domingo, junho 13, 2010
Marrocos
Dia 1
Aquecimento. Recepção IAC em Faro na Villa Francesinha. Dormir com almofadas no sofá.
Dia 2
Rumo a Espanha. Algeciras. Afinal, Tarifa.
Travessia até Tânger. Procura de carro para alugar. Aeroporto. Acampar por entre as árvores do estacionamento. Quando muda o turno afinal não podemos. Acampar dentro. Detectores de metais sempre desligados ou então a apitar. Mas de qualquer das formas, é sempre indiferente. Apitar ou não apitar. Tirar ou não tirar.
Dia 3
Alugar carro e jipe. Negociar. Afrique rent-a-car. Ir perguntar ao do lado. Carros aqui? No hay! Concretizar o acto.
Tétouan. A Medina. O marroquino. A cooperativa dos tapetes. Tapetes contra a Rinite Alérgica. A marcação dos cuscus e dos tagines. A descoberta do Ali baba. A pressa, mata. Só mais uma Farmácia não! Queremos comer. Cuscus na sauna com joelhos a suar na toalha.
Chefchaouen.
Busca do Hostel. Pita simula bater a Mel e espanta população indígena. Hotel das cervejas. A Praça. Jantar com Vinho. O Terraço. 
Dia 4
Hotel das Cervejas. A Praça. Bis. Bis. Place Uta el-Hammam. Mesquita de Kasbah. Com tanto calor em Marrocos, o meu sítio preferido é a prisão que está fresquinha. Lavar os Tapetes. Pôr os pés na água. O creme de há 3 dias que se espalhava esquisito, afinal era gel de banho!

Equipas estabelecidas: corninho 1.6 e Trambolho. E muitas intervenções estúpidas.
O que voa e é preto ou são os mosquitos ou o batman!
Chegada a Fez. É agora o Festival Internacional de Música. Sacra. Pelo menos não é o Festival de Música Coccígea. Jantar no Terraço. Dormir no Terraço em frente.
Dia 5
Pequeno-almoço no Terraço. O Guia Misura das 4 mulheres e 24 filhos. Passeios na Medina. Tanques com tintas.
Palácio Real. Chá de Hortelã. Farmácia. Demonstrações anti-sinusite.
Pãoquecas que não são salgadas nem doces, mas são bem bouas.
Mais intervenções estúpidas. Se La é não, Alá é anão. E inchalá era para ele ficar maior.
Tentativa de ir a banhos. As muçulmanas ali a fazer merendas.
Grande Jantarada no Hotel.
Dia 6
Caminhos difíceis pelo Atlas.
A água do carro abre sozinha e bate no nariz e em vez de gelo, a coisa mais fresca que se tem é uma maçã. Meninos a pedir água.
Cascadas de Ouzoud. Caminhos íngremes. Acampar em frente às cascadas. Durante a noite com lanternas. A casa de banho e o burro.

Dia 7
Acordar nas Cascadas. Tomar banho na argila. A casa dos Berberes. Chá e pão e cabras berberes. Atravessar o Atlas. Os meninos que aparecem do nada e levam canetas e toalhitas. O chouriço que tinha o limite da lata e era rebelde ao canivete.
Ouazazate. O Sr. simpático do Turismo que não leva nada e explica tudo.
A Caminho do Oásis Finnt para ver o pôr-do-sol. Atravessar caminhos de água com o carro e com o jipe. Empurrar o carro.
Músicas marroquinas na rádio. La la la Marrakesch? Ai não é o que diz? Então e esta do És tão boa ta na na na.
Jantar com as estrelas como o céu. Jogos até as tantas. Dormir em Palacete no Oásis.
Dia 8
Brincar aos rallys nos descampados. 43 graus registados.
Filmagens: Ecla Studios. O carro fica entalado na areia. Cavar com a pá.
Dia 9
Marrakech. Kebab. Tchizebrager. O riat.
Mercado.
Comer no Terraço. Mesquita. Peripécias no Mercado.
Ida a banhos Hammams. Jantar no Mercado. Quem faz a conta são os Tugas.
Dia 10
Auto-estrada. Estação de serviço de gasolina com salas para rezar para homens e para mulheres que são confundidas com casas de banho.
Moulay bousselem.
Restaurante L’Ocean. O Oligofrénico. Já não há calamares. Ou havia pouquinhos. O apartamento.
Dia 11
Pequeno-almoço.
Rumo a Tânger. Rumo a entregar o carro. Rumo à chuva. Rumo a Espanha, a Portugal, a Faro e ao Santo António.
Aquecimento. Recepção IAC em Faro na Villa Francesinha. Dormir com almofadas no sofá.
Dia 2
Rumo a Espanha. Algeciras. Afinal, Tarifa.
Dia 3
Alugar carro e jipe. Negociar. Afrique rent-a-car. Ir perguntar ao do lado. Carros aqui? No hay! Concretizar o acto.
Tétouan. A Medina. O marroquino. A cooperativa dos tapetes. Tapetes contra a Rinite Alérgica. A marcação dos cuscus e dos tagines. A descoberta do Ali baba. A pressa, mata. Só mais uma Farmácia não! Queremos comer. Cuscus na sauna com joelhos a suar na toalha.
Chefchaouen.
Dia 4
Hotel das Cervejas. A Praça. Bis. Bis. Place Uta el-Hammam. Mesquita de Kasbah. Com tanto calor em Marrocos, o meu sítio preferido é a prisão que está fresquinha. Lavar os Tapetes. Pôr os pés na água. O creme de há 3 dias que se espalhava esquisito, afinal era gel de banho!
Equipas estabelecidas: corninho 1.6 e Trambolho. E muitas intervenções estúpidas.
O que voa e é preto ou são os mosquitos ou o batman!
Chegada a Fez. É agora o Festival Internacional de Música. Sacra. Pelo menos não é o Festival de Música Coccígea. Jantar no Terraço. Dormir no Terraço em frente.
Dia 5
Pequeno-almoço no Terraço. O Guia Misura das 4 mulheres e 24 filhos. Passeios na Medina. Tanques com tintas.
Mais intervenções estúpidas. Se La é não, Alá é anão. E inchalá era para ele ficar maior.
Tentativa de ir a banhos. As muçulmanas ali a fazer merendas.
Grande Jantarada no Hotel.
Dia 6
Caminhos difíceis pelo Atlas.
Cascadas de Ouzoud. Caminhos íngremes. Acampar em frente às cascadas. Durante a noite com lanternas. A casa de banho e o burro.
Dia 7
Acordar nas Cascadas. Tomar banho na argila. A casa dos Berberes. Chá e pão e cabras berberes. Atravessar o Atlas. Os meninos que aparecem do nada e levam canetas e toalhitas. O chouriço que tinha o limite da lata e era rebelde ao canivete.
Ouazazate. O Sr. simpático do Turismo que não leva nada e explica tudo.
A Caminho do Oásis Finnt para ver o pôr-do-sol. Atravessar caminhos de água com o carro e com o jipe. Empurrar o carro.
Jantar com as estrelas como o céu. Jogos até as tantas. Dormir em Palacete no Oásis.
Dia 8
Brincar aos rallys nos descampados. 43 graus registados.
Filmagens: Ecla Studios. O carro fica entalado na areia. Cavar com a pá.
Dia 9
Marrakech. Kebab. Tchizebrager. O riat.
Mercado.
Comer no Terraço. Mesquita. Peripécias no Mercado.
Dia 10
Auto-estrada. Estação de serviço de gasolina com salas para rezar para homens e para mulheres que são confundidas com casas de banho.
Moulay bousselem.
Restaurante L’Ocean. O Oligofrénico. Já não há calamares. Ou havia pouquinhos. O apartamento.
Dia 11
Pequeno-almoço.
Rumo a Tânger. Rumo a entregar o carro. Rumo à chuva. Rumo a Espanha, a Portugal, a Faro e ao Santo António.
quarta-feira, junho 02, 2010
Pediatria pode ser
"Este menino não tem nada, mas veio aqui ao Hospital ver se apanhava alguma coisa."
"Para essas dores, o melhor é aguentoterapia."
"Ó doutora, se for explicar o exame a cada criança, demora 2 horas por doente."
"Ora mostra lá a boca. Deixa lá ver o Noddy. Não deixas?
Olha, vou ver o Noddy que está na boca da mãe.
Vês? Não dói!"
"Sabes respirar pela boca?"- dizia para uma criança de menos de 1 ano "Vês, é assim!" fazendo a tal imitação que simulava um arfar que mais parecia o de um cão.
"Então tu ainda não percebeste que já não estás no Serviço de Obstetrícia?
As manobras fazem-se às crianças ou andas a fazer Ortolanis às mães?"
"Quem são os responsáveis pela fornada de gigantes que houve nas últimas 3 semanas no Hospital?
Então a doutora não viu que tinham todos 4 cm a mais?
Como é que eles podiam estar mais pequenos no dia a seguir a nascerem?"
"Quem foi o menino que pôs 60 cm de Perímetro Cefálico no Boletim?"
"Olha, tu vestes as crianças? É que eu estava ali a atrofiar com um babygrow cheio de botões e pousei-o por cima do bebé como se fosse uma manta."
"Para essas dores, o melhor é aguentoterapia."
"Ó doutora, se for explicar o exame a cada criança, demora 2 horas por doente."
"Ora mostra lá a boca. Deixa lá ver o Noddy. Não deixas?
Olha, vou ver o Noddy que está na boca da mãe.
Vês? Não dói!"
"Sabes respirar pela boca?"- dizia para uma criança de menos de 1 ano "Vês, é assim!" fazendo a tal imitação que simulava um arfar que mais parecia o de um cão.
