. Quando fui lá ter, reparo que 1)o carro ainda lá estava 2)não tinha sido bloqueado, nem rebocado 3)não tinha multa 4)nem publicidade! Mas que sorte! Vou tão a Fátima em Maio, que já agora fica ali a caminho da Queima das Fitas de Coimbra.
E não fosse eu estar com saudades de Sintra, depois de um Sábado tão agitado, fomos lá no Domingo ver móveis, petiscos e filmes.

E é assim.
Na vida há duas frases que dizes em situações distintas: “Antes é que era!” e “Isto é que é!”.
O lema é fazer muito desta, uma fase “Isto é que é”!

domingo, janeiro 10, 2010

1a semana cá em baixo

Nos poucos tempos livres da USF, lá fui conhecendo as zonas de Lisboa ao procurar casa - vi 13!
As zonas variaram desde Campo de Ourique, Rato, Lapa, Graça, São Sebastião da Pedreira (ao lado do Corte Inglés), Rua das Laranjeiras, Intendente, Príncipe Real e Areeiro (não obrigada).
Mas isto aqui tem que se ser rápido.
Entre ver a casa da Graça e gostar dela e a Bia ir vê-la no dia a seguir, a casa já estava alugada.
De resto, é tudo ou meio-velho, ou meio-caro, ou meio-fora-de-mão.
Os dias de trabalho acabaram quase sempre em jantares em casa de amigos, ou no bairro, ou com o pai ou em aniversários.

O ir de um sítio para o outro foi sempre acompanhado pelo, agora meu, novo amigo: GPS Joaquim.
Como tal, só vou a sítios que saiba a morada, para impedir situações como combinar no Marquês, e uma vez que o único resultado encontrado era a Rotunda do Marquês, fiquei, de forma insegura, (qual bolinha pinchona azul elétrica) a dar voltas à rotunda, até saber onde especificamente, e se sempre era na Rotunda do Marquês.

A Sexta foi para café curto no Salto Alto, que foi o máximo que o cansaço permitiu e o Sábado foi para as caipirinhas no Bairro.
Muito bom :)
O Domingo foi para não sair de casa e actualizar a cultura televisa das tardes da SIC.
A busca continua e o Centro de Saúde também..
A ver vamos.

quarta-feira, janeiro 06, 2010

Pérolas Várzea de Sintra

- O Sr. sofre de alguma coisa?
- Já fui operado aos intestinos porque tinha pickles e tenho amororas.
(pickles eram pólipos, mas que sem o Ó em Lisboa, os tais polÍpos soavam antes a pickles. Já as amororas eram claramente as hemorróides)

segunda-feira, janeiro 04, 2010

Olá lisboa

A viagem
Partida: Alameda Jardins da Arrábida às 16h30, que já foi tarde de si na hora.
Chegada: Rua D. João V 22h00, Lisboa. Mas foi pelas paragens e pela precaução e vá, pela trenguice também.
Personagens Principais: Carro 1 cheiíssimo de malas: Piloto1- Eu, Co-piloto1: Bia; Carro2 não tão cheio de malas: Camila e Maria João.
Figurantes: Encontro com o Carro 3 algarvio (Fernando Jorge e Miguel Costa).
Paragem em Leiria, Aveiras, Olaias e Alfama.
Apesar do GPS ter pifado na entrada em Lisboa e não reconhecer o terreno alfacinha, teve uma prestação razoável.
E lá cheguei ao temporário lar doce lar, com a carne transmontana da Sara à espera. :)

O Hospital (o dia a seguir)
Ir para o Hospital Egas Moniz (HEM) e o GPS pifar a meio da Avenida Infante Santo e dizer: "Você chegou ao seu destino". Ao que eu, inocentemente, abro a janela e tento avistar o HEM e pergunto a uma senhora, e ela me contesta: "Oh menina, tá muito longe! Isso é só em Belém!"
Pânico lançado! Eu no meio de Lisboa, sem um GPS orientado, sem ter a mínima ideia para onde ir. Esquerda? Direita? Marcha-a-trás? Lá tento reanimar a criatura. Mas em vão. Estava por mim. Eu, comigo mesma. Tive que recorrer ao antigo método rupestre de abrir a janela e ir perguntando. Fazer uma ou outra chamada a amigo que percebesse do assunto e procurar lugar para estacionar.
Uma vez chegada ao tão esperado dito cujo, fiz logo 3 amiguinhos (dois que já eram amigos-de-amigos-de-amiga e a outra que era, ela própria, amiga deles): a Luísa, o João Nuno e a Rita.
Burocracias e papeladas, e escolha de rotações.
Sendo que fui a ante-penúltima a escolher, fiquei na Unidade de Saúde Familiar de Sintra: sozinha!
Que é como quem diz, queres ir para Lisboa, queres? Ai não tens casa ainda? Então toma lá Sintra a ver se gostas das lezírias.

sábado, janeiro 02, 2010

Capodanno

segunda-feira, dezembro 21, 2009

México e Cuba

1ª etapa - Partida
Escala em Madrid. Conversas com a Nuria e a Lucia. Voo para Havana. Dormir aos bocadinhos.