"Então tu ainda não percebeste que já não estás no Serviço de Obstetrícia?
As manobras fazem-se às crianças ou andas a fazer Ortolanis às mães?"
"Quem são os responsáveis pela fornada de gigantes que houve nas últimas 3 semanas no Hospital?
Então a doutora não viu que tinham todos 4 cm a mais?
Como é que eles podiam estar mais pequenos no dia a seguir a nascerem?"
"Quem foi o menino que pôs 60 cm de Perímetro Cefálico no Boletim?"
"Olha, tu vestes as crianças? É que eu estava ali a atrofiar com um babygrow cheio de botões e pousei-o por cima do bebé como se fosse uma manta."
sexta-feira, maio 28, 2010
quinta-feira, maio 27, 2010
Grizzly Bear
@Coliseu dos Recreios
De lá de cima, para a fila mesmo atrás.
Todos os joelhos me tocam até alguém enganado trocar de lugar.
E mesmo no fim, apenas a 5 cabeças de distância!
Que inteligente tudo. Mesmo muito bom.
segunda-feira, maio 17, 2010
Runaway
"what makes you think I’m enjoyin' being led to the flood
We got another thing comin' undone
That’s taking forever
We don't bleed when we don't fight"
sábado, maio 15, 2010
Vouga abaixo
A Pediatria do HSFX organizou uma descida do Rio Vouga para os seus funcionários à qual os IAC’s do CHLO, entre outros, prontamente aderiram.
O plano começou quando decidimos não ter plano e simplesmente fazer a mala e partir um dia antes, com tenda e saco cama, prontos a acampar pelo caminho, se não encontrássemos nenhuma pousada de juventude. Contudo, no decorrer do trajecto, a cidade-sabedoria interpelou-nos, o plano foi retraçado, e aí ficámos. Mas tínhamos tudo para acampar se quiséssemos!
No dia seguinte impunha-se madrugar que havia ainda que ir Vouga abaixo.
Com início em Pessegueiro do Vouga e final previsto em Sernada do Vouga, dizia-se que seria uma descida num rio diferente, com forte envolvente natural e com alguma emoção em termos de corrente do rio.

Ora, feitas as explicações iniciais sobre como manejar as pagaias e qual a função do leme e a do motor, havia que distribuir os passageiros dois a dois.
Sendo que as duas pessoas que demonstraram mais receio na canoa ficaram com quem tinha já experiência na canoagem, escusado será dizer que uma delas fui eu.
Contudo, o Enfermeiro Vítor (nome fictício) não era só uma pessoa com experiência, mas alguém que gostava de experimentar os limites por entre os verdes, ir pelos sítios com maior corrente, pelas águas bravas, sempre com grande domínio da canoa, porém induzindo o perigo e a vertigem constante ao passageiro da frente, isto é, a mim.
Já os instrutores da Transerrano (nome fictício também este) vá-se lá saber porquê, achavam muita piada em molhar as pessoas e virar as canoas ao contrário, ao invés de reconfortar os passageiros mais afrontados.
Tinha, pois, sido até então uma primeira etapa particular.

Uma vez feita a pausa para almoço, eu estava já encharcada, embora, apesar da ameaça constante, a minha canoa ainda não tivesse virado, nem sido virada, graças ao domínio do meu parceiro.
Por essa altura, momento de paragem, suspensão e descanso, sentia-me bastante saciada e satisfeita com os 8 km que tinha feito até então. Como se a minha missão já se pudesse dar por cumprida.
Ora, a amiga Joana (nome imaginário também este) estava com frio e não queria continuar, porque já ela, tinha ficado com alguém que acumulava o não dominar a canoa, com o querer ultrapassar os limites e sobrepunha já ter virado a canoa, com ter sido virada, inúmeras vezes.

Foi aí que surgiu a ideia de acabar por ali a nossa jornada.
Retorquiram-nos com provocações infindas se tínhamos a certeza que queríamos Desistir.
Desistir? Não! O que nós queríamos era acabar mais cedo aquele trilho.
Não éramos capazes de continuar? Claro que éramos. Não quisemos porque já não nos apetecia.
Éramos fraquinhas? Não, não éramos. Nem era por continuarmos o itinerário que íamos provar que éramos fortes.
Como não tínhamos que provar nada a ninguém, apesar de lançados os reptos, rematámos ali um destino diferente do grupo, uns kilómetros distintos deste, que não era por ser um rumo prévio, mas por traçarmos objectivos descoincidentes.
Podíamos ter continuado, mas preferimos não continuar.
E o que fizemos nos entretantos?
Tive a guiar o camião com os reboques das canoas. Muito melhor!
O plano começou quando decidimos não ter plano e simplesmente fazer a mala e partir um dia antes, com tenda e saco cama, prontos a acampar pelo caminho, se não encontrássemos nenhuma pousada de juventude. Contudo, no decorrer do trajecto, a cidade-sabedoria interpelou-nos, o plano foi retraçado, e aí ficámos. Mas tínhamos tudo para acampar se quiséssemos!
No dia seguinte impunha-se madrugar que havia ainda que ir Vouga abaixo.
Com início em Pessegueiro do Vouga e final previsto em Sernada do Vouga, dizia-se que seria uma descida num rio diferente, com forte envolvente natural e com alguma emoção em termos de corrente do rio.
Ora, feitas as explicações iniciais sobre como manejar as pagaias e qual a função do leme e a do motor, havia que distribuir os passageiros dois a dois.
Sendo que as duas pessoas que demonstraram mais receio na canoa ficaram com quem tinha já experiência na canoagem, escusado será dizer que uma delas fui eu.
Contudo, o Enfermeiro Vítor (nome fictício) não era só uma pessoa com experiência, mas alguém que gostava de experimentar os limites por entre os verdes, ir pelos sítios com maior corrente, pelas águas bravas, sempre com grande domínio da canoa, porém induzindo o perigo e a vertigem constante ao passageiro da frente, isto é, a mim.
Já os instrutores da Transerrano (nome fictício também este) vá-se lá saber porquê, achavam muita piada em molhar as pessoas e virar as canoas ao contrário, ao invés de reconfortar os passageiros mais afrontados.
Tinha, pois, sido até então uma primeira etapa particular.
Uma vez feita a pausa para almoço, eu estava já encharcada, embora, apesar da ameaça constante, a minha canoa ainda não tivesse virado, nem sido virada, graças ao domínio do meu parceiro.
Por essa altura, momento de paragem, suspensão e descanso, sentia-me bastante saciada e satisfeita com os 8 km que tinha feito até então. Como se a minha missão já se pudesse dar por cumprida.
Ora, a amiga Joana (nome imaginário também este) estava com frio e não queria continuar, porque já ela, tinha ficado com alguém que acumulava o não dominar a canoa, com o querer ultrapassar os limites e sobrepunha já ter virado a canoa, com ter sido virada, inúmeras vezes.
Foi aí que surgiu a ideia de acabar por ali a nossa jornada.
Retorquiram-nos com provocações infindas se tínhamos a certeza que queríamos Desistir.
Desistir? Não! O que nós queríamos era acabar mais cedo aquele trilho.
Não éramos capazes de continuar? Claro que éramos. Não quisemos porque já não nos apetecia.
Éramos fraquinhas? Não, não éramos. Nem era por continuarmos o itinerário que íamos provar que éramos fortes.
Como não tínhamos que provar nada a ninguém, apesar de lançados os reptos, rematámos ali um destino diferente do grupo, uns kilómetros distintos deste, que não era por ser um rumo prévio, mas por traçarmos objectivos descoincidentes.
Podíamos ter continuado, mas preferimos não continuar.
E o que fizemos nos entretantos?
Tive a guiar o camião com os reboques das canoas. Muito melhor!
sexta-feira, maio 14, 2010
Pelo Papa
O Papa visita Portugal para presidir às celebrações do 13 de Maio em Fátima. O Estado é laico e como tal os funcionários públicos têm tolerância de ponto.
Os limites de circulação na cidade impediram-me de eleger o caminho habitual para o trabalho. Em alternativa, tento fugir aos troços cortados e aos caminhos por onde o Papa iria passar.
Porém, com o predomínio do desconhecimento exacto de quais as tais vias, foi obrigatório o Seu encontro.
Uma vez nas Amoreiras, o semáforo inesperadamente se desliga e o afluxo de carros e pessoas intensifica e abruptamente tudo pára. Claramente algo iria ali suceder, naquele sítio e naquele momento, e tendo em conta a quadra em questão, não era difícil decifrar o que seria.
Pouco depois surge um helicóptero, o que reforçou a perspicácia da conclusão. Estava assente que o Papa iria por ali passar, e que uma vez congestionados também nós iríamos ver o Papa.
Deixámos o carro e debruçámo-nos sobre o sentido onde iria aparecer. A estrada estava cortada. Como nos filmes. Não se avistava vivalma.
Inesperadamente começou a chover. Mas uma vez ali, e uma vez confinados, e sendo que iríamos ver o Papa, toda a chuva era merecida.
Passa uma moto da polícia. Passam 2. Passam 3. E bruscamente desfilavam muitas, em crescendo, assim como quem desenha um triângulo com as silhuetas das motas de polícia. E depois não sei quantos Mercedes e no meio deles uma mão acenando em concha.
Era o Papa! Tínhamos visto o Papa! Ou pelo menos a mão do Papa que se lhe adivinhava o rosto!
Tal como o Estado é laico mas há tolerância de ponto, nós não queríamos passar pelas ruas congestionadas onde por ventura fosse passar o Papa mas passámos e vimos.
Uma vez no dia 13, havia que empregar a tolerância de um modo católico que não fosse sinónimo de estar engarrafado em multidões. Por isso Fátima não podia ser.
Fomos a Mafra, ao Convento. Não havia trânsito, nem massas, nem nada. O Convento estava fechado!
Plano B? Ericeira.
Os limites de circulação na cidade impediram-me de eleger o caminho habitual para o trabalho. Em alternativa, tento fugir aos troços cortados e aos caminhos por onde o Papa iria passar.
Porém, com o predomínio do desconhecimento exacto de quais as tais vias, foi obrigatório o Seu encontro.
Uma vez nas Amoreiras, o semáforo inesperadamente se desliga e o afluxo de carros e pessoas intensifica e abruptamente tudo pára. Claramente algo iria ali suceder, naquele sítio e naquele momento, e tendo em conta a quadra em questão, não era difícil decifrar o que seria.
Pouco depois surge um helicóptero, o que reforçou a perspicácia da conclusão. Estava assente que o Papa iria por ali passar, e que uma vez congestionados também nós iríamos ver o Papa.
Deixámos o carro e debruçámo-nos sobre o sentido onde iria aparecer. A estrada estava cortada. Como nos filmes. Não se avistava vivalma.
Inesperadamente começou a chover. Mas uma vez ali, e uma vez confinados, e sendo que iríamos ver o Papa, toda a chuva era merecida.
Passa uma moto da polícia. Passam 2. Passam 3. E bruscamente desfilavam muitas, em crescendo, assim como quem desenha um triângulo com as silhuetas das motas de polícia. E depois não sei quantos Mercedes e no meio deles uma mão acenando em concha.
Era o Papa! Tínhamos visto o Papa! Ou pelo menos a mão do Papa que se lhe adivinhava o rosto!
Tal como o Estado é laico mas há tolerância de ponto, nós não queríamos passar pelas ruas congestionadas onde por ventura fosse passar o Papa mas passámos e vimos.
Uma vez no dia 13, havia que empregar a tolerância de um modo católico que não fosse sinónimo de estar engarrafado em multidões. Por isso Fátima não podia ser.
Fomos a Mafra, ao Convento. Não havia trânsito, nem massas, nem nada. O Convento estava fechado!
Plano B? Ericeira.
quarta-feira, maio 05, 2010
sexta-feira, abril 30, 2010
Obstetrícia
Pretendia-se desenvolver normas de conduta clínica no âmbito da obstetrícia, imprescindíveis à formação básica, e que seriam úteis no futuro em qualquer área de diferenciação. Ou pelo menos pareceu-me ser esse o objectivo.
A gravidez, e o parto foram as sublimes realidades contempladas e com as quais iniciei a vivência hospitalar no corrente ano no HSFX.
O que trago deste Estágio?
Uma afeição pela obstetrícia, pelo conceito teórico e prático de “por vida no mundo”, a percepção de uma vida profissional dedicada à saúde materno-fetal, uma maior simpatia pela cirurgia, um grande apreço pelo Hospital, pelos colegas, pelas instalações, pela localização e pela vista. E vá, pelo horário!
A gravidez, e o parto foram as sublimes realidades contempladas e com as quais iniciei a vivência hospitalar no corrente ano no HSFX.
O que trago deste Estágio?
Uma afeição pela obstetrícia, pelo conceito teórico e prático de “por vida no mundo”, a percepção de uma vida profissional dedicada à saúde materno-fetal, uma maior simpatia pela cirurgia, um grande apreço pelo Hospital, pelos colegas, pelas instalações, pela localização e pela vista. E vá, pelo horário!
terça-feira, abril 27, 2010
segunda-feira, abril 26, 2010
Os Cravos
Na época das comemorações do 25 de Abril impõe-se meditar.
Reflectir sobre o significado do Cravo Vermelho.
Ponderar a sua localização estratégica no cano das espingardas.
Congeminar que desde esses dias eclodiu o sentimento revolucionário.
E imaginar que assim desabrochou o movimento que derrubou o regime ditatorial herdado.
Depois de meditares sobre todas estas temáticas, aí sim, recomenda-se visitar o Palácio Nacional de Belém e aconselha-se percorrer o Quartel do Carmo.
(Outros relatos/sugestões aceitam-se, mas só em Abril.)
Reflectir sobre o significado do Cravo Vermelho.
Ponderar a sua localização estratégica no cano das espingardas.
Congeminar que desde esses dias eclodiu o sentimento revolucionário.
E imaginar que assim desabrochou o movimento que derrubou o regime ditatorial herdado.
Depois de meditares sobre todas estas temáticas, aí sim, recomenda-se visitar o Palácio Nacional de Belém e aconselha-se percorrer o Quartel do Carmo.
(Outros relatos/sugestões aceitam-se, mas só em Abril.)
terça-feira, abril 20, 2010
Instrumentar
"-Está a jorrar sangue
-Foram atingidas as uterinas
-Passa a hemostática
-Segura no Farabeuf
-Compressas!
...
-Estancou!
...
- O porta-agulhas?"
-Foram atingidas as uterinas
-Passa a hemostática
-Segura no Farabeuf
-Compressas!
...
-Estancou!
...
- O porta-agulhas?"
sexta-feira, abril 16, 2010
terça-feira, abril 13, 2010
segunda-feira, abril 12, 2010
O Tejo é mais belo
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
Alberto Caeiro
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
Alberto Caeiro
quarta-feira, março 31, 2010
Inquéritos - últimas pérolas
- Eu (M.): Olá Bom Dia! Nós estamos a fazer um inquérito sobre a satisfação dos Utentes das diferentes Extensões do Centro de Saúde desta Área. Será que lhe posso fazer umas perguntinhas? É totalmente anónimo.
- A pérola (Resposta): Como? Ó menina, eu não ouço!
- M. : Precisava que me respondesse a umas perguntas, que me classificasse de Muito Bom a Muito Mau os seguintes profissionais.
- R. : Ai não sei se sei responder direito às perguntas.
- M.: Precisava que me desse a sua opinião sobre os diferentes profissionais de Muito Bom a Muito Mau. Comecemos pelo administrativo?
-R.: É. Eu tenho uma doença crónica.
-M.: Pois, mas precisava que me ajudasse e pusesse a cruz num dos quadrados de Muito Bom a Muito Mau. O primeiro profissional é o administrativo.
-R.: É, eu sou muito doente!
-M.: E relativamente ao enfermeiro. Como o classificaria de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Enfermeiro? Eu tive um AVC. E venho cá quando preciso.
-M.: E o médico. Como classifica de Muito Bom a Muito Mau o médico?
-R.: A médica é a Dra Sameiro (nome fictício, evidente).
-M.: Como considera o sistema de classificação de consultas por telefone de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É telefonar para cá.
-M.: Tem conhecimento que pode marcar consultas por internet?
-R.: Eu ouço falar da internet, mas nunca a vi.
-M.: Qual a sua opinião sobre o tempo de espera em relação à marcação de uma consulta de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É 1hora.
-M.: Como classifica o tempo de espera no dia da consulta de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É quando chegar a minha vez.
-M.: Considera que o horário de atendimento aos utentes é adequado às suas necessidades?
-R.: Ah, isso depende! Há pessoas mais simpáticas e outras menos.
-M.: Como classifica as instalações da Unidade de Saúde de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: As instalações são estas!
-M.: Como classifica as condições de higiene e limpeza das instalações sanitárias de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Não.
-M.: Como classifica as condições de conforto da sala de espera de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Ah, isso espera-se muito tempo.
-M.: Tem alguma sugestão?
R.: Gestão de quê?
E dito isto parece-me suficientemente perceptível que foi seriamente difícil efectivar o inquérito e estabelecer o sistema de classificação de Muito Bom a Muito Mau nestas terras.
E mais complicado ainda foi decifrar as respostas e colocar a cruz no quadradinho.
Se calhar foi do meu sotaque que não perceberam.
Ou da falta de pilha no aparelho ou do Arizaímere.
Mas provavelmente é a essência basal do ser.
- A pérola (Resposta): Como? Ó menina, eu não ouço!
- M. : Precisava que me respondesse a umas perguntas, que me classificasse de Muito Bom a Muito Mau os seguintes profissionais.
- R. : Ai não sei se sei responder direito às perguntas.
- M.: Precisava que me desse a sua opinião sobre os diferentes profissionais de Muito Bom a Muito Mau. Comecemos pelo administrativo?
-R.: É. Eu tenho uma doença crónica.
-M.: Pois, mas precisava que me ajudasse e pusesse a cruz num dos quadrados de Muito Bom a Muito Mau. O primeiro profissional é o administrativo.
-R.: É, eu sou muito doente!
-M.: E relativamente ao enfermeiro. Como o classificaria de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Enfermeiro? Eu tive um AVC. E venho cá quando preciso.
-M.: E o médico. Como classifica de Muito Bom a Muito Mau o médico?
-R.: A médica é a Dra Sameiro (nome fictício, evidente).
-M.: Como considera o sistema de classificação de consultas por telefone de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É telefonar para cá.
-M.: Tem conhecimento que pode marcar consultas por internet?
-R.: Eu ouço falar da internet, mas nunca a vi.
-M.: Qual a sua opinião sobre o tempo de espera em relação à marcação de uma consulta de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É 1hora.
-M.: Como classifica o tempo de espera no dia da consulta de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: É quando chegar a minha vez.
-M.: Considera que o horário de atendimento aos utentes é adequado às suas necessidades?
-R.: Ah, isso depende! Há pessoas mais simpáticas e outras menos.
-M.: Como classifica as instalações da Unidade de Saúde de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: As instalações são estas!
-M.: Como classifica as condições de higiene e limpeza das instalações sanitárias de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Não.
-M.: Como classifica as condições de conforto da sala de espera de Muito Bom a Muito Mau?