2ª etapa - Chegada a Cuba.
Muito calor e era uma vez uma camisola a menos. A funcionária que dá apenas um quadradinho de papel higiénico. O cartaz e o Vicente à espera. A Casa da Aidita. Sair à Zorra y el Cuervo. 2 daikiris e 1 charuto.
Acordar com o Super desayuno das frutas do Carlos. Cambio para pesos convertíveis. A seca da internet no Presidente. Sandálias trocadas. De volta ao aeroporto, mas sem saber da taxa aeroportuária. Quase mesmo correr e os altifalantes.

3ª etapa – México. Cidade do México.
Jantar sandes picantes, seguidas pelo Furioso. Em busca da Nancy (Calle Navarra 232). Passeios pela noite. Plaza Garibaldi e os Mariachis. Cerveja com sal e limão (michelada). Em busca do Hotel, mas só há para dois. Descobrir o TV Color (Hotel Santo António).
As baratas. Acordar cedo. Tomar o “Eje”. Palácio das Bellas Artes. Os quadros e as visitas com as crianças. Almoçar no Taco Inn. Passeios pela zona dos vestidos de noiva. Museu José Luis Cuevas. Zócalo. Plaza de la Costituición. Catedral. Templo Mayor e as ruínas. Subir o mirador da Torre Latina. Tentar telefonar à Nancy e o indicativo. O chinês e as diarreias.
Estação Norte. Autocarro até Teotihuacán. A t-shirt da mexicana. A pirâmide do Sol. A pirâmide da Lua. Muito Sol. Não há água. As criancinhas da escola. As fotografias aos portugueses. A calçada dos mortos. Voltar ao DF. Bolos mexicanos. Nancy bate à porta do quarto errado. Passeios por Coyoacan. Comer milho. A casa onde bailava ballet. Cerveja com a prima. Jantar no típico mexicano “chic”.
Metro e mudança de planos. Museu Nacional de Antropologia. Muitas salas com as culturas e as eras. Parque de Chapultepec. Hamburgueres Hawaianos. Zoológico. Os pandas. A lontra e os pinguins. Castelo Chapultepec. Levantar dinheiro, mas afinal os estudantes não pagam. Zona rosa. Lanchar e jantar. Sair à noite. As danças e a banda.
Desayuno com a Nancy no mexicano “Sanborns” em Coyoacan. Casa da Frida Kahlo e do Diego Riviera. Taxi 38 pesos. Casa da Nancy, o ananás e sua família. Pai Nancy deixa-nos no metro. Primeira experiência com o ar-condicionado dos autocarros da ADO.

4ª etapa – Puebla
Hermillo e Edwin. Sangria no último andar do Hotel. Jantar tacos mexicanos típicos.
Cholula e a pirâmide. A Universidade do Hermilo. Almoço no coze-o-que-pedimos. Passeios pelo centro. Artesanato nas ruas. Bares alternativos e Martini de chocolate de menta. Jantar no sushi.
Casa de câmbio. Almoçar no animado “La ciudad”. Compras no supermercado. Noite da Francesinha. Sair. Garrafa da Bacardi.
Despedida. Autocarro da ADO e as pelis.

5ª etapa – Oaxaca
Hostel “El Quijote”. Passear. Mercado do Artesanato. Mercado da Comida. Almoço no Mercado. A Catedral. Correio. Jantar quase por engano chapolinos (gafanhotos).
O Tour. Amigos Mijke e Reto. Arbol de Tule (Maior árvore do Mundo). Teotitlán del Valle (Fiar os Tapetes). Hierve el agua (cascata calcificada). Mitla (ruínas). El Mezcal (bebida). Jantar no Italiano. Muita Salsa e as garrafas.
Monte Alban. Almoçar na Cantina Mexicana com o canadiano. Passear pelos Mercados. Gelado na Praça. Cocktail de Tequilla. Autocarro.

6ª etapa – Chiapas
San Cristóban de las casas. Desayuno no Hostel “Backpackers” quase com a argentina. Cañon del Sumidero. As lanchas, o gelado, os cabelos e o vento. Autocarro agreste até o centro. Passeio pelos mercados e a Plaza 31 de Marzo. Comprar ingredientes. Cozinhar. Os amigos e a fogueira. Dormir com o frio e a roupa.
Acordar em cima da hora. Os boxers, o sapato da montanha aeiou e o camião. Cascadas de Agua Azul. A molha nas Cascadas de Misol-Há. Ruinas de Palenque. A melhor espetada mexicana. Adeus aos Amigos canadianos na paragem de autocarro (e o perdido francês).