-R.: Ah, isso espera-se muito tempo.
-M.: Tem alguma sugestão?
R.: Gestão de quê?
E dito isto parece-me suficientemente perceptível que foi seriamente difícil efectivar o inquérito e estabelecer o sistema de classificação de Muito Bom a Muito Mau nestas terras.
E mais complicado ainda foi decifrar as respostas e colocar a cruz no quadradinho.
Se calhar foi do meu sotaque que não perceberam.
Ou da falta de pilha no aparelho ou do Arizaímere.
Mas provavelmente é a essência basal do ser.
segunda-feira, março 29, 2010
Teatro
Este Sábado, 27 de Março, foi o Dia Mundial do Teatro.
E assim sendo, nada melhor do que teatrizá-lo.
Dizia que pareceu (que é mais ou menos um diz que parece no Pretérito Perfeito, porque já passou) que as ruas da Baixa/Chiado iam ter espectáculos à borla.
Encetámos mal. Perdermo-nos por mea culpa e chegámos aos ditos sítios onde ocorriam os espectáculos, sucessivamente, mesmo a tempo de bater palmas, o que equivale a uma parte final não perceptível da representação.
Logo, perdemo-nos por culpa del mapa, uma vez que alguns dos sítios que indicava, como a Rua Garrett e a Rua Augusta, não nos dizia se era em cima ou em baixo ou para a esquerda ou para a direita, respectivamente. E lá percorríamos baixo-cima, direita-esquerda, tentanto procurar personagens diferentes emaranhadas, que a qualquer momento fossem o prelúdio do início de uma nova representação.
Nos entretantos, íamo-nos entretendo com o pífaro dos mexicanos e o acordeão dos ciganos, que ambicionando alguns euros, distraíam os transeuntes que prefeririam um Dia Mundial da Música.
Depois de retraçado um plano de acção para conseguirmos assistir do princípio ao fim aos restantes espectáculos, o preferido foi a “Antígona” com o seu Tic-Tac, que foi todo um preâmbulo do Rei Édipo do dia seguinte, que embora já não fosse o Dia Mundial do Teatro, aí sim, o foi.
E assim sendo, nada melhor do que teatrizá-lo.
Dizia que pareceu (que é mais ou menos um diz que parece no Pretérito Perfeito, porque já passou) que as ruas da Baixa/Chiado iam ter espectáculos à borla.
Encetámos mal. Perdermo-nos por mea culpa e chegámos aos ditos sítios onde ocorriam os espectáculos, sucessivamente, mesmo a tempo de bater palmas, o que equivale a uma parte final não perceptível da representação.
Logo, perdemo-nos por culpa del mapa, uma vez que alguns dos sítios que indicava, como a Rua Garrett e a Rua Augusta, não nos dizia se era em cima ou em baixo ou para a esquerda ou para a direita, respectivamente. E lá percorríamos baixo-cima, direita-esquerda, tentanto procurar personagens diferentes emaranhadas, que a qualquer momento fossem o prelúdio do início de uma nova representação.
Nos entretantos, íamo-nos entretendo com o pífaro dos mexicanos e o acordeão dos ciganos, que ambicionando alguns euros, distraíam os transeuntes que prefeririam um Dia Mundial da Música.
Depois de retraçado um plano de acção para conseguirmos assistir do princípio ao fim aos restantes espectáculos, o preferido foi a “Antígona” com o seu Tic-Tac, que foi todo um preâmbulo do Rei Édipo do dia seguinte, que embora já não fosse o Dia Mundial do Teatro, aí sim, o foi.
sexta-feira, março 26, 2010
segunda-feira, março 22, 2010
Entretanto: pido adelante!
Com os Alfacinhas


Aeroporto. Mapas. Casa das Tulipas. Chiado. Rossio. Praça da Figueira. Hospital São José. Campo dos Mártires da Pátria. Terraço das Freiras. Ginginha. Santa Apolónia. Alfama. Casa do Miguel. Jantar na Tasquinha.Concerto. Lux. Pavilhão Chinês. Panteão Nacional. Mosteiro de São Vicente de Fora. Sé. Castelo de São Jorge. Elevador de Santa Justa. Ruínas do Convento do Carmo. Fábulas no Chiado. Sul no Bairo Alto. Caipirinha XXL. Pastéis de Belém. Mosteiro dos Jerónimos. Palácio Nacional de Belém. Torre de Belém. Hospital Egas Moniz. Hard Rock Café.

Centro
Rissóis típicos na Mealhada
Com os Tripeiros




Jantar e Botellon no D. Capipirinhas no Molhe. Plano B. Leça. Fuzelhas. Guerra de Peixe. Banho. Ribeira. Francesinha. Caves de Vinho do Porto. Cais de Gaia. Alfaiate. Galerias. Casa da Música. Clubbing. Pitch. Serralves. Jantar na Açoreana. Licores. Passeios. 5 no mini. Pido adelante! Lateral. Lateral. Puff nel medio. Santa Catarina. Teatro São João. Sé. Ponte D. Luis. Estação de São Bento. Aliados. Torre dos Clérigos. Livraria Lello. ICBAS. Teatro Anatómico. Dia Internacional da Água. Aeroporto.
Centro
Rissóis típicos na Mealhada
Com os Tripeiros
quinta-feira, março 18, 2010
segunda-feira, março 15, 2010
Óbidos
sexta-feira, março 12, 2010
sexta-feira, março 05, 2010
Pública
A semana foi pública.
Novo estágio.
Novas colegas.
Um motorista.
Novas exposições.
Inauguração IAC da Calçada do Combro.
O halo evidentemente mais claro na parte direita da fotografia surge em torno da cozinheira chefe, quiçá pela qualidade exímia da "Meat Party"!
A ajudante e chefe da loiça não foi afectada pelo dito halo na parte inferior da respectiva fotografia.
Novo estágio.
Novas colegas.
Um motorista.
O halo evidentemente mais claro na parte direita da fotografia surge em torno da cozinheira chefe, quiçá pela qualidade exímia da "Meat Party"!
A ajudante e chefe da loiça não foi afectada pelo dito halo na parte inferior da respectiva fotografia.
segunda-feira, março 01, 2010
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
Últimas pérolas
Mulher de x anos vigil, colaborante, orientada em todas as referências, mas sem os dois dentes da frente.
- Olá! Bom dia! Eu vim aqui porque ainda não morri.
Não sei se foi o frufru que eu aspirei, mas tenho uma dor que me está a arrapanhar aqui.
Em tempos fui osperadas, fizeram-me um eco e cardiograma e puseram-me duas prostas.
Tenho osteoclerose e tomo centre e um.
Por exemprus , o meu marido tem a doença do frio, a modos que eu passo os dias em casa fechada com o calorífero.
Ai, eu queria tanto desmagrecer.
Eu quero cortisona qu’ assim se morrer da injecção já não morro doutra coisa!
- Olá! Bom dia! Eu vim aqui porque ainda não morri.
Não sei se foi o frufru que eu aspirei, mas tenho uma dor que me está a arrapanhar aqui.
Em tempos fui osperadas, fizeram-me um eco e cardiograma e puseram-me duas prostas.
Tenho osteoclerose e tomo centre e um.
Por exemprus , o meu marido tem a doença do frio, a modos que eu passo os dias em casa fechada com o calorífero.
Ai, eu queria tanto desmagrecer.
Eu quero cortisona qu’ assim se morrer da injecção já não morro doutra coisa!
terça-feira, fevereiro 23, 2010
Alemão
Encetei a minha aprendizagem no meu mais recente idioma: o alemão.
E o contexto foi: chego eu 10 minutos atrasada, insegura de ter entrado na sala correcta correspondente ao meu nível de aspirante a principiante e eis que olho para o quadro e vejo já umas 10 frases escritas no dito cujo e uma Frau a explicar o conteúdo destas mesmas frases, tudo em alemão, inclusivé a própria explicação!
Imbuída numa imensa vontade de rir ao pensar que quiçá deveria haver um nível de alemão inferior ao A.1.1. em que estou inscrita, e esse sim, seria um nível adequado para mim: uma espécie de nível A.1.0. ou um A.0.1. que poderia também ter em conta a facilidade que cada indivíduo eventualmente poderá ter em aprender uma língua tão apfelstrudel como o alemão.
Mas esta vontade de rir transformou-se no pânico total ao perceber que passados 10 minutos, em bom modo de roleplay, a senhora dona Frau estava a fazer-nos repetir um a um, cada uma daquelas frases, improvisando com exemplos.
Mas qual foi a parte do "Eu nem sequer sei o que é que aquelas frases querem dizer" é que ela não percebeu?
Quanto mais fazer exemplos com elas!
Ou me ponho a ver rapidamente o “Rex – o cão polícia” ou não há alemão que resista.
Mas o que é que se há-de fazer com este tempo tão mau?
O melhor ainda é aprender alemão.
E o contexto foi: chego eu 10 minutos atrasada, insegura de ter entrado na sala correcta correspondente ao meu nível de aspirante a principiante e eis que olho para o quadro e vejo já umas 10 frases escritas no dito cujo e uma Frau a explicar o conteúdo destas mesmas frases, tudo em alemão, inclusivé a própria explicação!
Imbuída numa imensa vontade de rir ao pensar que quiçá deveria haver um nível de alemão inferior ao A.1.1. em que estou inscrita, e esse sim, seria um nível adequado para mim: uma espécie de nível A.1.0. ou um A.0.1. que poderia também ter em conta a facilidade que cada indivíduo eventualmente poderá ter em aprender uma língua tão apfelstrudel como o alemão.
Mas esta vontade de rir transformou-se no pânico total ao perceber que passados 10 minutos, em bom modo de roleplay, a senhora dona Frau estava a fazer-nos repetir um a um, cada uma daquelas frases, improvisando com exemplos.
Mas qual foi a parte do "Eu nem sequer sei o que é que aquelas frases querem dizer" é que ela não percebeu?
Quanto mais fazer exemplos com elas!
Ou me ponho a ver rapidamente o “Rex – o cão polícia” ou não há alemão que resista.
Mas o que é que se há-de fazer com este tempo tão mau?
O melhor ainda é aprender alemão.
sexta-feira, fevereiro 19, 2010
O outro lado
Ouve vozes? Vozes que ninguém ouve?
E que lhe dizem? São pessoas conhecidas? Dizem-lhe para fazer coisas feias?
E vê bichos, coisas e animais que mais ninguém vê? Aranhas gigantes na parede?
E às vezes voa? Ladra? E miar, mia?
Anda triste? Dorme bem? Já teve vontade de desaparecer?

Diga-me uma coisa, estamos no Hospital ou no supermercado?

E eu quem sou?
E que lhe dizem? São pessoas conhecidas? Dizem-lhe para fazer coisas feias?
E vê bichos, coisas e animais que mais ninguém vê? Aranhas gigantes na parede?
E às vezes voa? Ladra? E miar, mia?
Anda triste? Dorme bem? Já teve vontade de desaparecer?

Diga-me uma coisa, estamos no Hospital ou no supermercado?

E eu quem sou?
terça-feira, fevereiro 16, 2010
Carnaval
Porque não ir à…?
Primeiro começámos a pensar no tema da máscara. Queríamos um disfarce conjunto que se enquadrasse neste Carnaval alface.
Cada cidade brinca da sua maneira, cada grupo estipula as suas regras, cada qual tem os seus costumes. E nós queríamos um disfarce colectivo, que fosse suficientemente concretizável e real, não sendo demasiado virtual e imaginário.
Este ano não queríamos ser vampiras, nem minies, nem brancas de neve, nem os sete anões.
Nada disso. Isso foi nos outros carnavais.
Queríamos ser qualquer coisa que de facto desse para ser, mas que por acaso, não somos. Personificar alguém do dia-a-dia razoavelmente colorido, para ser temático, embora cuja essência fosse autêntica.
E assim foi: fomos à cabeleireiras!
Primeiro começámos a pensar no tema da máscara. Queríamos um disfarce conjunto que se enquadrasse neste Carnaval alface.
Cada cidade brinca da sua maneira, cada grupo estipula as suas regras, cada qual tem os seus costumes. E nós queríamos um disfarce colectivo, que fosse suficientemente concretizável e real, não sendo demasiado virtual e imaginário.
Este ano não queríamos ser vampiras, nem minies, nem brancas de neve, nem os sete anões.
Nada disso. Isso foi nos outros carnavais.
Queríamos ser qualquer coisa que de facto desse para ser, mas que por acaso, não somos. Personificar alguém do dia-a-dia razoavelmente colorido, para ser temático, embora cuja essência fosse autêntica.
E assim foi: fomos à cabeleireiras!
domingo, fevereiro 14, 2010
sexta-feira, fevereiro 12, 2010
Time off
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
3 + 1 grande
domingo, janeiro 31, 2010
Mudanças
Com o primeiro ordenado vieram as primeiras coisas.
O primeiro casaco - foi o primeiro gasto (que já andava de baixo de olho desde ainda antes do Natal; mas há alguém que acredite que é o meu primeiro casaco?!)
O primeiro candeeiro (Mr.Pee - sou apaixonada desde os 12 anos quando o vi uma vez em Amesterdão; acende e apaga no sítio onde vocês um dia irão ver)
O primeiro Teatro ("La Musica" no CCB de Margarite Duras)
O primeiro Fado (no Bartô do Chapitô)
E depois vieram os pais e o Campo Pequeno e o Aqui há peixe.
E no fim fisicamente as mudanças.
O taxi parado e o elétrico a querer passar! Que filme!
O primeiro casaco - foi o primeiro gasto (que já andava de baixo de olho desde ainda antes do Natal; mas há alguém que acredite que é o meu primeiro casaco?!)
O primeiro candeeiro (Mr.Pee - sou apaixonada desde os 12 anos quando o vi uma vez em Amesterdão; acende e apaga no sítio onde vocês um dia irão ver)
O primeiro Teatro ("La Musica" no CCB de Margarite Duras)
O primeiro Fado (no Bartô do Chapitô)
E depois vieram os pais e o Campo Pequeno e o Aqui há peixe.
E no fim fisicamente as mudanças.
O taxi parado e o elétrico a querer passar! Que filme!
quinta-feira, janeiro 21, 2010
VZ na Várzea
E foi assim que o azulzinho morreu.Ali. Em linha recta, no meio de Sintra, como quem vai para a Várzea.
Sem ACP, sem BMW, sem AXA.
Só eu e o Sr. Joaquim do reboque.
E agora está à espera que alguém o veja na Alameda dos Oceanos.
Só tenho uma coisa a acrescentar sobre hoje: 1237,01 para todos vocês também!
domingo, janeiro 17, 2010
2a semana "Isto é que é!"
A segunda semana “é que é!”
E subitamente tudo parece começar a correr bem.
A semana começou com os famosos Pastéis de Belém, mesmo no sítio onde eles são melhores, tcha-nam: em Belém. Depois o delicioso arroz de atum do Miguel (como se torna diferente o paladar depois de Erasmus, hein?).
Chegou o momento da indecisão da casa: pequenino T2 na Calçada do Combro ao lado do Bairro Alto, a 1 minuto do Chiado ou T2+2 na Rua Dr. Teófilo Braga ao lado do Jardim da Estrela, a 1 minuto da Assembleia da República e do Sr. Primeiro ministro? Queríamos uma casinha ou uma casarona? Carro em cima do passeio ou no parque? Perto ou longe do Metro?
Seguiram-se as indecisões, buscas e procuras, as votações em empate, até chegar à conclusão final: “mais vale uma casa na mão, do que duas a voar”, portanto ficamos com a da Calçada do Combro.
E para celebrar nada como ir ao Jantar dos IACs do Lisboa Central.
Mas nem tudo foram foguetes.
Na Várzea o trabalho continua, e quem não se adaptou muito bem desta vez, à dura realidade foi o meu azulzinho por esses caminhos estranhos, com curvas e contra-curvas em S, de terra batida, rochas a quase-roçar em ambos os lados do carro, mesmo com os espelhos virados para dentro.
Ora, num certo troço do trajecto curvilíneo, vinham dois carros em sentido contrário e lá tive que andar em S, mas desta vez em marcha-a-trás.
Ora, a embraiagem começou a tresandar a queimado e parecia meia solta, tal era a dificuldade e inclinação do caminho e a falta-de-controle sob o carro da condutora. Que susto!
Outra vez momentos de vento em poupa foram o lanche no Chiado, o Blade Runner no Cinemateca por entre dedos e sustos e o Jantar nos Armazéns do Chiado; o Jantar na Pizzaria com o Curry e Vila Franca e os reencontros do Pavilhão Chinês. O pior é sempre o despertador nos dias a seguir.
O fim-de-semana desta vez, teve a base em Alfama.
Na 6ª feira foi Jantar aniversário no Sushi em Cascais, filmes, vinho e o elevador dentro do apartamento. :)
O Sábado foi o dia mais inesperado de sempre. Saímos de casa em busca de nos aventurarmos por essa Lisboa. Assim, tal e qual, sem nada combinado e sem planos. De repente uma mensagem leva-nos a lanchar à Creperie no Chiado, a despedida deixa-nos dentro de uma interessante loja, e essa mesma loja deixa-nos com nova roupa colorida: umas botas brancas psicadélicas e um casaco fofo verde aos quadrados! Somos tão consumistas! Saímos da loja e temos uma mensagem: não querem jantar no Novo Wok? E aqui vamos nós, sempre a adorar os planos inesperados.
Segue-se uma noite muito animada no bairro, que evidentemente não vou descrever, mas que deixo só algumas palavras chave: “Caipirinhas; Poste; Taxi e Chão”
Com esta trapalhada toda, no dia a seguir havia que ir buscar o azulzinho que já estava estacionado em cima da linha do elétrico desde as 17h00 do dia anterior, altura essa em que tínhamos decidido aventurar-nos por Lisboa. Entretanto recebi um telefonema de uma amiga a dizer que ao amigo lhe tinham rebocado o carro. Estava o caldo entornado. Tanto excesso de zelo com o carro na 1ªsemana, tantas horas a fim a pagar em parques e ao primeiro descontrolo, iria eu passar impune? Faria sentido continuar com esperança de passar impune, sendo que o carro estava estacionado há já quase um dia?
Nada como ver para crer, com o coração nas mãos. Quando fui lá ter, reparo que 1)o carro ainda lá estava 2)não tinha sido bloqueado, nem rebocado 3)não tinha multa 4)nem publicidade! Mas que sorte! Vou tão a Fátima em Maio, que já agora fica ali a caminho da Queima das Fitas de Coimbra.
E não fosse eu estar com saudades de Sintra, depois de um Sábado tão agitado, fomos lá no Domingo ver móveis, petiscos e filmes.
E é assim.
Na vida há duas frases que dizes em situações distintas: “Antes é que era!” e “Isto é que é!”.
O lema é fazer muito desta, uma fase “Isto é que é”!
E subitamente tudo parece começar a correr bem.
A semana começou com os famosos Pastéis de Belém, mesmo no sítio onde eles são melhores, tcha-nam: em Belém. Depois o delicioso arroz de atum do Miguel (como se torna diferente o paladar depois de Erasmus, hein?).