7ª etapa – Tulum
“Maria Sabina” Hostel. Pessoas alternativas. Emoção com a praia. Mais uma maré e menos uns óculos. Andar uns kms para comer. Energia só entre as 19h00 e as 22h00. A escuridão e a cozinha. Conversas e as estrelas na praia. Mosquitos.
Não se dorme, mas há sol pela manhã. Almoçar no centro. Autocarro.

8ª etapa – Playa del Carmen
Civilização again. SuperMenu no McDonalds por 2 euros. O argentino. A grávida dos Hamburguers a 25 pesos. Cocktail nos baloiços. Portugal, ao lado da Nicaragua. Hein? As pulgas.
Parque X-Caret. Nadar no rio com os óculos e a ver peixes. Buffet extra comida e menos vestido. Tartarugas e tubarões no aquário. A casa de banho e os cavalos. Espectáculo mexicano. Já somos amigos dos hamburguers.
Chichen-Itza. Cenote Zaci. A casa do chocolate de Valladolid. As pessoas do ICBAS. Discoteca Coco Bongo. A máscara, os artistas, as bebidas e as acompanhantes.
Esticar o pé na praia da Playa. A Lavandaria e o avião.

9ª etapa – De volta a cuba. Para Varadero.
Dormir em Havana na Aidita. Taxi e as 3 paragens para verificar documentos pelo caminho. Varadero. Hotel Sol Sirenas. Os passarinhos a voar no Buffet. Não encontrar as pessoas na praia. Reencontros. Juntar-nos à viajem de finalistas. Jantar. Festa no Resort. Piñacolada com Rum. Club Sandwich.
Praia. A água é quente. Sair à Casa da Música. Os refreguetons dos espectáculos cubanos na Casa da Música.
A chuva. Mercado de Artesanato. Passeio no Cadilac. A argolada da inauguração do Restaurante Oriental. Última Noite.

10ª etapa – Alugar carro em Cuba
Partida de Varadero no Peugeot 206 azul, T21664 na matícula vermelha. Dar boleia à Mãe cubana até Perico. As estradas cubanas que atravessam as cidades. Cólon. Los Arabos. Santo Domingo. Santa Clara. Reorientações. Perdidos again. Maricaragua. Curvas perigosas e enjoos nos Topes de Collants. Trinidad. Sr Bêbado a procurar casa. Os dois e a clandestina.
Passeios. Casa da Cultura. Tocar piano. Mas não querem uma aula de salsa? Mercado. Casa da Música e a demonstração do CD. Playa Ancón. Cienfuegos. Voltas by night. Perrito caliente. Não querem comer em casa dos cubanos?
A mensagem com as colocações do Ano Comum. Café Telegrafo. Internet lenta em frente ao Hotel Union. Banco. Playa Girón deserta. Hamburgueres falsos, tortillas e pastas no sítio vazio. Playa Larga. A rolote e o rum. O Hotel. Água de coco. Tomar banho by night. Até Havana.

11ª etapa – Havana
Olá Aidita. E o passaporte?
Embaixada de Portugal. Desayuno. Aquário Nacional de Cuba. Golfinhos e beijo dos leões marinhos. Deixar carro no Habana Libre. Passear e comer 5 gelados. Habana Vieja. Jantar típico cubano.
SuperDesayuno. Compras no Mercado. Capitolio. Particularidades do Museu de Arte Colonial. Os Mojitos na Bodeguita del Medio. Jantar cubano em casa. Aprender a dançar salsa com o DVD. Os 14 CUCs e sair à noite na garajem.
Museu do Ron Havana Club. Almoço típico. Os livros cubanos. A internet do Parque central. Lanche cubano em casa. O casal velho e a boleia para o aeroporto. A neve em Madrid e o voo que está 8 horas atrasado. Dormir, comer o esparguete sem lentes e continuar a dormir. Afinal não perdemos o outro avião em Madrid.

12ª etapa - Voltar

quinta-feira, novembro 19, 2009

Dia H

Podia ser amanhã, se eu desta vez tivesse dormido.
Enfim.

terça-feira, outubro 06, 2009

2 milhões


2 millionth Erasmus student
@ "Erasmus - the way forward and the Green paper on mobility of young people"
Lund, Sweden, 5th and 6th October 2009

segunda-feira, setembro 14, 2009

Não Regresso às Aulas

Para muitos, chegou a fase do Setembro dominada pela azáfama do regresso às aulas.
Na trajectória de um estudante, por vezes, tudo é uma gigante dúvida e o futuro pode ser reduzido a um aventureiro e inquietante ponto de interrogação.