Chegou o momento da indecisão da casa: pequenino T2 na Calçada do Combro ao lado do Bairro Alto, a 1 minuto do Chiado ou T2+2 na Rua Dr. Teófilo Braga ao lado do Jardim da Estrela, a 1 minuto da Assembleia da República e do Sr. Primeiro ministro? Queríamos uma casinha ou uma casarona? Carro em cima do passeio ou no parque? Perto ou longe do Metro?
Seguiram-se as indecisões, buscas e procuras, as votações em empate, até chegar à conclusão final: “mais vale uma casa na mão, do que duas a voar”, portanto ficamos com a da Calçada do Combro.
E para celebrar nada como ir ao Jantar dos IACs do Lisboa Central.
Mas nem tudo foram foguetes.
Na Várzea o trabalho continua, e quem não se adaptou muito bem desta vez, à dura realidade foi o meu azulzinho por esses caminhos estranhos, com curvas e contra-curvas em S, de terra batida, rochas a quase-roçar em ambos os lados do carro, mesmo com os espelhos virados para dentro.
Ora, num certo troço do trajecto curvilíneo, vinham dois carros em sentido contrário e lá tive que andar em S, mas desta vez em marcha-a-trás.
Ora, a embraiagem começou a tresandar a queimado e parecia meia solta, tal era a dificuldade e inclinação do caminho e a falta-de-controle sob o carro da condutora. Que susto!
Outra vez momentos de vento em poupa foram o lanche no Chiado, o Blade Runner no Cinemateca por entre dedos e sustos e o Jantar nos Armazéns do Chiado; o Jantar na Pizzaria com o Curry e Vila Franca e os reencontros do Pavilhão Chinês. O pior é sempre o despertador nos dias a seguir.
O fim-de-semana desta vez, teve a base em Alfama.
Na 6ª feira foi Jantar aniversário no Sushi em Cascais, filmes, vinho e o elevador dentro do apartamento. :)
O Sábado foi o dia mais inesperado de sempre. Saímos de casa em busca de nos aventurarmos por essa Lisboa. Assim, tal e qual, sem nada combinado e sem planos. De repente uma mensagem leva-nos a lanchar à Creperie no Chiado, a despedida deixa-nos dentro de uma interessante loja, e essa mesma loja deixa-nos com nova roupa colorida: umas botas brancas psicadélicas e um casaco fofo verde aos quadrados! Somos tão consumistas! Saímos da loja e temos uma mensagem: não querem jantar no Novo Wok? E aqui vamos nós, sempre a adorar os planos inesperados.
Segue-se uma noite muito animada no bairro, que evidentemente não vou descrever, mas que deixo só algumas palavras chave: “Caipirinhas; Poste; Taxi e Chão”
Com esta trapalhada toda, no dia a seguir havia que ir buscar o azulzinho que já estava estacionado em cima da linha do elétrico desde as 17h00 do dia anterior, altura essa em que tínhamos decidido aventurar-nos por Lisboa. Entretanto recebi um telefonema de uma amiga a dizer que ao amigo lhe tinham rebocado o carro. Estava o caldo entornado. Tanto excesso de zelo com o carro na 1ªsemana, tantas horas a fim a pagar em parques e ao primeiro descontrolo, iria eu passar impune? Faria sentido continuar com esperança de passar impune, sendo que o carro estava estacionado há já quase um dia?
Nada como ver para crer, com o coração nas mãos. Quando fui lá ter, reparo que 1)o carro ainda lá estava 2)não tinha sido bloqueado, nem rebocado 3)não tinha multa 4)nem publicidade! Mas que sorte! Vou tão a Fátima em Maio, que já agora fica ali a caminho da Queima das Fitas de Coimbra.
E não fosse eu estar com saudades de Sintra, depois de um Sábado tão agitado, fomos lá no Domingo ver móveis, petiscos e filmes.
E é assim.
Na vida há duas frases que dizes em situações distintas: “Antes é que era!” e “Isto é que é!”.
O lema é fazer muito desta, uma fase “Isto é que é”!
domingo, janeiro 10, 2010
1a semana cá em baixo
Nos poucos tempos livres da USF, lá fui conhecendo as zonas de Lisboa ao procurar casa - vi 13!
As zonas variaram desde Campo de Ourique, Rato, Lapa, Graça, São Sebastião da Pedreira (ao lado do Corte Inglés), Rua das Laranjeiras, Intendente, Príncipe Real e Areeiro (não obrigada).
Mas isto aqui tem que se ser rápido.
Entre ver a casa da Graça e gostar dela e a Bia ir vê-la no dia a seguir, a casa já estava alugada.
De resto, é tudo ou meio-velho, ou meio-caro, ou meio-fora-de-mão.
Os dias de trabalho acabaram quase sempre em jantares em casa de amigos, ou no bairro, ou com o pai ou em aniversários.
O ir de um sítio para o outro foi sempre acompanhado pelo, agora meu, novo amigo: GPS Joaquim.
Como tal, só vou a sítios que saiba a morada, para impedir situações como combinar no Marquês, e uma vez que o único resultado encontrado era a Rotunda do Marquês, fiquei, de forma insegura, (qual bolinha pinchona azul elétrica) a dar voltas à rotunda, até saber onde especificamente, e se sempre era na Rotunda do Marquês.
A Sexta foi para café curto no Salto Alto, que foi o máximo que o cansaço permitiu e o Sábado foi para as caipirinhas no Bairro.
Muito bom :)
O Domingo foi para não sair de casa e actualizar a cultura televisa das tardes da SIC.
A busca continua e o Centro de Saúde também..
A ver vamos.
As zonas variaram desde Campo de Ourique, Rato, Lapa, Graça, São Sebastião da Pedreira (ao lado do Corte Inglés), Rua das Laranjeiras, Intendente, Príncipe Real e Areeiro (não obrigada).
Mas isto aqui tem que se ser rápido.
Entre ver a casa da Graça e gostar dela e a Bia ir vê-la no dia a seguir, a casa já estava alugada.
De resto, é tudo ou meio-velho, ou meio-caro, ou meio-fora-de-mão.
Os dias de trabalho acabaram quase sempre em jantares em casa de amigos, ou no bairro, ou com o pai ou em aniversários.
O ir de um sítio para o outro foi sempre acompanhado pelo, agora meu, novo amigo: GPS Joaquim.
Como tal, só vou a sítios que saiba a morada, para impedir situações como combinar no Marquês, e uma vez que o único resultado encontrado era a Rotunda do Marquês, fiquei, de forma insegura, (qual bolinha pinchona azul elétrica) a dar voltas à rotunda, até saber onde especificamente, e se sempre era na Rotunda do Marquês.
A Sexta foi para café curto no Salto Alto, que foi o máximo que o cansaço permitiu e o Sábado foi para as caipirinhas no Bairro.
Muito bom :)
O Domingo foi para não sair de casa e actualizar a cultura televisa das tardes da SIC.
A busca continua e o Centro de Saúde também..
A ver vamos.
quarta-feira, janeiro 06, 2010
Pérolas Várzea de Sintra
- O Sr. sofre de alguma coisa?
- Já fui operado aos intestinos porque tinha pickles e tenho amororas.
(pickles eram pólipos, mas que sem o Ó em Lisboa, os tais polÍpos soavam antes a pickles. Já as amororas eram claramente as hemorróides)
- Já fui operado aos intestinos porque tinha pickles e tenho amororas.
(pickles eram pólipos, mas que sem o Ó em Lisboa, os tais polÍpos soavam antes a pickles. Já as amororas eram claramente as hemorróides)
segunda-feira, janeiro 04, 2010
Olá lisboa
A viagem
Partida: Alameda Jardins da Arrábida às 16h30, que já foi tarde de si na hora.
Chegada: Rua D. João V 22h00, Lisboa. Mas foi pelas paragens e pela precaução e vá, pela trenguice também.
Personagens Principais: Carro 1 cheiíssimo de malas: Piloto1- Eu, Co-piloto1: Bia; Carro2 não tão cheio de malas: Camila e Maria João.
Figurantes: Encontro com o Carro 3 algarvio (Fernando Jorge e Miguel Costa).
Paragem em Leiria, Aveiras, Olaias e Alfama.
Apesar do GPS ter pifado na entrada em Lisboa e não reconhecer o terreno alfacinha, teve uma prestação razoável.
E lá cheguei ao temporário lar doce lar, com a carne transmontana da Sara à espera. :)
O Hospital (o dia a seguir)
Ir para o Hospital Egas Moniz (HEM) e o GPS pifar a meio da Avenida Infante Santo e dizer: "Você chegou ao seu destino". Ao que eu, inocentemente, abro a janela e tento avistar o HEM e pergunto a uma senhora, e ela me contesta: "Oh menina, tá muito longe! Isso é só em Belém!"
Pânico lançado! Eu no meio de Lisboa, sem um GPS orientado, sem ter a mínima ideia para onde ir. Esquerda? Direita? Marcha-a-trás? Lá tento reanimar a criatura. Mas em vão. Estava por mim. Eu, comigo mesma. Tive que recorrer ao antigo método rupestre de abrir a janela e ir perguntando. Fazer uma ou outra chamada a amigo que percebesse do assunto e procurar lugar para estacionar.
Uma vez chegada ao tão esperado dito cujo, fiz logo 3 amiguinhos (dois que já eram amigos-de-amigos-de-amiga e a outra que era, ela própria, amiga deles): a Luísa, o João Nuno e a Rita.
Burocracias e papeladas, e escolha de rotações.
Sendo que fui a ante-penúltima a escolher, fiquei na Unidade de Saúde Familiar de Sintra: sozinha!