Quando há seis anos entrei pela primeira vez no edifício secular do ICBAS, longe estava de adivinhar as implicações que iria ter aquela nova etapa, no meu precurso e projecto de vida.
O eminente átrio e restantes instalações, por vezes insuficientes, desde cedo proporcionaram um intenso contacto entre aqueles que partilhavam este espaço, facilitando o convívio, nomeadamente a diversão nas célebres “Flower Power”.
Por considerar essencial viver intensamente a Universidade, não só a nível do ensino mas também nas actividades associadas, introsei-me em várias delas.
No sentido de tomar conhecimento com o ensino e a prática médica noutras realidades, particularmente no estrangeiro, participei e reparticipei no Programa Erasmus.
A possibilidade de vivenciar estas enriquecedoras experiências permitiu-me enfrentar novos desafios, conviver com diferentes culturas, aprender novas línguas e criar novas amizades.

Chego ao fim desta etapa de estudante, levando comigo não só um diploma, mas uma satisfação pessoal no meu percurso académico, um leque alargado de contactos, colegas e amigos, nacionais e internacionais, que partilharam comigo fases distintas deste meu trajecto.

Em breve inicío a aventura de ser médica, quiçá a nova etapa do resto da minha vida.
Por isso desculpem, mas este ano não regresso às aulas.

segunda-feira, agosto 31, 2009

Holidays

-They don’t know how it really feels
They’re just here on holidays
Like dummies filling landscapes
How could they see you cry
Do you remember me?
I was the one that held you through
I held the spotlight when you did that crazy dance

- Ah! E era um sumo de laranja. Mas acabaram as laranjas. Oh vá lá!

- ?!?

quinta-feira, julho 23, 2009

terça-feira, junho 30, 2009

Control yourself

O que tem princípio, tem fim.

quarta-feira, junho 24, 2009

A Escola

A cadeira tapa a ventoinha, por isso vou abrir a janela.
Os vidros estão sujos.
É dia.
As crianças vão à escola e os pais ainda levam as crianças. Há mais crianças e há mais professores. Todos para a escola. Por isso há mais carros. Mais carros, menos lugares, mais barulho e menos espaço. E mais trânsito, sobretudo mais trânsito. Há menos tempo, menos música e mais pressa.
É noite.
As crianças já sairam da escola e brincam na relva e os adultos passeiam no parque depois de sair do trabalho, que é à mesma hora que se liga o sistema de rega. Os pais chamam as crianças para jantar e só fica um ser pensante debaixo duma árvore.
É tarde.
Vou fechar a janela.
Os vidros continuam sujos.

quarta-feira, junho 10, 2009

.pt

Há aviões que nos teletransportam, levam-nos de uma realidade para outra e há aviões que nos trazem a casa.
Há os que se apanham com adrenalina, nos levam à aventura e os que trepidam e se apanham a medo.
Há aviões directos e aviões com escala.
Há os que nos deixam saudades e outros que juramos não repetir.
Há aviões secretos e aviões públicos.Há os que têm revistas cor-de-rosa e os que nos trazem o New York Times.
Há aviões extravagantes e coloridos e aviões discretos versão monocor.
Há os que não custam nada e os que nos custam tudo.
Há aviões que nos levam a 17 sítios e há aviões que não nos chegam a levar a lado nenhum.

domingo, maio 31, 2009

Do Widzenia

A de Acordar.
B de Barbecue, Barco e Biblioteca.
C de Cerveja, Checo, Chuva e Concertos.
D de Descobrir e de dúvidas.
E de Escadas e de Esplanadas.
F de Festa, Fonte e Fumo.
G de Gelados.
H de Hanna e Hard Rock.
I de Inundação.
J de Jogo.
K de Kebab.
L de lençóis.
M de Marszalkowska e de Mercados.
N de Noite e Nowy Swiat.
O de Old Town.
P de Pierogis, Pediatria, Piscina, Polaco, Português e Praga. Definitivamente P.


Q de Quarto e de Querer.
R de Relva.
S de Sol.
T de Terminar e de Tunas.
U de Underground e Universidade.
V de Vodka.
X de nada.
Z de Zloties.

terça-feira, maio 19, 2009

Senza Parole

Il treno di Trenitalia con le sue destinazione arriva una altra volta.
A estação de Milão continua em obras, mas tudo parece mudado. Não se avistam as estimadas máquinas amarelas, e mesmo no meio deste clássico, ergue-se um complexo de tapetes rolantes que conectam uns pisos aos outros, em jeito de coisa moderna, mas que repele ao olho intermitentemente nostálgico que nem acerta em adquirir os bilhetes.
Rumo a Pavia onde aparecem no Nico as arcadas da White House Party, saltitando entre o trio Fiume/Universidade/Essalonga e a combinação explosiva pasta/cena/fumo/laura, sem nessuno fermare até ao Dali.
Destino final: o casino máximo do Forno Vecchio de Nápoles. Procuravam-se os amigos na Piazza Lorental e de surpresa se encontravam no Mamamu.
Rotinas no Jogo de Polo Posillipo vs Pro Recco, novidades no Parque da Villa Floridiana e no Perditempo.
Como se constava que já ali tinha estado muitas vezes, o melhor foi apostar na Festa na praia no Arenil e trabalhar para o bronze na spiaggia de Ischia, arregalando a vista nos spots românticos da infância "silviestre" no Lacco Ameno.
Para rematar as indecisões nada como tirar fotos no Nilo por 50 euros e terminar com a pizza da Sorbillo.
Super Bien! Grazzie mille!