Que é como quem diz, queres ir para Lisboa, queres? Ai não tens casa ainda? Então toma lá Sintra a ver se gostas das lezírias.
Partida: Alameda Jardins da Arrábida às 16h30, que já foi tarde de si na hora.
Chegada: Rua D. João V 22h00, Lisboa. Mas foi pelas paragens e pela precaução e vá, pela trenguice também.
Personagens Principais: Carro 1 cheiíssimo de malas: Piloto1- Eu, Co-piloto1: Bia; Carro2 não tão cheio de malas: Camila e Maria João.
Figurantes: Encontro com o Carro 3 algarvio (Fernando Jorge e Miguel Costa).
Paragem em Leiria, Aveiras, Olaias e Alfama.
Apesar do GPS ter pifado na entrada em Lisboa e não reconhecer o terreno alfacinha, teve uma prestação razoável.
E lá cheguei ao temporário lar doce lar, com a carne transmontana da Sara à espera. :)
O Hospital (o dia a seguir)
Ir para o Hospital Egas Moniz (HEM) e o GPS pifar a meio da Avenida Infante Santo e dizer: "Você chegou ao seu destino". Ao que eu, inocentemente, abro a janela e tento avistar o HEM e pergunto a uma senhora, e ela me contesta: "Oh menina, tá muito longe! Isso é só em Belém!"
Pânico lançado! Eu no meio de Lisboa, sem um GPS orientado, sem ter a mínima ideia para onde ir. Esquerda? Direita? Marcha-a-trás? Lá tento reanimar a criatura. Mas em vão. Estava por mim. Eu, comigo mesma. Tive que recorrer ao antigo método rupestre de abrir a janela e ir perguntando. Fazer uma ou outra chamada a amigo que percebesse do assunto e procurar lugar para estacionar.
Uma vez chegada ao tão esperado dito cujo, fiz logo 3 amiguinhos (dois que já eram amigos-de-amigos-de-amiga e a outra que era, ela própria, amiga deles): a Luísa, o João Nuno e a Rita.
Burocracias e papeladas, e escolha de rotações.
Sendo que fui a ante-penúltima a escolher, fiquei na Unidade de Saúde Familiar de Sintra: sozinha!
Que é como quem diz, queres ir para Lisboa, queres? Ai não tens casa ainda? Então toma lá Sintra a ver se gostas das lezírias.
sábado, janeiro 02, 2010
segunda-feira, dezembro 21, 2009
México e Cuba
1ª etapa - Partida
Escala em Madrid. Conversas com a Nuria e a Lucia. Voo para Havana. Dormir aos bocadinhos.
2ª etapa - Chegada a Cuba.
Muito calor e era uma vez uma camisola a menos. A funcionária que dá apenas um quadradinho de papel higiénico. O cartaz e o Vicente à espera. A Casa da Aidita. Sair à Zorra y el Cuervo. 2 daikiris e 1 charuto.
Acordar com o Super desayuno das frutas do Carlos. Cambio para pesos convertíveis. A seca da internet no Presidente. Sandálias trocadas. De volta ao aeroporto, mas sem saber da taxa aeroportuária. Quase mesmo correr e os altifalantes.
3ª etapa – México. Cidade do México.
Jantar sandes picantes, seguidas pelo Furioso. Em busca da Nancy (Calle Navarra 232). Passeios pela noite. Plaza Garibaldi e os Mariachis. Cerveja com sal e limão (michelada). Em busca do Hotel, mas só há para dois. Descobrir o TV Color (Hotel Santo António).
As baratas. Acordar cedo. Tomar o “Eje”. Palácio das Bellas Artes. Os quadros e as visitas com as crianças. Almoçar no Taco Inn. Passeios pela zona dos vestidos de noiva. Museu José Luis Cuevas. Zócalo. Plaza de la Costituición. Catedral. Templo Mayor e as ruínas. Subir o mirador da Torre Latina. Tentar telefonar à Nancy e o indicativo. O chinês e as diarreias.
Estação Norte. Autocarro até Teotihuacán. A t-shirt da mexicana. A pirâmide do Sol. A pirâmide da Lua. Muito Sol. Não há água. As criancinhas da escola. As fotografias aos portugueses. A calçada dos mortos. Voltar ao DF. Bolos mexicanos. Nancy bate à porta do quarto errado. Passeios por Coyoacan. Comer milho. A casa onde bailava ballet. Cerveja com a prima. Jantar no típico mexicano “chic”.
Metro e mudança de planos. Museu Nacional de Antropologia. Muitas salas com as culturas e as eras. Parque de Chapultepec. Hamburgueres Hawaianos. Zoológico. Os pandas. A lontra e os pinguins. Castelo Chapultepec. Levantar dinheiro, mas afinal os estudantes não pagam. Zona rosa. Lanchar e jantar. Sair à noite. As danças e a banda.
Desayuno com a Nancy no mexicano “Sanborns” em Coyoacan. Casa da Frida Kahlo e do Diego Riviera. Taxi 38 pesos. Casa da Nancy, o ananás e sua família. Pai Nancy deixa-nos no metro. Primeira experiência com o ar-condicionado dos autocarros da ADO.
4ª etapa – Puebla
Hermillo e Edwin. Sangria no último andar do Hotel. Jantar tacos mexicanos típicos.
Cholula e a pirâmide. A Universidade do Hermilo. Almoço no coze-o-que-pedimos. Passeios pelo centro. Artesanato nas ruas. Bares alternativos e Martini de chocolate de menta. Jantar no sushi.
Casa de câmbio. Almoçar no animado “La ciudad”. Compras no supermercado. Noite da Francesinha. Sair. Garrafa da Bacardi.
Despedida. Autocarro da ADO e as pelis.
5ª etapa – Oaxaca
Hostel “El Quijote”. Passear. Mercado do Artesanato. Mercado da Comida. Almoço no Mercado. A Catedral. Correio. Jantar quase por engano chapolinos (gafanhotos).
O Tour. Amigos Mijke e Reto. Arbol de Tule (Maior árvore do Mundo). Teotitlán del Valle (Fiar os Tapetes). Hierve el agua (cascata calcificada). Mitla (ruínas). El Mezcal (bebida). Jantar no Italiano. Muita Salsa e as garrafas.
Monte Alban. Almoçar na Cantina Mexicana com o canadiano. Passear pelos Mercados. Gelado na Praça. Cocktail de Tequilla. Autocarro.
6ª etapa – Chiapas
San Cristóban de las casas. Desayuno no Hostel “Backpackers” quase com a argentina. Cañon del Sumidero. As lanchas, o gelado, os cabelos e o vento. Autocarro agreste até o centro. Passeio pelos mercados e a Plaza 31 de Marzo. Comprar ingredientes. Cozinhar. Os amigos e a fogueira. Dormir com o frio e a roupa.
Acordar em cima da hora. Os boxers, o sapato da montanha aeiou e o camião. Cascadas de Agua Azul. A molha nas Cascadas de Misol-Há. Ruinas de Palenque. A melhor espetada mexicana. Adeus aos Amigos canadianos na paragem de autocarro (e o perdido francês).
7ª etapa – Tulum
“Maria Sabina” Hostel. Pessoas alternativas. Emoção com a praia. Mais uma maré e menos uns óculos. Andar uns kms para comer. Energia só entre as 19h00 e as 22h00. A escuridão e a cozinha. Conversas e as estrelas na praia. Mosquitos.
Não se dorme, mas há sol pela manhã. Almoçar no centro. Autocarro.
8ª etapa – Playa del Carmen
Civilização again. SuperMenu no McDonalds por 2 euros. O argentino. A grávida dos Hamburguers a 25 pesos. Cocktail nos baloiços. Portugal, ao lado da Nicaragua. Hein? As pulgas.
Parque X-Caret. Nadar no rio com os óculos e a ver peixes. Buffet extra comida e menos vestido. Tartarugas e tubarões no aquário. A casa de banho e os cavalos. Espectáculo mexicano. Já somos amigos dos hamburguers.
Chichen-Itza. Cenote Zaci. A casa do chocolate de Valladolid. As pessoas do ICBAS. Discoteca Coco Bongo. A máscara, os artistas, as bebidas e as acompanhantes.
Esticar o pé na praia da Playa. A Lavandaria e o avião.
9ª etapa – De volta a cuba. Para Varadero.
Dormir em Havana na Aidita. Taxi e as 3 paragens para verificar documentos pelo caminho. Varadero. Hotel Sol Sirenas. Os passarinhos a voar no Buffet. Não encontrar as pessoas na praia. Reencontros. Juntar-nos à viajem de finalistas. Jantar. Festa no Resort. Piñacolada com Rum. Club Sandwich.
Praia. A água é quente. Sair à Casa da Música. Os refreguetons dos espectáculos cubanos na Casa da Música.
A chuva. Mercado de Artesanato. Passeio no Cadilac. A argolada da inauguração do Restaurante Oriental. Última Noite.
10ª etapa – Alugar carro em Cuba
Partida de Varadero no Peugeot 206 azul, T21664 na matícula vermelha. Dar boleia à Mãe cubana até Perico. As estradas cubanas que atravessam as cidades. Cólon. Los Arabos. Santo Domingo. Santa Clara. Reorientações. Perdidos again. Maricaragua. Curvas perigosas e enjoos nos Topes de Collants. Trinidad. Sr Bêbado a procurar casa. Os dois e a clandestina.
Passeios. Casa da Cultura. Tocar piano. Mas não querem uma aula de salsa? Mercado. Casa da Música e a demonstração do CD. Playa Ancón. Cienfuegos. Voltas by night. Perrito caliente. Não querem comer em casa dos cubanos?