Já me tinhas dito...
Itália continuará a ser uma outra Itália.
Pero dovresti allontanarse della línea giallia.

quarta-feira, maio 06, 2009

segunda-feira, abril 27, 2009

Closing doors please

Um dia apetecia-me ouvir o meu nome gritado de uma janela,
subir as escadas de luzes vermelhas e
dançar com a noite em patins.

Que estivesse outra vez nevoeiro,
mas não chovesse,
e pudesse cheirar a roupa, outra vez, limpinha.

Apetecia-me não ser distraída com datas e
ultrapassar as zonas proibidas dos jardins.
Comprar sumo de laranja e queijo para o pequeno-almoço,
sem ter que olhar eternamente para omoletes com cogumelos.

Apetecia-me passar uma manhã na biblioteca e
ter um casaco rosa-choque.
Podia ser que assim nunca me tivesse perdido.

Apetecia-me olhar de lá de cima,
perceber de fotografia,
e ter waffles grátis ao chegar a casa.

Apetecia-me atravessar a ponte,
ir comer ao italiano da esquina,
(sem gritos, nem buzinas),
e ter alguém que me escrevesse poemas.

Apetecia-me ir a Galerias de Arte e
ouvir boa música nas Igrejas.
Escrever muitos recados,
experimentar os melhores gelados e
não parar cada vez que saísse fumo branco.

Apetecia-me ser a cara de um selo,
partilhar um cigarro a quatro e
oferecer dois sorrisos amarelos.

Apetecia-me vistas nocturnas inesquecíveis.
Apetecia-me ouvir a voz da minha vida:
"Stand clear of the closing doors, please!"

domingo, abril 19, 2009

cOuch Surf

Etapa 1. Histerismos no aeroporto. Sofá do Sebastian. Passeio de Barco. A serenita. Parque Tivoli. Correr do autocarro. Sinpa. Cristiânia. Picnic no Parque da encosta. Festa em casa. Bola prateada. Disco. Amigos freak. Armário fechado. Amigo do chão que tira a almofada. Sr dos calçõezinhos. Fábrica da Carlsberg. 2 Cervejas. Zona Red Light. O Kebab. Partir a roda e o tornozelo. Não há botânico.

Etapa 2. DFDS Seaways. Jacuzzi. Señorita, press the button. As cervejas. O oceano por detrás. O parque das bolas. O carrinho das compras. Convictos a fumar.
Etapa 3. Karl Johans Gate. Não é o Parlamento? Palácio Real. City Hall. Fortaleza. Sítio da vista. O grito de Munch. Adormecer às 7. Folkemuseum e o desenho, mas ainda não é Maio. How much are the tickets? Coleguinha da volta ao mundo nos lençóis. Bar fofo. Crianças e estátuas de bronze no Vigelandsparken. Fome e as laranjas. Zona alternativa.
Etapa 4. Chegada à Maru. Festa de anos. Porto de Bergen. Flamsbana train. Fiord. Avalanche. Passeios nocturnos. Cerveja no bar. Festa com os mexicanos.

Etapa 5. Tomar banho. Escrever recados. Fechar a porta e... Ir!

quinta-feira, abril 09, 2009

Miss them

quarta-feira, abril 01, 2009

Até Poznan até

Środa: Chegada às 6h à Centralyna. Neve e conversas pela manhã até às 10h. A minha massa com carne. Café no Marriot. Jantar todos no Kulturalna. Palhinhas no Park.
Czwartek: Passeio no Wilanów Palace. Livraria Traffic. Delikatesy (nie ma).Cerveja quente no Lemon (vai e volta). Bifinhos com cogumelos da Ana. Festa Erasmus do Semáforo no Vinyl. Mariana com mel. Preto de Chicago.

Piatek: Politecknica. Encontrar o Salva. Almoçar no Bar. Raptar o Salva. Ir a Praga. Igreja Ortodoxa com a Virgem dentro. Oops, afinal esta ainda é a Católica. Sinos da Igreja Ortodoxa. Centro Comercial em Praga. Em busca do sítio da vista. A criatura estranha na barraca com slot-machines. A casa do sem abrigo. Ver a vista através de vidros com pó. Estátua da poetisa. O semáforo mais baixo do mundo. A estátua que é uma banda que mandas uma SMS para um número e cria-se uma festa com música e luzes coloridas. Enfim, muitos momentos patrocinados pelo Livro do Ron. O café com nus na última sala do João (nie ma). Piotr. Tortilla Bar. Nachos. Momento Durão Barroso. Ópera e os tambores. Luzztro. (Dilema pijama de ir ou não logo aos Cartoons).