A mensagem com as colocações do Ano Comum. Café Telegrafo. Internet lenta em frente ao Hotel Union. Banco. Playa Girón deserta. Hamburgueres falsos, tortillas e pastas no sítio vazio. Playa Larga. A rolote e o rum. O Hotel. Água de coco. Tomar banho by night. Até Havana.
11ª etapa – Havana
Olá Aidita. E o passaporte?
Embaixada de Portugal. Desayuno. Aquário Nacional de Cuba. Golfinhos e beijo dos leões marinhos. Deixar carro no Habana Libre. Passear e comer 5 gelados. Habana Vieja. Jantar típico cubano.
SuperDesayuno. Compras no Mercado. Capitolio. Particularidades do Museu de Arte Colonial. Os Mojitos na Bodeguita del Medio. Jantar cubano em casa. Aprender a dançar salsa com o DVD. Os 14 CUCs e sair à noite na garajem.
Museu do Ron Havana Club. Almoço típico. Os livros cubanos. A internet do Parque central. Lanche cubano em casa. O casal velho e a boleia para o aeroporto. A neve em Madrid e o voo que está 8 horas atrasado. Dormir, comer o esparguete sem lentes e continuar a dormir. Afinal não perdemos o outro avião em Madrid.
12ª etapa - Voltar
Escala em Madrid. Conversas com a Nuria e a Lucia. Voo para Havana. Dormir aos bocadinhos.
2ª etapa - Chegada a Cuba.
Muito calor e era uma vez uma camisola a menos. A funcionária que dá apenas um quadradinho de papel higiénico. O cartaz e o Vicente à espera. A Casa da Aidita. Sair à Zorra y el Cuervo. 2 daikiris e 1 charuto.
Acordar com o Super desayuno das frutas do Carlos. Cambio para pesos convertíveis. A seca da internet no Presidente. Sandálias trocadas. De volta ao aeroporto, mas sem saber da taxa aeroportuária. Quase mesmo correr e os altifalantes.
3ª etapa – México. Cidade do México.
Jantar sandes picantes, seguidas pelo Furioso. Em busca da Nancy (Calle Navarra 232). Passeios pela noite. Plaza Garibaldi e os Mariachis. Cerveja com sal e limão (michelada). Em busca do Hotel, mas só há para dois. Descobrir o TV Color (Hotel Santo António).
As baratas. Acordar cedo. Tomar o “Eje”. Palácio das Bellas Artes. Os quadros e as visitas com as crianças. Almoçar no Taco Inn. Passeios pela zona dos vestidos de noiva. Museu José Luis Cuevas. Zócalo. Plaza de la Costituición. Catedral. Templo Mayor e as ruínas. Subir o mirador da Torre Latina. Tentar telefonar à Nancy e o indicativo. O chinês e as diarreias.
Estação Norte. Autocarro até Teotihuacán. A t-shirt da mexicana. A pirâmide do Sol. A pirâmide da Lua. Muito Sol. Não há água. As criancinhas da escola. As fotografias aos portugueses. A calçada dos mortos. Voltar ao DF. Bolos mexicanos. Nancy bate à porta do quarto errado. Passeios por Coyoacan. Comer milho. A casa onde bailava ballet. Cerveja com a prima. Jantar no típico mexicano “chic”.
Metro e mudança de planos. Museu Nacional de Antropologia. Muitas salas com as culturas e as eras. Parque de Chapultepec. Hamburgueres Hawaianos. Zoológico. Os pandas. A lontra e os pinguins. Castelo Chapultepec. Levantar dinheiro, mas afinal os estudantes não pagam. Zona rosa. Lanchar e jantar. Sair à noite. As danças e a banda.
Desayuno com a Nancy no mexicano “Sanborns” em Coyoacan. Casa da Frida Kahlo e do Diego Riviera. Taxi 38 pesos. Casa da Nancy, o ananás e sua família. Pai Nancy deixa-nos no metro. Primeira experiência com o ar-condicionado dos autocarros da ADO.
4ª etapa – Puebla
Hermillo e Edwin. Sangria no último andar do Hotel. Jantar tacos mexicanos típicos.
Cholula e a pirâmide. A Universidade do Hermilo. Almoço no coze-o-que-pedimos. Passeios pelo centro. Artesanato nas ruas. Bares alternativos e Martini de chocolate de menta. Jantar no sushi.
Casa de câmbio. Almoçar no animado “La ciudad”. Compras no supermercado. Noite da Francesinha. Sair. Garrafa da Bacardi.
Despedida. Autocarro da ADO e as pelis.
5ª etapa – Oaxaca
Hostel “El Quijote”. Passear. Mercado do Artesanato. Mercado da Comida. Almoço no Mercado. A Catedral. Correio. Jantar quase por engano chapolinos (gafanhotos).
O Tour. Amigos Mijke e Reto. Arbol de Tule (Maior árvore do Mundo). Teotitlán del Valle (Fiar os Tapetes). Hierve el agua (cascata calcificada). Mitla (ruínas). El Mezcal (bebida). Jantar no Italiano. Muita Salsa e as garrafas.
Monte Alban. Almoçar na Cantina Mexicana com o canadiano. Passear pelos Mercados. Gelado na Praça. Cocktail de Tequilla. Autocarro.
6ª etapa – Chiapas
San Cristóban de las casas. Desayuno no Hostel “Backpackers” quase com a argentina. Cañon del Sumidero. As lanchas, o gelado, os cabelos e o vento. Autocarro agreste até o centro. Passeio pelos mercados e a Plaza 31 de Marzo. Comprar ingredientes. Cozinhar. Os amigos e a fogueira. Dormir com o frio e a roupa.
Acordar em cima da hora. Os boxers, o sapato da montanha aeiou e o camião. Cascadas de Agua Azul. A molha nas Cascadas de Misol-Há. Ruinas de Palenque. A melhor espetada mexicana. Adeus aos Amigos canadianos na paragem de autocarro (e o perdido francês).
7ª etapa – Tulum
“Maria Sabina” Hostel. Pessoas alternativas. Emoção com a praia. Mais uma maré e menos uns óculos. Andar uns kms para comer. Energia só entre as 19h00 e as 22h00. A escuridão e a cozinha. Conversas e as estrelas na praia. Mosquitos.
Não se dorme, mas há sol pela manhã. Almoçar no centro. Autocarro.
8ª etapa – Playa del Carmen
Civilização again. SuperMenu no McDonalds por 2 euros. O argentino. A grávida dos Hamburguers a 25 pesos. Cocktail nos baloiços. Portugal, ao lado da Nicaragua. Hein? As pulgas.
Parque X-Caret. Nadar no rio com os óculos e a ver peixes. Buffet extra comida e menos vestido. Tartarugas e tubarões no aquário. A casa de banho e os cavalos. Espectáculo mexicano. Já somos amigos dos hamburguers.
Chichen-Itza. Cenote Zaci. A casa do chocolate de Valladolid. As pessoas do ICBAS. Discoteca Coco Bongo. A máscara, os artistas, as bebidas e as acompanhantes.
Esticar o pé na praia da Playa. A Lavandaria e o avião.
9ª etapa – De volta a cuba. Para Varadero.
Dormir em Havana na Aidita. Taxi e as 3 paragens para verificar documentos pelo caminho. Varadero. Hotel Sol Sirenas. Os passarinhos a voar no Buffet. Não encontrar as pessoas na praia. Reencontros. Juntar-nos à viajem de finalistas. Jantar. Festa no Resort. Piñacolada com Rum. Club Sandwich.
Praia. A água é quente. Sair à Casa da Música. Os refreguetons dos espectáculos cubanos na Casa da Música.
A chuva. Mercado de Artesanato. Passeio no Cadilac. A argolada da inauguração do Restaurante Oriental. Última Noite.
10ª etapa – Alugar carro em Cuba
Partida de Varadero no Peugeot 206 azul, T21664 na matícula vermelha. Dar boleia à Mãe cubana até Perico. As estradas cubanas que atravessam as cidades. Cólon. Los Arabos. Santo Domingo. Santa Clara. Reorientações. Perdidos again. Maricaragua. Curvas perigosas e enjoos nos Topes de Collants. Trinidad. Sr Bêbado a procurar casa. Os dois e a clandestina.
Passeios. Casa da Cultura. Tocar piano. Mas não querem uma aula de salsa? Mercado. Casa da Música e a demonstração do CD. Playa Ancón. Cienfuegos. Voltas by night. Perrito caliente. Não querem comer em casa dos cubanos?
A mensagem com as colocações do Ano Comum. Café Telegrafo. Internet lenta em frente ao Hotel Union. Banco. Playa Girón deserta. Hamburgueres falsos, tortillas e pastas no sítio vazio. Playa Larga. A rolote e o rum. O Hotel. Água de coco. Tomar banho by night. Até Havana.
11ª etapa – Havana
Olá Aidita. E o passaporte?
Embaixada de Portugal. Desayuno. Aquário Nacional de Cuba. Golfinhos e beijo dos leões marinhos. Deixar carro no Habana Libre. Passear e comer 5 gelados. Habana Vieja. Jantar típico cubano.
SuperDesayuno. Compras no Mercado. Capitolio. Particularidades do Museu de Arte Colonial. Os Mojitos na Bodeguita del Medio. Jantar cubano em casa. Aprender a dançar salsa com o DVD. Os 14 CUCs e sair à noite na garajem.
Museu do Ron Havana Club. Almoço típico. Os livros cubanos. A internet do Parque central. Lanche cubano em casa. O casal velho e a boleia para o aeroporto. A neve em Madrid e o voo que está 8 horas atrasado. Dormir, comer o esparguete sem lentes e continuar a dormir. Afinal não perdemos o outro avião em Madrid.
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quinta-feira, novembro 19, 2009
terça-feira, outubro 06, 2009
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