Sobota: Museu dos Cartoons (nie ma). Faculdade de Belas Artes e a sua exposição. Imagens a 3D da Antártida. O Kebab da Marszalkowska. Super Bolo na Ulica Fantasma e momento de drama. Encontrar a Sereia guerreira à beira Vístula. A busca do sítio-vista que afinal era mesmo em cima da ponte. Apresentar o Pewex. Cerveja no Bar Metal com a Iwona e o amigo. Jantar no sítio Aventura (que é como quem diz: forrar o estômago com paté). Shots. Procurar os 17 m2 da casa da Magda (nie ma). Acabar no Tomba Tomba. O Varão e as 8vodkas. Momento Ana: molhar os pés no Vístula. Momento João: atirarmo-nos para o chão em andamento. Pequeno-almoço muesli. As frutas que mexem. Maratona da Primavera. „You seem that you are having a lot of fun in Warsaw”. Dormir 2 horas.
Niedziela: Thriller Live no Sala Concertowa. Zlote Tarasy. International Dinner (empadão com carne). Conversas no 212.

Poniedzialek: Versão dupla do Arkadia. Cemitério Judeu ao lado de casa. Fazer rolinhos com a roupa que não se conhece. Piotr. Hard Rock Café. Inevitavelmente Nachos. A Magda e o noivo também. 100 zloties porno. Uwaga! 1.000.000.000 zloties. Klub 70’s. Bandeira. Uniforme. Cama.

Wtorek: Centralyna. O Diego com as compras. Últimas coisas a comer. Poznan. Chipiron! Zapiekankas e Kebabs. O Bar Rosa. Os picos e todos para a fonte. Menos um.
Środa: Desayuno. Super Dia de Sol. Pernas ao ar e deitados à frente da Catedral. Pé no Warta. Comida Polaca em frente à câmara municipal. Crepe de Chocolate. Peso e manhas. Concurso de discussões. Casa.



Tengo pedo papale! (Apanhar o uniforme)
No se me abrochan las pechugas.
Sabes lo que es una cama?
Quando yo he estado en Erasmus en Siena con mis amigos... bla bla bla... Zzz Zzz
Erasmus fingers (quando estoy cansada, sigo bailando)
En Portugal lo que hay de mejor son los sumos
Quando era pequeña, iba a España a por las galletas Lu.
Tu lo que quieres es apanhar no cu. (Y yo, ver los bisontes).
Eres una chicken: la unica portuguesa que no pone el pié nel Baltico. Bueno, que se joda.
Mi augo! Mi augo! Quiquiriquihaga?
Quemequeme! Quetequete?
Manolo ha rellenado la casa de pinguinos... debajo del tapete, nel corredor...
Que salgamos todos nela foto. Se no, me entristesco.
Can you makes a foto? Just press the big one.
Imajina: es un acontecimento unico y irrepetibile.
12 casas: 1 persona: 1 tren.
Zapraszamy (com la mano nela cara del taxista)
Esther Corazon: Que estava tan a tope en Burgos y nel Colegio Mayor de Estilo Gotico.
Lucia fofiña: Bueno, es un poco mongoloide quando intenta hablar português (desde Pedro)
Irenita: baila siempre robando carteras en Coslada. Quiero morir ya. Que? No me he enterado!
Nuria: Sujeta me. No me acuerdo. Que ha passado? He estado en Zakopane? Y el pendente? Y skio bien?
Alfonsito macho alfa: O pão quente. Troco galletas por sumos. Tu lo que quieres son brasileiras nel Luzztro.
Estoy a ir.
Creo que he posto cara de guarra =)
Hilipoyas

terça-feira, março 24, 2009

Iwona


at Kielce

segunda-feira, março 23, 2009

Bisontes


Chegados a Białystok e não havendo mais formas de ir até Białowieża, fizemo-nos passar por um grupo de russos e ucrâniacos e aqui permanecemos.
Vários convites agrestes até que em Hajnówka uma velhota russa com dentes de ouro, nos leva a caminho de sua casa, até ao Parque de Białowieża onde, enfim vimos os únicos bisontes que existem na Europa! (Quer dizer, para além dos que existem a circular como imagem na garrafa de Żubrówka)
E ainda tivemos tempo para comprar meio mundo no Biedronka e para aprender a jogar Pocha.

sábado, março 21, 2009

Check

Slumdog Millionaire, em especial os significativos minutos do filme em que a trama se desenvolve em indiano com legendas em polaco
Visitas de Genebra e uh lá lá.. também Cracóvia, Aniversário, all night long no Luzztro, dramas familiares e desayunos potentes
Coraline a 3D + 1 (isto é, com a tradução simultânea boca-orelha, polaco-inglês já que o filme era 100% em polaco)
Alternativos no Pewex 26 e no Kulturalna
STOMP Concert: vassouras, pó, latas, paus, bacias, tintas, esfregonas, metais, enquanto suspensos, com cadeiras e isqueiros, lendo jornais, com garrafões, boias, sacos de plástico e coisas que fazem mais barulho como tampas de lixo e bidões.
ESN Party Change your sex no Cool de sac e a Prova da Verdade.
Babilon Party

segunda-feira, março 09, 2009

Ski

A verdade é que nunca percebi muito bem o fenómeno do ski, mas também nunca me dediquei muito à matéria (nem muito, nem pouco, fiquemo-nos pelo nunca).
Havia em mim um qualquer tipo de sentimento que declamava: “Ah, e tal o frio e a neve”, acompanhadas por recomendações prematuras dos progenitores de: “Ele há pessoas que partem dentes e dão cabo dos joelhos.” Só o proferir estas frases, já me parecia uma actividade radical q.b. para mim.
E num contexto destes, desde tenra idade, se avizinhava difícil a associação da minha pessoa a qualquer tipo de participação num Campeonato de Ski de saltos, piruetas, pequenas e médias curvas, ou sequer atirar-caricas-ao-ar-na-neve, que necesitasse o envolvimento de mais de um participante e que exigisse a colocação dos ditos cujos esquis.

Mas sendo Zakopane a famosa capital de Inverno da Polónia, tornou-se necessário partir para o grande vale das montanhas Tatras, 10 horas pela noite, rumo a esta celebridade a 460km sul, para experimentar deslizamentos na neve e outras proezas congéneres, ou, que é como quem diz no meu caso, familiarizar-me com a geografia de uma estância de esqui, o perfil etário e social dos indivíduos que a utilizam e o material envolvido.

Dia 1
Uma vez em Kotelnica, e sendo que não possuíamos o equipamento necessário, como bom tuga, procedemos à busca do local mais barato para o aluguer do mesmo (em que o local escolhido, requeria uns 10 euros por 3 dias). Ora bem: ou trata-se de um preço muito barato, ou o equipamento está estragado, ou eles aqui roubam os esquis uns aos outros e depois abrem lojas de aluguer. Mas resulta que não. Parece ser prática habitual este preço reduzido, uma vez que o segundo lugar da lista pedia uns 15 euros.
Ok. Vamos lá dar uma oportunidade aos materias e experimentar esquiar. Que loucura!
Mal saí da loja, tento caminhar com as botas do peso do mundo e com a traquitana dos esquis e dos paus sobre as minhas costas, e vacilei. Mais parecia estar a transportar tijolos, com os pés atados um ou outro.
Mas não me detive. O facto de nunca ter esquiado na vida, nem ter qualquer tipo de conhecimento empírico, baseado na visualização de um número suficinte de filmes cujo argumento envolvesse o esqui, o inverno e que tais, pareciam pouco atravancar o inaugurar da experimentação.
Depois de quase cair naquela subidinha quem vai apanhar o teleférico quando ainda nem sequer tinha os esquis postos, lá atirei os esquis para o chão e em constante desiquilíbrio foi necessário uma senhora atracar-me os esquis aos pés. Fui a patear, ter com as duas amigas que me esperavam para apanharmos juntas o teleférico de três.
Ora, quando vais apanhar o teleférico, abre-se a cancela e é suposto dares uns passos para cima do tapete rolante e sentares-te quando se aproximar o teleférico. Acontece que (como a Eurosport TV nunca tinha estado ligada na minha presença quando estava a dar Ski Jumping, e tão pouco estive em sintonia com qualquer tipo de documentário da National Geographic que relatasse os preliminares do esqui, isto é, o subir de teleférico) eu desconhecia essa informação.
Sendo assim, a cancela abriu, as minhas amigas andaram e eu fiquei a olhar, ora como quem olha para elas, ora como quem olha para a cancela e se pergunta: “O que é que eu faço?” E a cancela fecha e as tuas amigas vão. E a cancela volta a abrir e tu ainda estás na parte do “..faaaaççoooo?” e a cancela volta a fechar e tu ainda não foste. E entretanto já tens uma fila de polacos das diferentes regiões da Polónia a insultarem-te em frases que nem daqui a 3 meses serias capaz de perceber. Lá decides dar uns passinhos para o tal tapete e sentas-te no teleférico.
É então que olhas para o lado e percebes que não vais só. Tens uma companheira de teleférico à qual quase gritas: “I don’t ski. Help me!” Ao que me retorquiu com um sorriso: “No English”.
Estava o caldo entornado. Estás pela primeira vez na vida a subir um teleférico, as tuas amigas estão 2 teleféricos à frente, as criaturas que se visualizam ao longe na pista parecem antes tratar-se de formigas a esquiar e a tua companheira é uma polaca que não fala inglês. Perfeito!
Pensei que estava numa telenovela indiana em que o final pouco ia diferenciar se ligasse a terminação do -641 a votar “Sim” ou do -642 a votar “Não”.
Deu-me para lhe dizer no meu polaco fanhoso: “Chamo-me Mariana”. Ao que ela respondeu: “Chamo-me Eva”. Sim... não fossemos ficar amigas para a vida ou ela salvar-me de algum tipo de avalanche e eu nem sequer sabia o nome dela. Parecia-me indelicado.
Depois de uns 20 minutos em vertigem e ainda em constante negação, chegou a altura de levantarmo-nos do teleférico. Claro está que, inevitavelmente, caí e dei de queixos no chão e perdi o cartão da pista. Lá vem um segurança que me recoloca na posição vertical e me puxa pelos paus para uma zona plana, já que aqui, até patear me parecia impossível. As amigas perguntam se está tudo bem e dizem que esperam por mim. Mas como o esperar por mim, me parecia uma tarefa potencialmente interminável e como nunca fui muito corta-mocas, também não ia ser agora que ia ser corta-skies e disse para elas irem andando e não se preocuparem que eu já ia lá ter. E assim foi.
Fiquei na parte plana no cimo da pista entrecalando o patear com o cair em série, chegando inclusivé a pedir auxílio a uma mãe que estava a ensinar esqui ao seu filho de 3 anos. Até que decidi procurar alguém a sério, que me explicasse pelo menos o abc de me manter parada na posição vertical. Até que um simpático jovem me informou que “instrutores em Inglês, só para amanhã.” E acrescentou. “Muito simples. Só tens que descer e ir lá abaixo fazer a reserva.” Acontece que, o só ter que ir até lá abaixo é bem mais complexo para quem nunca teve os pés atados a uns esquis na vida. Expliquei a minha situação de handicaped e, e enquanto caminhava para o teleférico numa distância de 3 metros, em que caí umas 3 vezes, logo perceberam que o meu caso era, digamos, especial.
Lá me deixaram descer o teleférico, não fosse este pequeno diabozinho manter-se muito mais tempo a entravar a pista.
Mas enquanto descia o teleférico (creio que a única pessoa que o desceu naquele dia tinha sido uma velhota, e porque se tinha lesionado), defrontava-me com a cara das pessoas que subiam e me olhavam com ar de quem se pergunta a si mesmo: "Porquê?" Como se me tivesse sido diagnosticado algum tipo de enfermidade. Inclusivé passa uma criatura sozinha num teleférico, que não teria mais que 5 anos, e com um arzinho cínico me diz: “Bom dia!”

Dia 2
Pontualmente apareço na Szkoła Narciarska Stok à descoberta de um Instrutor em Inglês que durante uma hora fizesse o possível para desfazer estas impossibilidades. Ensinou-me a travar e a girar numa pista que incluía uma pequena descida e em que tive colegas de 4 anos que esquiavam claramente melhor que a minha pessoa.
Adquiridos os princípios teóricos, volto à pista azul do dia anterior. Já subo razoavelmente o teleférico, mas mais uma vez dou com os dentes no chão. Lá começo com a Esther a esquiar, mas não quis obrigar o comum dos mortais a esquiar à minha velocidade de tartaruga. Demorei 2h30 a fazer toda a pista imbuída numa dor de pernas que apanha ali também os braços ao levantar.
Enfim. Movia incessantemente o meu pescoço de um lado para o outro. Tentava apreciar se já tinha descido muito e se faltava ainda demasiado para terminar. Já não olhava tantas vezes para um lado e para o outro, desde que me perdi no Continente. E aí tinha 4 anos e não sabia nem onde eu estava, nem onde estava a saída do supermercado.
Pois. Foi mais ou menos igual, mas numa pista de esqui. Depois de numa das quedas, ameaçar lesar o joelho, terminei o resto da pista com os esquis às costas.

Dia 3
Está bem que não era do pé para a mão que eu ia começar a esquiar, mas descer uma vez a pista que os meus amigos desciam umas 10vezes por dia, já se apresentava como uma missão.
Desta vez subi com o Alfonso e consegui não dar com os dentes no chão quando desci do teleférico. Com a maior das paciências, me acompanhou enquanto eu desviava e também enquanto eu caía.

Independentemente da matéria em questão, qualquer tipo de façanha só é conseguida quando se tem experiência na área para facenhear.
Mas sim, a Pista Azul, eu desci!

segunda-feira, março 02, 2009

Geneve